Postado por Plinio Cruz em 19 de janeiro de 2007 na categoria PHP, Programação |
Não, isso não é uma sopa de letrinhas ou uma pegadinha! Estamos aqui para apresentar uma ferramenta que é poderosa e pode dar um toque bem profissional ao seu site. A aplicação é para criar documentos com extensão e formato PDF de forma dinâmica, ou seja, é uma modo de impressão de página, que é profissional e oferece, de certa forma, uma proteção ao conteúdo impresso, pelo menos no que diz respeito a sua edição.
A ferramenta escolhida é o FPDF, por se tratar um simples arquivo PHP, que dispensa qualquer instalação e configuração em seu servidor, é muito simples e prático de usar. Seu guia de referência rápida será disponibilizado aqui no clube, em outra coluna, pois é extenso e você poderá imprimir caso queira utilizar com mais freqüência.
Você pode fazer o download da biblioteca completa no site do FPDF ou ainda direto no Clube da Informática.
Instalação
A instalação é simples, você pode instalar o arquivo fpdf.php e o diretório ‘font’ junto aos arquivos que irão usá-lo para geração, ou ainda em um diretório em separado, essa última opção eu não recomendo, pois dependendo do servidor você pode ter dificuldades para configurar.
A configuração ocorre no corpo da programação, antes de incluir o arquivo fpdf.php na rotina você terá que fazer um define:
define(‘FPDF_FONTPATH’,'/home/www/lib/’);
Onde “/home/www/lib/” é o diretório onde a bilbioteca foi instalada. Vamos fazer nosso tutorial sempre da primeira forma, ou seja, o arquivo PHP criado para os exemplos estará no mesmo diretório do arquivo fpdf.php.
Alô Mundo
Na informática, principalmente em programação, é uma tradição testarmos sempre um dispositivo de saída (vídeo, impressora, etc) com a frase “Alô Mundo”, não iremos fugir a tradição. Vamos criar um arquivo PDF de forma dinâmica e com o mínimo de recursos, ou seja, abrir o arquivo com a frase.
Veja as linhas de programação para isso:
require(‘fpdf.php’);
$pdf=new FPDF();
$pdf->AddPage();
$pdf->SetFont(‘Arial’,'B’,16);
$pdf->Cell(40,10,’Alô Mundo!’);
$pdf->Output();
Muito bonito, você deve ter visto o arquivo em PDF abrir e mostrar a nossa frase, mas como isso aconteceu? Vamos comentar todas as linhas e assim já mostrarmos algumas funcionalidades dessa biblioteca.
require(‘fpdf.php’);
Essa chamada é obrigatória, afinal sem a biblioteca nada acontece, lembrando que se você optou em colocar a biblioteca em outra pasta do servidor você deve antes da chamada definir o diretório com um define como já explicamos anteriormente.
$pdf=new FPDF();
Aqui você define a criação do seu FPDF, no nosso caso chamamos a função com os valores padrão. Nossa linha é interpretada pela biblioteca assim:
$pdf= new FPDF(‘P’,'mm’,'A4′);
O construtor vai preparar um arquivo PDF em formato Portrait (com a folha em modo retrato), usará como forma métrica o milímetro (mm) e o tamanho da folha será o A4. Você aqui poderá modificar os parâmtros, como: (L) para Landscape (página em modo paisagem), Letter e Legal para tamanhos de folha, e como forma métrica poderá optar por pt, cm ou in (pontos, centímetros e inches).
$pdf->AddPage();
Aqui você abre uma página, pois até o momento você só tinha definições, esse comendo acrescenta uma página a seu projeto.
$pdf->SetFont(‘Arial’,'B’,16);
Antes de colocarmos nosso texto, temos que definir seus parâmetros, nesse casso temos uma fonte Arial com tamanho 16 e em negrito, aqui representado pelo ‘B’ do inglês bold. Nós poderíamos utilizar o ‘I’ ou ‘U’ no lugar da parâmetro B, assim utilizando o Itálico ou sublinhado, respectivamente. Para usar a fonte normal, basta deixar o parâmetro vazio. Aqui vale o registro que a biblioteca utiliza somente as seguintes fontes: Arial, Times, Courier, Symbol e ZapfDingbats.
$pdf->Cell(40,10,’Alô Mundo!’);
Essa chamada forma uma célula, uma área retangular, com um texto dentro. Você pode utilizar alguns parâmetros nesse comando, veja:
-
$pdf->Cell(40,10,’Alô Mundo!’,1); O retângulo é desenhado
-
$pdf->Cell(40,10,’Alô Mundo!’,0,2); Sem desenhar o retângulo e na segunda linha
-
$pdf->Cell(40,10,’Alô Mundo!’,0,2,’C'); Sem desenhar o retângulo, na segunda linha e centralizado.
$pdf->Output();
Por último e não menos importante, o fechamento do arquivo, assim a biblioteca fecha o arquivo e deixa pronto para a leitura e com a barra de ferramentas do Adobe disponível para o usuário.
Para um primeiro contato avançamos consideravelmente. No próximo artigo falaremos sobre cabeçalho, rodapé, imagens e quebra de página. Um abraço.
Postado por Plinio Cruz em 4 de janeiro de 2007 na categoria Internet, Tecnologia |
Muitas dúvidas ainda existem sobre a Web 2.0, o pessoal do Clube foi procurar as definições e sites que expliquem o conceito, foi então que achamos um site digno da visita e exploração total o Web2.0 BR. O lugar está recheado de sites brazucas que são 2.0, além disso tem um concurso onde você vota no melhor site e pode indicar sites que ainda não estejam cadastrados.
O editor do site escreveu um artigo “Conceituando Web 2.0” que reproduzo aqui para nossos visitantes, com a palavra o editor:
Até hoje não se tem definido o que é a web 2.0. No fim do artigo sobre Web 2.0 da Wikipédia, até o momento não existe consenso sobre o que exatamente é a Web 2.0. Na história, só é possível analisar um fato histórico depois de algum tempo de acontecido e como a Web 2.0 está em construção, ele ainda não tem sua forma final. Nós estamos moldando a Web 2.0.
O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia: “Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”
Porém, para facilitar o entendimento do termo com uma visão brasileira, pedi ajuda a algumas pessoas envolvidas na web brasileira. Como são eles que constroem nossa Web 2.0, sua visão é essencial para uma resposta. Como o objetivo é uma resposta simples e objetiva, pedi a eles que limitassem a resposta a 128 caracteres. Não existe resposta certa ou errada, apenas diferentes pontos de vista. Ordenei conforme as repostas foram chegando. Obrigado a todos pela colaboração.
O resultado do que é a web 2.0, você confere abaixo:
“Melhor aproveitamento da inteligência coletiva e do poder de processamento da máquina cliente. Poder às pessoas.”
Marco Gomes – co-criador do boo-box
“A Web 2.0 representa a transição para um novo paradigma onde a colaboração ganha força suficiente para concorrer com os meios tradicionais de geração de conteúdo.”
Renato Shirakashi – criador do Rec6
“Mudança ocorrida na vida dos usuários que com a banda larga passam mais tempo on-line e exercem massivamente o potencial interativo da Internet.”
Carlos Nepomuceno – autor do livro Conhecimento em Rede
“Web 2.0 é um buzz word que define conteúdo gerado pelo usuário e com foco no compartilhamento de informações. Tudo regado a AJAX.”
Nando Vieira – criador do spesa
“Web 2.0 é um novo paradigma na utilização e criação de web sites mais participativos e colaborativos.”
Fabio Seixas – criador do Camiseteria
“Web 2.0 é o momento em que o mercado, por força dos usuários, voltou a dar importância para web depois do estouro da bolha.”
Paulo Rodrigo Teixeira – criador do 0BR
“Web 2.0 é o termo usado para identificar uma nova forma de navegar pela internet e, conseqüentemente, de desenvolver aplicações orientadas à esta nova geração de internautas.”
Diego Polo – criador do linkk
“Web 2.0 é como chamamos, depois de uma profunda análise histórica da web, um conjunto de práticas que ao longo dos anos provaram dar resultado.”
Gilberto Jr – criador do Outrolado
“A Web 2.0 aponta para uma mídia popular, independente de grandes corporações, recriada pelos seus próprios usuários.”
Frederick van Amstel – é mestrando em Tecnologia pela UTFPR e edita o blog Usabilidoido
“O registro dos fluxos de conversação entre usuários e o registro destes fluxos ao redor de aplicações.”
Mauro Amaral – editor do CarreiraSolo.org
“Ajax, redes sociais, CGM: as definições mais comuns pra Web 2.0, ou um jeito para se voltar a falar de internet? Para mim nada mudou, tudo evoluiu.”
Michel Lent – sócio-diretor da 10 Minutos
“Web 2.0 é buzzword, é fato que a internet está sofrendo transformações, mas precisamos rotulá-la para que essas mudanças tenham validade? Pra maioria da população mundial, que ainda está offline, essa é a Web 1.0.”
Edney Souza – editor do blog Interney
“Sinaliza uma fase na web onde se pratica a liberdade de falar e ser
ouvido. É uma consequência natural do desenvolvimento da internet.”
Vicente Tardin – editor do Webinsider
“Web 2.0 usa a web como plataforma de socialização e interação entre usuários graças ao compartilhamento e criação conjunta de conteúdo.”
Guilherme Felitti – repórter do IDG Now! e mestrando em Web 2.0
“Na web 2.0 não somos mais nômades caçadores-coletores: temos nome, plantamos conteúdo, colhemos conhecimento e criamos novos mundos.”
Rene de Paula Jr – projetos especiais, Yahoo! Brasil e editor do blog Roda e Avisa
“Alguém ouviu falar em TV 2.0 quando as transmissões passaram a ser coloridas ou via satélite?”
Marcelo Sant’Iago – presidente do Conselho Consultivo do IAB Brasil e mantém o blog Poucas e Boas.
E você? Qual a sua definição para a Web 2.0?
Vale a pena participar da discussão e do site que sempre está sendo atualizado com novos artigos e sites Web 2.0.
Postado por Plinio Cruz em na categoria Editorial, Internet, Marketing, Soluções |
Aumentar o tempo de permanência do usuário no site é uma métrica que vem ganhando importância na avaliação da performance – veja como garantir resultados mais rápidos com estas dicas.
Como você sabe, as métricas que apuram o tempo de permanência do visitante nos sites vêm ganhando importância, mostrando que cativar a atenção do visitante pelo maior tempo possível deve ser o objetivo maior de um site que visa gerar negócios. Como esta tendência é relativamente nova – afinal, institutos como Net/Ratings e comScore começaram a privilegiar estas métricas em suas avaliações há pouco tempo -, é preciso checar se o site realmente tem potencial para prender a atenção do cliente em sessões mais demoradas.
JumpExec faz uma coletânea de dicas que devem ser levadas em conta para alcançar este objetivo. Analise a situação do seu site e promova mudanças que serão importantes para sua estratégia:
Seu site não deve ser uma reprodução de um folder.
Seja original, invista em conteúdo – mesmo que seu negócio no mundo offline esteja indo muito bem, é importante adaptar a comunicação ao meio internet, pois o público online tem outras expectativas.
Você ainda não sabe? Conteúdo relevante é o segredo!
Isso é óbvio: textos e figuras de qualidade, se possível conteúdos de vídeo relacionados a seus produtos e serviços, e tudo isso organizado de forma consistente. Linguagem objetiva e clara é outro ingrediente indispensável.
Verifique a qualidade do seu desenvolvedor e diga claramente o que quer.
Antes de contratar alguma empresa para desenvolver seu site, não se esqueça de checar seus trabalhos anteriores, e ver se estes seguem o padrão de qualidade desejado. E, claro, converse bastante com ele: explique que você quer um site que use técnicas de otimização de busca orgânica, para facilitar a visualização do site nos resultados dos buscadores. E não se esqueça de procurar por alguém que lhe forneça um gerenciador de conteúdo amigável e fácil de operar.
Divulgue seus contatos offline.
Nunca se esqueça de colocar em seu site uma página “sobre nós” – afinal, seus potenciais consumidores online certamente querem saber a história de sua empresa. E, claro: não abra mão de publicar o telefone e e-mail de contato. Ter um site legal não o desobriga de manter canais de comunicação “convencionais” com seus clientes e prospects.
Mais informação, sempre!
Experimente, por exemplo, adicionar uma seção de “dicas” em seu site. Você certamente tem muito a dizer sobre seu produto ou área de ação, e escrever dicas que possam ajudar seus clientes pode fazer da leitura delas um hábito – e aumentar seus índices de fidelização. Pense nisso!
Promova interação entre seus visitantes.
Esqueça “livros de visita” e testemunhais. Prefira promover uma interação mais completa entre seus clientes com um fórum, por exemplo. Isso lhe trará certamente insights importantes a respeito do que eles pensam de sua marca, e que tipos de informação eles trocam entre si. Estas informações lhe credenciarão a entregar produtos ou serviços ainda melhores e que atendam às expectativas de seus clientes. Que tal fazer algo baseado no sistema de avaliações da Amazon.com, que é um paradigma desta estratégia, e um dos pilares dos conceitos Web 2.0?
Resposta rápida.
Responda a todo e qualquer e-mail enviado por seus visitantes. A atenção a este tipo de comunicação é vital, e gera confiança – mesmo se você não tiver como resolver a questão apresentada, saber que seu e-mail foi lido e mereceu atenção gera impacto positivo aos seus clientes. E você sabe: neste mundo Web 2.0, as informações circulam rápido: acompanhe este ritmo, portanto.
Não isole o seu website.
Inclua um feed de RSS em seu site, oferecendo conteúdo relevante sobre seu nicho de negócios. Desta forma, as pessoas se mantêm informadas sobre o mercado sem sair do seu site. Um widget sobre as novas do mercado também seria uma pedida, o que acha?
Não esqueça do FAQ.
Sim, FAQs ainda são necessários, pois economizam tempo de seus usuários e os ajudam a encontrar informações relevantes sobre seus produtos e serviços de forma rápida. Um bom FAQ aumenta a predisposição de seus usuários a voltarem para seu site.
Criatividade, sempre!
É seu website, então você pode usar da criatividade para promover seus produtos e serviços durante a navegação de seus clientes por ele. De novo: não trate seu site como se fosse um mero catálogo de produtos. Promova uma experiência marcante para sua audiência – com o approach correto, eles certamente voltarão, e falarão com entusiasmo sobre seu site com outras pessoas, e este, você sabe, é o melhor dos mundos.
E não só é o tal de stickiness que importa.
Sim, é a métrica da moda, mas não é a única realmente importante. O que mudou é a percepção de que seu site é mais eficaz quanto mais merecer o tempo de seus usuários em sua navegação. Ótimo, mas não se esqueça: elaborar um plano de métricas realmente relevantes para medir o desempenho do seu site é prioritário. Estime de forma correta o peso da métrica de permanência, e assim os “riscos” de que seu website realmente gere negócios aumentam bastante.
Por: Maristela Alves – Editora JumpExec
Gentilmente cedido por Jair Viegas (Blog Internet e Marketing)
Postado por Plinio Cruz em na categoria Colaboradores |
Jair Viegas é Desenvolvedor Web e trabalha na divisão de Digital Marketing da Agência Magic. Fale com o autor. Visite o Blog do Jair Viegas.
Postado por Plinio Cruz em na categoria Editorial, Internet, Marketing |
Antes de iniciar uma campanha de Links Patrocinados no Adwords por exemplo, precisamos entender o que o usuário esta buscando, o que ele quer. Como? Google Zeitgeist.
Aliás, marketing, tecnologia e conteúdo hoje em dia tem que andar alinhados. Vivemos uma época de geração de conteúdo, o usuário produz para os usuários e assim vai… Mas vamos voltar as palavras chaves dos nossos anúncios.
Um hotel por exemplo, quer escolher as melhores palavras chaves para o seu anuncio, o gerente geral deseja saber se as pessoas querem hotéis com cavalos ou hotéis com piscinas, para decidir aonde fará o investimento para a próxima temporada.
Vamos analisar no mês de julho de 2006 quais foram as palavras mais digitadas no Google:
-
copa do mundo
-
cristiano ronaldo
-
receita federal
-
rebelde
Um detalhe interessante aí, é que as palavras chaves têm sempre haver com o que esta acontecendo naquele período, como copa do mundo.
Outra ferramenta importante que o Google oferece é o Google Trends, essa aplicação monitora ao longo de todo o ano, as palavras mais digitadas pelos usuários em suas buscas.
Todas essas ferramentas unidas com um bom conhecimento de “encontrabilidade” (termo que retirei do livro Google Marketing) tendem a não falhar.
O que as empresas ainda não se deram conta, ou a maioria delas, é que a Internet é um poderoso instrumento de criação de marcas. Existem varios cases de empresas pequenas que hoje estão indo muito bem graças a suas boas ações de marketing digital.
Para concluir, eu diria que se você ainda não tem idéia de como a Internet poderia ajudar no seu negócio, diria que você não sabe nada de Internet. Precisamos usar a Internet como meio de mídia interativa, pois é isso que ela é, e não como uma TV ou Rádio. E sabe o melhor disso tudo? É que fazer Marketing na Internet é bem mais barato do que em outras mídias tradicionais, basta saber usar isso como um canal de comunicação interativo e assim através dele obter resultados.
Artigo gentilmente cedido por Jair Viegas – Blog Internet e Marketing