Conheça o TinkerTool

Postado por Plinio Cruz em 21 de janeiro de 2008 na categoria Mac OS, Utilitários | Seja o primeiro a comentar

Usuários de Mac familiarizados com o Mac OS sabem que a Apple esconde diversos ajustes finos e recursos no sistema operacional, garantindo uma experiência personalizada. Graças a certas ferramentas como o TinkerTool, usuários novatos também podem usufruir desses recursos.

Algumas características do TinkerTool (que é gratuito) tornam a interface mais atraente e personalizável, enquanto outras melhoram a performance do sistema ao mudar elementos gráficos, desligando animações. Se você quer mais controle sobre seu Mac, TinkerTool é a solução.

A sua versão do Mac OS determina as opções que o TinkerTool pode abrir para você. O aplicativo funciona com OS 10.2 até 10.4, e o desenvolvedor acredita que terá uma versão pronta para o Leopard 10.5, que sai no dia 26 de outubro.

Entre os melhores ajustes do TinkerTool estão as opções para desligar a animação do Dock e do Finder, que ocorrem quando você abre um arquivo, aplicativo, seleciona um item nos menus, e assim por diante. Desligar essas opções podem acelerar o Mac, principalmente se ele for um modelo antigo, ou com pouca memória RAM.

Se você é um usuário Mac que trabalha com redes ou drives compartilhados com Windows, provavelmente se lembrará do infame arquivo .DS_Store que o Mac OS cria nos volumes que montar. Com o TinkerTool, você pode evitar a criação destes arquivos. Adicionalmente, TinkerTool oferece outras opções para personalizar seu Dock; você pode colocá-lo no topo da tela (uma função escondida no Mac OS X por padrão), fazer os ícones ficarem transparentes e muito mais. E o TinkerTool oferece um mundo de opções para modificar o Safari, a forma que o Finder lida com arquivos de rede, ícones e avisos na tela, e mais.

Se você gosta do TinkerTool, você pode mantê-lo instalado por quanto tempo desejar. Caso resolva apagá-lo, é possível reverter todas as suas mudanças de acordo com os padrões do OS X, ou da maneira que elas estavam quando você começou a usar o programa.

Não pense que o TinkerTool executará tarefas de manutenção automaticamente – essa não é a sua função. O aplicativo auxilia na hora de personalizar o sistema operacional, e ele permite mudar diversas funções que usuários Mac costumam reclamar, como abrir arquivos PDF dentro do Safari ao invés do Preview, além de mudar a ordem dos itens de login. TinkerTool conserta ambos problemas, e muito mais.

Fonte: Por Alan Henry, PC Magazine

 

CNPJ – Validação no Delphi

Postado por Plinio Cruz em 17 de janeiro de 2008 na categoria Delphi, Programação | Seja o primeiro a comentar

 Um dos nossos artigos mais lidos é o Algoritmo de CNPJ, muitos visitantes gostam e aplicam os ensinamentos em seus programas, mas muitos tem dúvidas de como aplicar o algoritmo na sua linguagem de trabalho.

Alguns pedidos chegaram para nossa equipe, como o do amigo Hermes Ferreira que postou a sugestão no artigo do algoritmo: “Achei a forma muito prática para validação dos dígitos verificadores, no entanto gostaria que esta forma fosse explicada utilizando os argumentos da lógica de programação, tanto em VBA como em Delphi”.

Bom, em Delphi estamos colocando o código comentado e um pequeno software que mostra o funcionamento, fica aqui o pedido para algum dos nossos colaboradores ou visitantes fazer o mesmo em VBA. Vale o registro que em breve vou publicar o mesmo artigo para PHP.

Vamos lá.

/////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

//Função de validação da CNPJ

//Baseado no artigo Algoritmo CNPJ do Clube da Informática

//http://www.clubedainformatica.com.br/mostraartigo.php?artigo=63

/////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

function ValidaCNPJ(I:string): Boolean;

var

cnpj: array[1..15] of integer;

apoio: array[0..15] of integer;

f: integer;//para uso no for

total: integer;//para totalização dos valores

D1: integer;//primeiro dígito calculado

D2: integer;//segundo dígito calculado

begin

//Primeiro teste: o número de algarismos

if (Length(I)<>14) then result:=false

else

  begin

  //Antes do teste propriamente dito temos que montar a matriz com os

  //os algarismos do CNPJ e depois uma matriz apoio) que terá os números

  //que ajudarão a verificar so dígitos verificadores

  //

  //Monta matriz cnpj

  for f := 1 to 14 do

      begin

       cnpj[f]:=strtoint(I[f]);

      end;

  end;

  //Monta matriz de apoio

  apoio[0]:=6;//só será usada no cálculo do segundo dígito verificador

  apoio[1]:=5;

  apoio[2]:=4;

  apoio[3]:=3;

  apoio[4]:=2;

  apoio[5]:=9;

  apoio[6]:=8;

  apoio[7]:=7;

  apoio[8]:=6;

  apoio[9]:=5;

  apoio[10]:=4;

  apoio[11]:=3;

  apoio[12]:=2;

  //Começa cálculo do primeiro dígito verificador

  total:=0;//variável que conterá a soma da operação com os números

  for f := 1 to 12 do

        begin

          total:=total+(cnpj[f]*apoio[f]);

        end;

  D1 := total mod 11;

      if (D1<2) then D1:=0 else D1:=11-D1;

      if (D1<>cnpj[13]) then

        begin

          //Primeiro dígito verificador não confere

          Result:=false;

        end else

                begin

                 //Entrou aqui, então o primeiro dígito confere!

                 total:=0;

                 for f := 0 to 12 do

                        begin

                           total:=total+(cnpj[f+1]*apoio[f]);

                        end;

                 D2 :=total mod 11;

                 if (D2<2) then D2:=0 else D2:=11-D2;

                 if (D2<>cnpj[14]) then

                        begin

                           //Segunod digito verificador não confere

                           Result:=false;

                        end else Result:=true;

                 end;

 

end;

 

É lógico que existe outras formas de aplicar o algoritmo, essa eu achei fácil de demonstrar e fica disponível no software, já que é uma função, para ser usada a qualquer momento, é só chamar a função quando necessário.

um abraço!

Clique e faça o download do executável e os fontes

Plínio Cruz

Diretor do Clube da Informática

Borland Delphi – Curso Intermadiário

Postado por Plinio Cruz em 12 de janeiro de 2008 na categoria Delphi, Downloads, Programação | Seja o primeiro a comentar

Nosso colaborador Jackson Pires voltou para nos presentear com uma nova super apostila, continuação da sua primeira colaboração, o curso continua, portanto vamos ver o que vamos encontrar nesse segundo módulo, se você não leu a primeira parte clique aqui e confira.

Desenvolvendo Aplicações com Banco de Dados é o assunto desse segundo módulo, a apostila trata desde os tipos até a arquitetura do banco de dados e fala como trabalhar no Delphi, está muito objetiva, um guia para ser guardado. Leia um fragmento e comprove:

Tipos de Bancos de Dados

Servidores de Banco de Dados Relacionais variam na maneira em que as informações são armazenadas e na maneira em que elas são acessadas por vários usuários. O Delphi provê acesso a dois tipos de acesso à Servidores de Banco de Dados Relacionais.

- Servidores de banco de Dados Remoto residem um uma máquina separada. As vezes os dados provem de servidores de banco de dados remotos que nem sempre é única máquina, na maioria das vezes está distribuída em alguns servidores. Embora os servidores de banco de dados variem a forma de armazenar as informações, todos eles fornecem uma relação lógica comum aos clientes. È comum interface baseda em (Structured Query Language – SQL) . Por causa desse tipo de acesso usando SQL estes servidores também são chamados de SQL Servers. Exemplos de Banco de Dados Remoto que usam servidores SQL são InterBase, Oracle, Sybase, Informix, Microsoft SQL server, e DB2.

- Banco de Dados Locais residem em um drive local ou em uma LAN (Local Area Network). Frequentemente é usada API’s para acessar os dados. Quando são compartilhados por diversos usuários, usam mecanismos travamento baseados em arquivos. Por causa disso, às vezes são chamados de banco de dados baseados em arquivos. Exemplos de banco de dados locais são Paradox, dBASE, FoxPro, and Access.

Aplicações que usam banco de dados são chamados de “Aplicações de camada simples” porquê a aplicação compartilha apenas um sistema de arquivos. Aplicações que usam Banco de Dados Remoto são chamados de “Aplicações de duas camadas” ou “Aplicações de múltiplas camadas” porque a aplicação e o banco de dados operam independente do sistema (ou camada).

Para escolher um tipo de Banco de Dados para usar dependerá de alguns fatores. Por exemplo, seus dados já podem estar armazenados em um banco de dados já existente. Se você tiver que criar o banco de dados e suas tabelas você terá que considerar as seguintes questões.

- Quantos usuários estão compartilhando as tabelas? Servidores de Banco de Dados Remoto são designados para o acesso por diversos usuários ao mesmo tempo. Fornecem a sustentação para múltiplos usuários através de um mecanismo chamado transações. Algumas bases de dados locais (tais como interBase local) fornecem também a sustentação da transação, mas muitas fornecem somente mecanismos de travamento de arquivos, e algumas não fornecem nenhuma sustentação multiusuário.

- Qual a quantidade de dados que as tabelas armazenarão? Os usuários remotos da base de dados podem aramazenar mais dados do que bases de dados locais. Alguns usuários remotos da base de dados estão projetados para quantidades de dados de grandes armazenando quando outros estão otimizados para outros critérios (tais como updates rápidos).

- Que tipo de desempenho (velocidade) você requer da base de dados? As bases de dados locais são geralmente mais rápidas do que usuários remotos da base de dados porque residem no mesmo sistema que a aplicação da base de dados. Os usuários remotos diferentes da base de dados otimizadas podem suportar tipos diferentes de operações, assim se você pode quiser considerar o desempenho ao escolher um usuário remoto da base de dados.

- Que tipo de suporte estará disponível para o adminstrador da base de dados? As bases de dados locais requerem menos suporte do que usuários remotos da base de dados. Tipicamente, são menos cara operar-se porque não requerem usuários separados instalados ou licenças caras.

Agora clique no link a seguir e estude a apostila toda!

Clique aqui para fazer o download

Material gentilmente cedido por
Jackson Pires de O. S. Júnior

Guia do Clube para TV Digital – Última Parte

Postado por Plinio Cruz em 9 de janeiro de 2008 na categoria Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

Na continuação do nosso guia, vamos esclarecer dúvidas comuns para quem já comprou telas de LCD e Plasma, quem tem TV por assinatura e quebrar alguns mitos criados pela indústria de eletrônicos me relação ao assunto. Caso tenha alguma questão ainda que não ficou clara, pergunte que iremos achá-la para você. Confira:

 

6) Eu acabei de comprar um TV de plasma ou uma TV LCD? Elas estão prontas para a TV digital?

Não necessariamente. As TVs de LCD e plasma, em geral, possuem a definição mais adequada para a TV digital, o que significa que a imagem será melhor. Mas para receber o sinal digital será preciso adquirir o conversor ou set-top box. Além disso, para receber conteúdo em alta definição, o aparelho deve ser compatível com HDTV (High Definition Television), ou seja, trazer 1.080 linhas de resolução.

7) Toda TV Digital é de alta definição?

Não. A transmissão poderá ser digital com definição-padrão, que é semelhante à de um DVD.

8) Quantas TVs eu posso ligar no conversor?

Cada conversor suporta apenas um televisor.

9) Eu posso trazer o conversor do exterior?

Não, porque a tecnologia utilizada pelas redes de TV aberta é originalmente brasileira.

10) Eu sou assinante de TV Paga, tenho que comprar o novo conversor?

Depende. A NET afirma que suas caixinhas são compatíveis com o sinal de TV aberta; a Sky e a TVA devem lançar seus produtos compatíveis no ano que vem.

11)Todos os canais disponíveis na TV aberta hoje vão estar disponíveis de imediato em sinal digital?

Não necessariamente. Para migrar para o sistema digital, as emissoras terão que investir na troca de equipamentos, portanto provavelmente as empresas com mais recursos migrarão primeiro.

12)Se eu não comprar o conversor, não vou mais poder assistir a TV aberta?

Você poderá assistir normalmente a programação aberta na sua TV atual, pois a previsão de tempo para migração do sistema analógico para o digital é de 10 anos. Até lá, as emissoras são obrigadas a manter a transmissão analógica.

13) Eu não quero gastar nada agora, até quando eu terei o sinal analógico?

Até julho de 2016.

Fonte: Fórum SBTVD, Folha Online, IDG Now!, Info Exame e Globo.com

Final Cut Express HD

Postado por Plinio Cruz em 6 de janeiro de 2008 na categoria Aplicativos, Mac OS | Seja o primeiro a comentar

O Final Cut Express HD da Apple é uma suíte de alta performance que inclui versões mais simples dos três programas do Final Cut Studioo editor Final Cut, o aplicativo de legendagem LiveType e a ferramenta de produção de música em loops Soundtrack. Apesar dos usuários que migrarem do iMovie acharem a aprendizarem um pouco difícil, as únicas funções que devem sentir falta são editor WAV e a ferramente de redução de ruídos do Soundtrack Pro. Não é barata, mas é uma ótima suíte para adquirir.

Ao contrário do Premiere Elements, que a Adobe substancialmente remodelou para o consumidor, a Apple simplesmente cortou funções do Final Cut para produzir o Final Cut Express, assim os usuários irão encontrar a mesma interface profissional otimizada. A Apple também fornece o manual em DVD, em vez dos manuais em papel que vêm com o Final Cut que podem ser melhores.

A instalação é normal, típica de produtos da Apple, e os usuários que gostam da interface logo irão começar a cortar, dividir e sequenciar seus videoclips na ordem desejada. Eles também serão muito bem recompensados com as ótimas funções principais tais como sequenciamento aglomerado e seqüências múltiplas abertas, elegantes controles Edit Overlay, e até 99 faixas de áudio e vídeo. A Apple adicionou suporte total a key frame, que faltava nas versões prévias, o que aumentava a flexibilidade criativa. Outra nova função é a Dynamic RT (real time), que assegura que as prévias de áudio e vídeo são sempre mostradas na mais alta qualidade que o computador pode produzir.

As conversões expressas incluem HDV para o Intermediate Codec (AIC) da Apple, o que leva a taxa de dados a mais de 36GB/h, o triplo do HDV nativo quase. O AIC é um formato menor mas mais responsivo durante a edição do que o nativo HDV MPEG-2. Fiz a prévia de quatro streams HDV em picture-in-picture em tempo real em um MacBook Pro. Essa ótima performance mostra que você terá edição HDV responsiva mesmo em máquinas mais simples.

Por outro lado, a Apple removeu a função multicam do Final Cut Pro do Express, então você terá que editar streams múltiplos manualmente. O Express também não inclui o Compressor, a ferramenta altamente funcional de conversão em lotes da Apple. Mas o programa pode abrir projetos Final Cut Pro, uma boa conveniência, e fazer a renderização de nosso arquivo de teste de 3m para formato DV em 8m22s, quase o mesmo tempo que levou o Final Cut Pro.

As bibliotecas de texturas móveis do aplicativo de legendagem LiveType, as fontes e os efeitos de texto permitem que iniciantes criem rapidamente legendas de qualidade profissional. A única desvantagem é o fluxo de trabalho; para sincronizar sua legenda com o vídeo no background exatamente você terá que exportar um filme de referência do Express, importá-lo totalmente para o LiveType, criar e produzir sua legenda a partir do LiveType, e importar a legenda finalizada para o Express. Uma vez que você importa a legenda para o Express, no entanto, a edição completa simplifica as modificações.

Não gostamos muito do SoundTrack, onde a Apple reteve a capacidade de criar música baseada em loops mas removeu o editor WAV. Isso significa que não há acesso à poderosa função de remoção de ruído da Apple, a qual é ideal para a baixa qualidade de câmeras de vídeo que a maioria dos usuários não-profissionais possuem e os ambientes ruidosos em que fazem suas gravações.

O competidor mais próximo do Final Cut Express é o Adobe Premiere Elements, com interface mais atraente para o consumidor, melhor correção de cor, e melhor saída de arquivos, assim como ferramenta para autoria de DVDs integrada similar ao iDVD. Ainda assim, o Final Cut Express é uma ferramenta muito competente, especialmente considerando seu suporte à HDV, sua ferramenta de legendagem melhor integrada ainda que menos competente, e ainda que não possa abrir múltiplos projetos ou sequências. O Premiere Elements é apenas para o Microsoft Windows, enquanto que o Final Cut Express é para Macs, ainda que funcione tanto em PowerPCs como MacIntels.

Empresa: Apple

Preço US$299

Fonte: Yahoo.com.br

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