Guia do Clube para TV Digital – Parte 1

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Postado por Plinio Cruz em 5 de janeiro de 2008 na categoria Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

Procuramos, pesquisamos, perguntamos e montamos para você um guia completo sobre TV Digital, usamos várias fontes, pegamos o melhor de cada uma e as informações confirmadas pelos principais técnicos e sites da grande rede que tratam do assunto. Caso tenha alguma questão ainda que não ficou clara, pergunte que iremos achá-la para você. Confira:

 

1) O que é a TV analógica?

Tecnicamente falando, e de maneira simplificada, podemos dizer que a TV analógica forma a imagem e o som de modo contínuo. Por isso vemos hoje imagens com contornos borrados (principalmente nas partes coloridas), chuviscos provocados por interferências (secadores de cabelo , liquidificadores, motores de carros / motos de modelos mais antigos com ignição convencional, são exemplos bem conhecidos de todos), fantasmas, ruídos, distorções na cor da pele das pessoas, dificuldade para ler textos e números pequenos e, além de tudo, ouvir um som pobre, que às vezes até vem em estéreo. Mas quando falamos em TV analógica estamos nos referindo somente à transmissão, porque nos estúdios, praticamente todas as Emissoras já usam o formato digital. O telespectador é passivo (não interage com a mídia) e para assisti-la é necessário estar dentro de uma sala na hora que o programa vai começar.

2) O que muda com a TV Digital?

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Pedro Superti

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Postado por Plinio Cruz em 4 de janeiro de 2008 na categoria Colaboradores | Seja o primeiro a comentar

Pedro Superti é diretor da Agência Dynamo Publicidade Online, especializada em marketing de busca: consultoria de links patrocinados, otimização de sites e publicidade online. Com experiência de mais de 8 anos trabalhando com web e especialização no exterior, Superti presta serviços de consultoria e ministra palestras sobre publicidade online em mecanismos de busca para empresas e organizações em todo o país.

Como aumentar sua taxa de clique (CTR) em 30 minutos

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Postado por Plinio Cruz em na categoria Marketing & Negócios, Soluções | Seja o primeiro a comentar

Você utiliza anúncios de links patrocinados? Descubra como sua taxa de clique (CTR) pode determinar o fracasso ou sucesso de sua campanha – e o que fazer para aumentar seu CTR em apenas alguns minutos.

Para quem anuncia com links patrocinados há algum tempo, não é novidade o termo CTR (Click Through Rate) ou “Indice de cliques”, que mostra a média de visitantes que viram seu anúncio e decidiram clicar para saber mais.

Sistemas como o Google Adwords, quando determinam qual o custo que você vai pagar por clique, levam em consideração diversos fatores, com seu índice de qualidade da página e checagem de relevância, o que torna mais complexa o calculo de quanto você~e vai ser cobrado por suas-palavras chave.

Por este ser um fator muito importante, que serve para mostrar como as pessoas estão reagindo aos seus anúncios, se você conta com um bom ou alto nível de CTR, você pode ter aquela preciosa vantagem competitiva sobre os outros anunciantes, seus competidores. Tendo assim um melhor posicionamento de seus anúncios a um custo cada vez menor.

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Portable Apps

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Postado por Plinio Cruz em 3 de janeiro de 2008 na categoria Aplicativos, Soluções, Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

Quantas vezes você já teve que usar um computador que não era o seu habitual e se sentiu perdido, sem os programas a que estava acostumado, suas configurações de Internet e, caso não use um gerenciador de favoritos online, sua lista de links úteis? E, para quem trabalha ou estuda em instituições que não permitem que se instale nada nos computadores, quantas vezes se frustrou por não poder contar com um editor de imagem ou de áudio quando precisou deles?

Pois a chave para ambos os problemas é mais simples do que você imagina – pode até já estar ao alcance da sua mão, talvez aí mesmo, no seu bolso. Basta ter um pendrive, aqueles chaveirinhos de memória flash com um conector USB, de capacidade razoável (idealmente, um mínimo de 512 MB). E instalar nele um pacote de programas gratuitos chamado Portable Apps – o assunto deste tutorial.

Em tempo: quem tem um pendrive da Sandisk pode já ter recebido “de fábrica” um sisteminha semelhante, que a empresa chama de tecnologia U3. O objetivo final é o mesmo, mas como muita gente apaga o programa da Sandisk assim que pode e o Portable Apps acaba sendo uma opção mais democrática, inclusive por usar quase unicamente programas de código aberto, decidimos nos concentrar nele.

Qualquer pendrive serve, mas um de 512 MB é melhor

Existem três opções de download do Portable Apps, todas disponíveis no site do sistema: Base, Lite e Standard. O programa principal, que gerencia as aplicações portáteis, é igual em todas. O que muda são os programinhas incluídos em cada kit. Na versão básica, que ocupa só 1 MB de espaço, vem apenas o menu, a ferramenta de backup e as pastas personalizadas.

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