Combine os discos de recuperação em um único CD

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Postado por Plinio Cruz em 23 de agosto de 2002 - Soluções | Seja o primeiro a comentar

Muitos programas atuais recomendam criar um disco de recuperação separado – um disquete de boot para uso em casos de pane e emergência. Mas existe um modo de colocar todos em um único CD que pode ser usado também para dar boot no sistema. Porém, as instruções a seguir não funcionarão com todo tipo de disco de recuperação, nem se o computador não puder dar boot a partir de um CD. 

Para descobrir se você é um felizardo ou não, entre no programa de configuração do CMOS. O método para entrar no SETUP varia de computador para computador, por isso não existem instruções exatas para essa tarefa. Na maioria dos casos, basta pressionar a tecla DEL ou F2 logo que o PC é ligado e antes de o Windows ser carregado, para que surja o menu de configuração. Além disso, quando o computador é ligado, existe uma mensagem de uns cinco segundos que indica ao usuário a tecla de acesso ao setup. Vasculhe os diversos submenus para localizar a opção que indica a ordem em que é dado o boot. Verifique, então, se há a alternativa de usar o CD para iniciar o sistema.

Crie um cd de boot combinado para recuperação de panes com o Easy CD Creator.

Para combinar os discos de recuperação, você precisará de uma unidade de CD-R ou CD-RW e um software de gravação. Vamos assumir o programa Easy CD Creator, da Roxio/Adaptec, que acompanha a maior parte dos modelos de CD-RW.

Primeiro, crie os vários discos de recuperação, se você ainda não tiver feito. Depois de criados os disquetes, transfira cada conteúdo dos discos para uma pasta separada no disco rígido. Diversos programas, incluindo o Norton AntiVirus, da Symantec, permite que se crie um “disco” de emergência no próprio disco. Se existir essa opção, use-a.

Definitivamente, você precisará de um disco de boot do Windows. Eis como o criar: selecione Iniciar-Configurações-Painel de controle e dê um duplo clique em Adicionar ou remover programas. Clique na guia Disco de inicialização, escolha o item Criar disco e siga as instruções. Esse procedimento é uma exceção – copia os arquivos para um disquete, não para o disco rígido.

Depois que os programas estiverem no disco, teste-os. Coloque o disco de boot do Windows na unidade e selecione Iniciar-Desligar-Reiniciar o computador. No prompt do DOS, use o comando para mudar de diretório (cd) para ir até a pasta de um determinado programa. Já na pasta, digite autoexec e pressione ENTER para carregar um programa de recuperação específico. 

Depois que estiver satisfeito com o modo como o disco funciona, chegou a hora de criar o CD. Volte ao Windows, coloque um disco CD-R ou CD-RW na unidade. Se essa ação não iniciar o Easy CD Creator, faça-o você mesmo; use a opção para criar um CD de dados, não o item para usar o DirectCD.

Quando o Easy CD for aberto, selecione File-New CD Project-Bootable CD. O programa pedirá por um disquete de boot, insira então o disco de inicialização do Windows. Arraste as pastas que contêm os arquivos de recuperação do painel principal da janela do CD Creator (Explorer) para o painel inferior (CD Layout). Finalmente, clique no ícone Create CD.

Ao dar o boot do CD, será apresentado o prompt DOS na unidade A:, um disquete virtual que funciona como o disco de boot comum do Windows. Os outros arquivos ficam armazenados no CD, que é indicado provavelmente por uma letra à frente de onde deveria estar (se sua unidade de CD é normalmente D:, por exemplo, nesta ocasião será E:). Para ter acesso à unidade, digite a letra correspondente seguida pelo caractere de dois pontos e depois ENTER. Use o comando dir para ver quais pastas estão disponíveis; use dir /p para ver apenas uma tela por vez e o comando cd para ir até uma pasta em particular. Depois de alcançá-la, digite autoexec e pressione ENTER.

Fonte: PCWorld

“About” Catalog 1.0

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Postado por Plinio Cruz em 22 de agosto de 2002 - Delphi, Programação | Seja o primeiro a comentar

Há dez dias deixamos à disposição dos nossos visitantes o CATALOG 1.0. E, agora, atendendo a pedidos, disponibilizamos os fontes do programa. Sentimo-nos muito gratificados pelo reconhecimento demonstrado por nossos visitantes e para cumprir com o objetivo maior desse portal (que é de compartilhar o conhecimento), disponibilizamos os fontes, além de um breve comentário sobre suas principais funções para melhor orientar os interessados.

Não tentamos reinventar a roda, mas programamos de forma a tornar mais fácil a retirada de suas principais funções e encaixá-las em qualquer outra aplicação que delas necessite.

Então, vamos a elas:

 1 – Deletar arquivos enviando para a Lixeira do Windows.

A rotina responsável por esse procedimento está escrita na íntegra logo abaixo:

procedure ToRecycle(AHandle: THandle; const ADirName: String);

var

  SHFileOpStruct: TSHFileOpStruct;

  DirName: PChar;

  BufferSize: Cardinal;

begin

  BufferSize := Length(ADirName) +1 +1;

  GetMem(DirName, BufferSize);

  try

    FillChar(DirName^, BufferSize, 0);

    StrCopy(DirName, PChar(ADirName));

    with SHFileOpStruct do

    begin

      Wnd := AHandle;

      wFunc := FO_DELETE;

      pFrom := DirName;

      pTo := nil;

      fFlags := FOF_ALLOWUNDO;

      fAnyOperationsAborted := False;

      hNameMappings := nil;

      lpszProgressTitle := nil;

    end;

    if SHFileOperation(SHFileOpStruct) <> 0 then

      RaiseLastWin32Error;

  finally

    FreeMem(DirName, BufferSize);

  end;

end;

Essa função foi estruturada com base no Livro: Delphi 5 Guia do Desenvolvedor (Steve Teixeira e Xavier Pacheco). Nosso trabalho consistiu em isolá-la e entende-la para deixarmos como biblioteca a fim de que seja usada em desenvolvimentos futuros.

Note que o que determina o envio do arquivo para a lixeira é que o wFunc que recebe FO_DELETE e o Flag FOF_ALLOWUNDO.

2 – Determinar as unidades removíveis

Na verdade esta função determina todas as unidades existentes no computador, mas para o objetivo do CATALOG apenas usamos as mídias removíveis.

A rotina completa pode ser encontrada na Unit1 no procedimento de criação do form (TForm1FormCreate(Sender:Tobject)). Vamos, agora, ajudar você a aproveitar todo o potencial deste procedimento.

A função varre toda letra possível de ser atribuída a uma unidade do computador. Fizemos a rotina sempre selecionar as mídias removíveis, pois a função GetDriveType(PChar(c)) dá um retorno para cada tipo.

Para usar essa função para reconhecer outros tipos de unidade será preciso saber o que significa cada um de seus retornos. Acompanhe:

0 – Não é possível determinar o tipo da unidade

1 – Diretório raiz não existe

DRIVE_REMOVABLE – Unidade é removível

DRIVE_FIXED – Unidade não é removívels

DRIVE_REMOTE – A Unidade é remota (de rede)

DRIVE_CDROM – A unidade é de CD ou DVD ROM

DRIVE_RAMDISK – A unidade é um disco em RAM

3 – Busca de uma string em um Memo 

Para fazer uma rotina de busca de string em um Memo foram combinados dois procedimentos (ambos poderão ser encontrados na Unit1).

- TForm1.BitBtn3Click(Sender:TObject)

- TForm1.FindDialog1Find(Sender:TObejct)

Essa rotina é muito fácil de ser implementada: a única coisa que será preciso fazer para adapta-la a outro programa é mudar os parâmetros para varredura, que neste caso estão feitos somente para o diretório ativo.

Já no segundo procedimento, o que faz a varredura propriamente dita (FindDialog1Find), não será necessário mudar nada.

Para qualquer esclarecimento entre em contato com o Clube da Informática.

Download do CATALOG 1.0 – CLIQUE AQUI!

Download dos Fontes do CATALOG 1.0 – CLIQUE AQUI!

Coisas Que a Gente Sempre Esquece

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Postado por Plinio Cruz em 12 de agosto de 2002 - Delphi, Programação | Seja o primeiro a comentar

Não são poucas as vezes que estamos programando e precisamos daquela linha para fazer um procedimento simples, mas que sempre esquecemos o escopo.

Colocamos algumas interessantes aqui que provavelmente já fez você recorrer ao Help para lembrar da palavra chave. Agora é só anotar no post-it no monitor ou, sempre que precisar, voltar aqui para lembrar.

 

Impedir de apagar um registro em um DBGRID através das teclas CTRL+DEL

 

Colocar no evento OnKeyDown do DBGRID:

  

if (Shift = [ssCtrl]) and (Key = 46) Then  KEY := 0;

 

Usar o Enter no Lugar do Tab em todos os controles do Formulário

 

Setar a propriedade KeyPreview do Formulário para True.

Colocar no evento OnKeyPress do Formulário:

  

if (Key = #13) then begin

Key := #0;

Perform(Wm_NextDlgCtl,0,0);

end;

 

Finalizando o Windows

 

ExitWindowsEx(EWX_FORCE+EWX_SHUTDOWN,0)

 

Trocando o Ponto decimal para Virgula:

  

if Key in [',','.'] then Key := DecimalSeparator;

 

Obtendo o caminho da aplicação:

  

ExtractFilePath(ParamStr(0))

 

Se você tiver alguma dica desse tipo envie para o Clube, os programadores de plantão agradecem!

Montando uma rede ponto a ponto com compartilhamento de banda larga

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Postado por Plinio Cruz em 10 de agosto de 2002 - Rede, Segurança, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

Você tem dois micros em casa e decide montar uma rede para que as duas máquinas possam trocar informações. Como uma delas está plugada à internet por uma conexão de banda larga, você decide também compartilhar esse acesso. Para executar essas tarefas, você precisa ter duas placas de rede – uma para cada micro – e um cabo cross. Esses elementos permitem montar uma rede Ethernet na configuração mais simples e mais barata possível e também cria a base física para compartilhar a conexão. Além desses itens de hardware, também é necessário instalar um firewall. Esse programa cria uma barreira que mantém a rede doméstica isolada da rede externa. É preciso, ainda, ter em mãos o CD de instalação do Windows.

Em nossa instalação, usamos placas 3Com EtherLink 10/100, que podem ser adquiridas no mercado por preços em torno de 120 reais. Quanto ao cabo cross, você pode adquiri-lo em lojas de informática. O programa de firewall utilizado é o ZoneAlarm Pro, da Zone Labs. Um detalhe: a versão ZoneAlarm (sem Pro) é gratuita para pessoas físicas, escolas e entidades sem fins lucrativos, mas funciona somente em micros isolados. Não permite, portanto, o compartilhamento de acesso à web. Nos dois micros (um Pentium III de 1000 MHz e um Pentium III de 450 MHz, ambos com 128 MB de memória) usamos o sistema operacional Windows 98 SE, que é ainda a versão do Windows mais utilizada. No Windows Me, os procedimentos são idênticos. A essa rede também foi conectada uma impressora HP DeskJet 890c, ligada ao PC mais rápido.

Primeiro, vamos montar a estrutura física da rede. Comecemos pelo micro que já está ligado à internet com a conexão de banda larga -modem a cabo do Ajato. Esse micro já tem uma placa de rede, que é utilizada na conexão de banda larga. Agora, vamos instalar outra, para ligá-lo à rede local. Clique com o botão direito no item Meu Computador e acione Propriedades. Em seguida, clique na orelha Gerenciador de Dispositivos. No item Adaptadores de Rede, veja qual é a placa de rede já presente no PC. Selecione essa placa e clique no botão Propriedades para ver mais detalhes sobre o nome dela. Anote-o. Clique na orelha Recursos e anote também o número do pedido de interrupção (IRQ) utilizado pelo dispositivo. Essas anotações serão importantes mais tarde para facilitar a identificação das duas placas, em especial se a nova interface de rede for idêntica à já existente.

Agora, desligue o micro, abra o gabinete e encaixe uma das placas de rede num slot livre. Ao reiniciar a máquina, o Windows detectará a presença do novo hardware. Se o sistema operacional tiver o driver dessa placa, pedirá o CD de instalação do Windows. Caso contrário, coloque no drive o CD que acompanha a placa e indique ao Windows que o driver está ali. Esse mesmo procedimento deve ser feito no segundo micro. Instaladas as duas placas, ligue-as entre si com o cabo de rede. Fisicamente, a rede está pronta. Mas ainda é preciso fazer algumas configurações para que ela funcione. Primeiro, vamos identificar as novas placas de rede. No micro que tem a conexão com a web, vá ao Painel de Controle e ative o item Rede (ou, na área de trabalho, clique com o botão direito em Ambiente de Rede e escolha Propriedades). Selecione, na lista de componentes de rede, a linha que começa com “TCP/IP ->” e indica o nome da placa recém-instalada (há outra linha, idêntica, com o nome daquela que faz a conexão com a internet). Clique no botão Propriedades e, na orelha Endereço IP, marque a opção Especificar um Endereço IP. Agora, em Endereço, digite 192.168.0.1 e, na caixa Máscara de Sub-Rede, 255.255.255.0. Repita esta mesma operação no segundo micro. A única diferença é que nele o endereço IP deve ser 192.168.0.2. Agora, a rede ainda não está disponível, mas já deve existir um reconhecimento básico entre os dois PCs. Se, nos dois micros, você abrir a janela do DOS e digitar “ping 192.168.0.x” receberá mensagens positivas. Isso significa que uma máquina está efetivamente ligada à outra. O “x”, acima, no comando ping, deve ser, é claro, o número IP do outro PC.

Mas as redes Windows desse tipo só funcionam mesmo depois que se ativa a capacidade de compartilhar informações. Para isso, vá ao Painel de Controle, abra o item Rede e clique no botão Compartilhamento de Arquivos e Impressoras. Na tela que se abre, marque uma ou as duas caixas que têm por legendas “Desejo que outros usuários tenham acesso a meus arquivos” e “Desejo que outros usuários tenham acesso a minha(s) impressora(s)”. O compartilhamento está ativado. Falta, apenas, você definir quais recursos de cada máquina serão franqueados à outra. Conforme as escolhas ativadas no compartilhamento, você pode franquear unidades de disco inteiras, diretórios e impressoras. Para isso, abra o Windows Explorer e clique com o botão direito no item desejado e escolha Compartilhamento. Na tela seguinte, escolha a opção Compartilhar Esta Pasta (ou Impressora). A opção-padrão é o compartilhamento completo. Ou seja, quem faz o acesso remoto tem direitos totais: ler, modificar e apagar arquivos. Há ainda as opções Somente Leitura ou Depende de Senha.

É fácil reconhecer, na própria máquina, os recursos que estão compartilhados: os ícones deles passam a exibir uma pequena mão. No outro micro, os recursos tornam-se visíveis no Windows Explorer, no diretório Ambiente de Rede.

Até o momento, montamos uma rede ponto a ponto com os dois micros. O próximo passo é partilhar entre eles o acesso à internet e proteger a rede doméstica dos ataques de hackers. Passe ao micro equipado com as duas placas de rede. No Painel de Controle, abra a opção Adicionar ou Remover Programas e ponha em destaque a orelha Instalação do Windows. No grupo Ferramentas para a Internet, marque a linha Internet Connection Sharing. Entra em ação um assistente, que vai lhe pedir para indicar qual placa de rede está associada à rede externa e qual liga o micro à rede local. Se as duas placas forem de fabricantes e modelos diferentes, não há dúvida. No entanto, se elas forem iguais, você pode cometer erros. Mas não se assuste, pois esse tipo de erro não causa nenhum desastre: simplesmente impede o compartilhamento até que a correção seja feita.

No final, o assistente de instalação do Internet Connection Sharing pede que você coloque um disquete no drive. Ele copia para o disquete o programa Icsclset.exe, que deve ser executado na máquina cliente da rede – a que não está ligada diretamente à internet. Instalado o ICS, as duas placas vão aparecer identificadas no item Rede, do Painel de Controle. O componente ligado à internet vai ser marcado como Compartilhado e o outro como Local. Exemplo:

TCP/IP (Compartilhado) -> Nome da placa 1

TCP/IP (Local) -> Nome da placa 2

Agora, chega o momento de instalar o firewall. Execute o arquivo do ZoneAlarm Pro no micro principal, e somente nele. O programa ancora um ícone na bandeja do sistema – área da barra de ferramentas junto ao relógio. Clique nesse ícone para configurá-lo. Na tela principal, clique no botão Security e, depois, em Advanced. Na orelha General, escolha a opção “This computer is an ICS gateway” e, na caixa Local Address, escolha (ou digite) o número da placa de interface com a rede local: 192.168.0.1. Clique em OK. Esses são os requisitos mínimos para o ZoneAlarm na máquina que vai funcionar como um gateway – ou seja, um portão entre a rede local e a internet.

Ainda na tela Advanced Security Properties, passe para a orelha Internet Zone Custom Settings. Lá, certifique-se de que estão marcadas as opções Allow outgoing DNS e Allow outgoing DHCP. Agora, na orelha Local Zone Contents, clique em Add e, no menu, escolha Adapter Subnets. Nas três caixas da tela que surgem, escreva “Este micro” (ou outra indicação), o número IP da máquina (192.168.0.1) e a máscara de sub-rede (255.255.255.0). Se o gateway está ligado a uma impressora que vai ser compartilhada, desative a função Automatic Lock, do ZoneAlarm, no painel Lock. Se esse recurso estiver ligado, a outra máquina não poderá acessar essa impressora.

Agora, as configurações finais, que devem ser feitas no cliente. Na área de trabalho, clique com o botão direito em Ambiente de Rede e escolha Propriedades. Traga para o primeiro plano a orelha Endereço IP e nela clique na opção “Obter um endereço IP automaticamente”. Na orelha Configuração WINS, clique em Utilizar DHCP para Resolução WINS. Na orelha Gateway, remova todos os gateways, se houver algum instalado. Por fim, na orelha Configuração DNS, clique em Desativar DNS.

O último toque na rede Windows foi a instalação do antivírus Panda Platinum 6.0. Agregado aos dois micros, o programa não mostrou incompatibilidade com o ZoneAlarm nem interferiu no funcionamento da rede ou no compartilhamento da conexão à internet.

Matéria retirada do Link Dicas da Info Exame OnLine