Postado por Plinio Cruz em 30 de novembro de 2004 na categoria Multimídia, Tutorial |
Para que uma nova tecnologia ganhe popularidade seu preço precisa cair até um patamar razoável. Com os gravadores de DVD não foi nada diferente. Um ano atrás, apenas pioneiros e abonados equipavam seus computadores com queimadores de DVD devido aos altos custos dos produtos. Com os preços atuais em torno de 1.300 reais, no entanto, os modelos internos de gravadores de DVD já começam a ser um upgrade atraente para muitos computadores.
As unidades de DVD externas, que se plugam em portas FireWire ou USB 2.0, são muito mais fáceis de instalar, mas custam mais que os modelos internos em torno de 1.800 reais. A letra do meio de DVD refere-se a versátil, e a capacidade de 4,7 GB das mídias gravável (DVD-R e DVD+R) e regravável (DVD-RW e DVD+RW) torna esses discos realmente úteis. Os primeiros são excelentes para arquivar dados importantes, enquanto os DVDs regraváveis podem servir como unidade de 4,7 GB extra para backups ou armazenamento diário. As unidades de DVD também lêem CD-ROMs e gravam discos CD-R e CD-RW.
Existem dois tipos de DVDs graváveis e regraváveis: DVD-R/RW e DVD+R/+RW. Os formatos foram criados por grupos concorrentes. Durante algum tempo, tudo indicava que os usuários teriam de escolher um formato e torcer para que sua escolha não fosse a perdedora. Mas os fabricantes chegaram a uma solução conciliatória, e hoje a maioria dos gravadores de DVD suporta ambos os formatos.
Mais de uma velocidade
A maioria das unidades disponíveis atualmente suporta gravação 4X para DVDs, embora a mídia compatível com 4X seja mais cara e mais rara. Todas as unidades dessa velocidade também gravam a 2X, com a vantagem de que a mídia 2X é muito mais acessível. Os preços das mídias DVD variam de acordo com o formato e com o tipo (gravável ou regravável). A maior parte dos queimadores de DVD vem com ampla seleção de software de backup, packet writing e vídeo digital. Antes de adquirir uma unidade de gravação de DVDs é bom saber que você precisa ter um computador muito potente, equipado com uma CPU que trabalhe a pelo menos 1 GHz e que tenha no mínimo 256 MB de RAM 512MB de memória ou mais vão facilitar muito sua vida.
1 – Planeje a instalação da unidade
Desplugue seu computador e remova a tampa. Tendo em vista que um gravador de DVD exige um fluxo de dados contínuo para criar discos, o ideal é que seja instalado como a
unidade mestre em seu próprio canal IDE. Na maior parte dos sistemas, a unidade de disco rígido será anexada ao canal IDE primário e, por isso, você vai querer usar o canal IDE secundário. Não coloque seu queimador de DVD no mesmo canal da unidade de disco rígido porque esta pode ficar lenta.
Se você já tem uma unidade de CD-ROM ou CD-R/RW conectada ao canal IDE secundário e pretende mantê-la (não é má idéia para copiar CD-ROMs diretamente), mude o jumper desta unidade para Escravo ou Slave. Antes de continuar o processo, certifique-se de que o jumper no queimador de DVD está ajustado para Mestre ou Master.
2 – Instale a unidade de DVD
Procure uma gaveta de 5,25 polegadas livre na frente do gabinete. Se o gabinete do seu computador exige suportes especiais para acomodar unidades acessáveis externamente, instale-os primeiro. Deslize parcialmente a unidade no compartimento. Se o canal IDE secundário já tiver uma unidade de CD, você deve encontrar um conector sobressalente no cabo de dados. Do contrário, use o cabo
que veio com o gravador de DVD. Certifique-se de que a ponta colorida do cabo de dados esteja conectada ao pino 1 na unidade de DVD. Plugue um conector de energia à unidade de gravação de DVD. Se não houver um livre, precisará de um adaptador em forma de Y, disponível na maioria das lojas de produtos de informática. Em alguns casos, a unidade de DVD e a placa de som podem exigir a conexão de pequenos cabos de som analógicos e/ou digitais na parte de trás da unidade. Consulte os manuais do equipamento de busca de informação. Quando todos os cabos estiverem conectados, insira a unidade inteira na gaveta. Se o gabinete do seu computador não usa suportes ou trilhos, prenda a unidade com parafusos.
3 – Instale o software
Recoloque a tampa no computador, plugue-o na tomada e ligue o sistema. Versões do Windows acima da 98 devem detectar e instalar o gravador automaticamente. Insira o
CD-ROM que veio com a unidade e siga as instruções para instalar os pacotes de software. Esses pacotes variam conforme o fabricante de DVD. A instalação pode exigir que você reinicie o computador algumas vezes.
4 – Ative a transferência DMA para performance máxima
No Windows 98 e Me, clique com o botão direito do mouse em Meu Computador, escolha Propriedades,
clique na guia Gerenciador de Dispositivos e dê um duplo clique primeiro em CD-ROM e depois no nome da unidade de DVD. Clique na guia Configurações, marque a caixa DMA e clique em OK. Siga as instruções na tela. Em seguida, reinicie o micro. Geralmente, o 2000 e XP são configurados para ativar DMA se a unidade suporta esse canal. Para verificar, clique com o botão direito do mouse em Meu Computador (na Área de Trabalho ou no menu Iniciar no XP) e escolha Propriedades. Selecione a guia Hardware, clique no botão Gerenciador de Dispositivos e dê um duplo clique nas controladoras IDE ATA/ATAPI. Por fim, dê um duplo clique no canal (em geral, Secundário) ao qual a unidade de DVD está conectada e clique em Configurações Avançadas. A lista drop-down Modo de Transferência deverá mostrar DMA, se estiver disponível. Caso contrário, faça a correção.
Do videoteipe ao disco digital
Fazer DVDs de vídeo com videoteipes é um dos grandes atrativos para a compra de uma unidade de DVD regravável. Veja como proceder.
1. O vídeo de uma câmera digital entra por uma porta FireWire ou USB 2.0, dependendo do tipo de porta que a câmera suporta, e é armazenado no disco rígido.
2. Usando o software que vem com o queimador de DVD, você pode criar menus de DVD, converter o vídeo digital armazenado para o formato MPEG-2 de DVD de vídeo e gravá-lo na mídia DVD.
3. Vídeo de uma câmera analógica (VHS, 8mm, Hi-8) ou videocassete entra por uma placa de captura de vídeo analógico ou um adaptador externo USB 2.0, que o converte para o formato digital. A versão digital é armazenada no disco rígido.
4. O DVD resultante pode ser executado na maior parte dos tocadores de DVD autônomos, mas alguns modelos mais antigos talvez tenham dificuldade para tocá-lo.
Mão na massa
Benefícios: criar DVDs a partir de videoteipe, fazer backups de dados em larga escala, usar como uma unidade drag-and-drop de 4,7 GB
Preços: interno, em torno de 1.300 reais; externo, em torno de 1.800 reais
Nível de conhecimento: iniciante-intermediário
Tempo necessário: 30 a 60 minutos
Ferramentas exigidas: alicate pontiagudo, chave Phillips e pulseira antiestática (recomendada)
Fonte: PC World
Postado por Plinio Cruz em na categoria Linux, Reviews, Utilitários |
Não tem jeito: por mais que você esteja acostumado com o Windows, na hora de usar o Linux é tudo completamente diferente. Às vezes, o teclado não funciona direito, arquivos MP3 não são reproduzidos corretamente… Enfim, os mais inexplicáveis problemas podem ocorrer. Para ajudar você a escapar das armadilhas mais comuns, selecionamos dez dicas úteis para dominar o sistema operacional. Assim, você não passa nervoso e pode gastar seu tempo conhecendo os novos recursos do sistema.
KDE, Gnome ou Window Maker?
Enquanto o Windows oferece apenas um ambiente gráfico, no Linux as coisas são bem diferentes. Você pode escolher entre diversas opções e isso independentemente da distribuição que está sendo utilizada. Os três ambientes gráficos mais utilizados são o KDE, o Gnome e o Window Maker.
Cada um deles tem suas particularidades. O KDE, por exemplo, é o mais parecido com o Windows, exibindo um K que faz o papel do menu Iniciar. Já o Gnome é mais recomendado para quem já tem um pouco de prática com Linux, uma vez que suas opções são um pouco mais escondidas. O Window Maker, por sua vez, é totalmente diferente dos demais. Em vez de um menu fixo, oferece um ícone flutuante que serve para carregar aplicativos. Só experimentando para entender.
Se quiser saber mais sobre os ambientes gráficos, não deixe de visitar os sites oficiais. Os endereços são: www.kde.org, www.gnome.org e www.windowmaker.org.
Windows dentro do Linux
Mesmo com o auxílio de aplicativos como o CrossOver Office e o Wine, a compatibilidade do Windows com o Linux ainda é bem ruim. Mas há uma salvação. Usando uma ferramenta chamada VMware, você pode rodar o Windows inteiro dentro da sua distribuição favorita.
Depois, só é preciso instalar os outros programas normalmente, de forma que você possa usar os dois sistemas operacionais sem sequer reiniciar o computador. Outra vantagem é que o VMware também cria “pontes” entre as portas do seu computador. Se você tem um dispositivo de hardware que ainda não tem drivers para Linux, é só usar o VMware para resolver o problema. O endereço oficial do VMware é www.vmware.com.
Nunca use o Linux como root
Em todas as distribuições do Linux, há um superusuário chamado root, com permissões especiais. Se um cracker invade seu micro e rouba a senha do root, todo o sistema fica comprometido. Portanto, é melhor colocar uma boa senha para o root e guardar essa conta apenas para ocasiões especiais. Outra boa dica é usar o comando su para aumentar suas permissões na hora de realizar alguma tarefa importante.
É só abrir um terminal, digitar su e entrar com a senha do usuário root. Depois, para voltar ao usuário anterior, digite exit ou pressione as teclas Ctrl e D.
Adicionando comandos no boot
Da mesma forma que os vários sistemas Windows possuem o autoexec.bat para rodar programas direto na iniciação, as distribuições do Linux também oferecem esse recurso. Basta abrir o arquivo /etc/rc.d/rc.local e adicionar o comando desejado no final.
Tenha sempre um disco de boot
Quando você está instalando o Linux, surge uma mensagem perguntando se você quer criar um disco de boot. Não deixe de criá-lo. Esse disco de boot contém toda a configuração de iniciação do seu Linux. Se, futuramente, algum problema ocorrer com o MBR do disco rígido, basta usar esse disquete para iniciar o Linux.
Mate um programa
Cada aplicativo em execução no Linux é conhecido como processo. Caso você não consiga fechar um processo que travou usando o próprio ambiente gráfico, a solução é matá-lo (este é o termo usado pelos usuários do Linux).
O primeiro passo é identificar o processo que não está respondendo. Abra um terminal e digite: ps -A
Uma listagem com os processos em execução aparecerá. Ao lado de cada aplicativo, há um PID (número de identificação). Para fechar o processo que não está respondendo, digite: kill 2851
Neste caso, altere o valor 2851 pelo PID do processo que você quer fechar. Vale lembrar, porém, que alguns programas abrem mais de um processo de uma única vez. Se você quiser fechar todas as instâncias do XMMS simultaneamente, por exemplo, digite o seguinte comando: killall xmms
Ouça MP3 no Fedora Linux
Por motivos legais, a Red Hat foi obrigada a remover o suporte a arquivos MP3 de todas as suas distribuições. Mas isso não chega a ser um problema, uma vez que é possível instalar o suporte manualmente. A instalação é bem simples. Para começar, entre no site http://shrike.freshrpms.net/rpm.html?id=1547 e baixe o pacote xmms-mp3 em formato RPM.
Em seguida, abra um terminal, mude para o usuário root (use o comando su), vá para a pasta na qual você baixou o programa e digite: rpm -ivvh xmms-mp3*.rpm
Entenda as portas do Linux
Ao contrário da maioria dos sistemas operacionais, o Linux não trabalha com as tradicionais portas COM e LPT. Em vez disso, utiliza uma nomenclatura um pouco diferente. Confira esta pequena tabela de equivalência:
/dev/ttyS0 = COM1
/dev/ttyS1 = COM2
/dev/ttyS2 = COM3
/dev/ttyS3 = COM4
/dev/lp0 = LPT1
/dev/lp1 = LPT2
Firewall sempre à mão
Muita gente fala que a principal vantagem do Linux é a segurança, mas se você não configurar um bom firewall, algum hacker pode invadir seu PC. Uma das melhores opções de proteção é o iptables, um firewall gratuito disponível na maioria das distribuições. É fácil configurá-lo. Digite os códigos abaixo:
iptables -I INPUT -j ACCEPT -i lo
iptables -I INPUT -j ACCEPT -m
state –state RELATED,ESTABLISHED
iptables -P INPUT DROP
Essa configuração permitirá que você navegue normalmente em todos os sites e serviços do Linux, mas irá bloquear qualquer tentativa de invasão a sua máquina. Mas não é uma boa idéia digitar esses códigos cada vez que você reinicia o Linux. Desta forma, use o seguinte comando: iptables-save > regras Agora é só abrir o arquivo /etc/rc.d/rc.local e adicionar esta linha no final:
iptables-restore < regras
Problemas com acentuação
Versões antigas do Linux tinham problemas de acentuação nos teclados ABNT2 (aqueles que têm a tecla cedilha). Para corrigir o erro, adicione as seguintes linhas no arquivo .bashrc do:
LANG = pt_BR
LC_ALL = pt_BR
LC_CTYPE = ISO-8859-1
LESSCHARSET = latin1
export LANG LC_ALL LC_CTYPE LESSCHARSET
Não se esqueça de efetuar um novo logon com o mesmo usuário.
Por: Toni Cavalheiro, PC World
Postado por Plinio Cruz em na categoria Counter Strike, Games |
Em Counter-Strike, os jogadores precisam escolher entre ser Terrorista ou CT (Contra-Terrorista) em uma das quatro situações a seguir:
- Resgate de reféns: quando os CTs precisam resgatar os reféns. Os Terroristas devem impedir que isso aconteça
- Bomba: quando os Terroristas precisam “plantar” uma bomba em um dos pontos específicos do mapa e os CTs devem evitar que isso aconteça ou ainda desarmar a bomba caso ela seja armada
- Fuga: quando os Terroristas precisam escapar dos CTs
- Assassinato: quando há um VIP que precisa ser protegido pelos CTs até um ponto de fuga. Os Terroristas precisam matá-lo
Essas situações são divididas em rodadas, nas quais ganha a equipe que realizar o seu objetivo naquela missão. Isso acontece em locais chamados mapas, que existem de variados tipos.
Durante essas situações, ganha-se dinheiro ao matar inimigos e/ou ao conseguir o objetivo da equipe no final da rodada. Perde-se dinheiro quando se mata participantes da mesma equipe, reféns (no caso dos CTs), entre outras maneiras.
O dinheiro é extremamente importante, pois é através dele que se compra as armas do jogo.
Enfim, se você nunca jogou Counter-Strike, o ideal é que você se familiarize com a movimentação do personagem, o que pode ser conseguido no jogo Half-Life, que usa o mesmo tipo de movimentos, apesar de ser um jogo com tema diferente.
Site Fliperama
Postado por Plinio Cruz em na categoria Cheat Codes, Games |
Cheat Codes: Começe o jogo com a seguinte linha de comando ( ou edite o atalho )”[drive e pasta]\mohaa.exe” +set ui_console 1 +set cheats 1 +set thereisnomonkey 1. No modo single player, durante o jogo tecle ~ para trazer o console, agora é só entrar com um dos códigos abaixo:
-
Invencível – dog
-
Saúde – fullheal
-
Todas as armas e munição – wuss
-
Modo “fantasma” – noclip
-
Remover alvo – notarget
-
Lista inventário – listinventory
-
Teletransporta para um coordenada indicada – tele [x y z coordenada]
-
Mostras a coordenada corrente – coord
-
Setar a saúde – health [numero]
-
Cometer suicídio – kill
-
Ganhar a arma desejada – giveweapon weapons/”[nome da arma]“.tik
Nomes das armas:
-
colt45
-
m2frag_grenade
-
p38
-
steilhandgranate
-
m1_garand
-
kar98
-
shotgun
-
bazooka
-
panzerschreck
-
bar
-
mp44
-
thompsonsmg
-
mp40
-
springfield
-
kar98sniper
Fonte: ddj – Dicas de Jogo