Amuse Bouche

Postado por Plinio Cruz em 22 de junho de 2008 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

A nova categoria do Blog ”Out of memory“ é um espaço para não falarmos de informática, afinal nem só de bits e bytes vive o pessoal da tecnologia, nós também somos amantes de arte, cultura e… gastronomia! Para inaugurar essa nova seção, nada melhor que escrever sobre a minha mais rescente experiência gastrônomica no Carême Bistro, da premiadíssima chef Flávia Quaresma. A Chef é formada pela sede do Cordon Bleu. É proprietária do Carême Bistrô, da cozinha-escola Q Criações Gastronômicas e do Quiosque que leva seu nome no shopping Rio Design Barra. Apresenta o programa Mesa pra Dois, no GNT, em parceria com o chef Alex Atala. Também é co-autora do livro Saboreando Mudanças, com a nutróloga Jane Corona.

A ida no bistrô foi despretenciosa e não estava nos planos da noite, estava com a minha esposa na rua e resolvemos concretizar o desejo antigo de conhecer o menu da chef Flávia Quaresma, pois bem, na chegada um local bonito, bem decorado, clima intimista e uma equipe super educada e atenciosa.

Começamos com o couvert, deliciosos pães da casa, atenção especial para o de nozes com damasco, acompanhados de manteiga e uma pasta de badejo com mateiga clarificada e mais uma gelada taça de espumante.

Salão do Carême Bistro

Salão do Carême Bistro

Em seguida pedimos risoto de alho poró com manjericão e pistache, file mignon acompanhado de tomate provençal e um purê de batatas gratinado com cebola. A carne estava excelente e acertamos nos acompanhamentos. Atenção especial para o Amuse Bouche do chefe antes do prato chegar a mesa, repolho roxo, queijo e redução de vinho, um mimo!

Após o jantar pedimos uma sobremesa com dicas excelentes do garçon Alex, torta de maçã invertida e loucura de chocolate. A torta de maçã estava deleciosa, a loucura de chocolate é um caso a parte. São seis pequenas porções das sobremesas de chocolate da casa, não dá para saber qual é a mais gostosa, foi de gemer, disparado a melhor sobremesa que já comi. Registro importante é o agrado do chefe antes da sobremesa, um copinho com um creme de banana delicioso e com gosto de quero mais.

No final satisfeito e maravilhado com a experiência gastrômica vivenciada e tendo como finalização o já conhecido café expresso com blend desenvolvido especialmente para o Bistrô, fui pego de surpresa novamente com o docinho que acompanhava o café, um macarron de chocolate cremoso e gelado! Fui embora sem saber o que tinha me deixado mais feliz naquela noite. Parabéns a Flávia Quaresma e sua eficiente equipe do Carême Bistrô.

Sony SR-10 Grava em Alta Definição

Postado por Plinio Cruz em 18 de junho de 2008 na categoria Gadgets, Multimídia, Reviews | Seja o primeiro a comentar

Sony Handycam HDR-SR10 com base na tecnologia AVCHD™, grava em Full High Definition 1920 x 1080, proporcionando nitidez e grande detalhamento de imagem, com a mais alta resolução disponível, sem interferir no tempo de gravação. Partilhando as tecnologias avançadas de imagem da linha de filmadoras da Sony, a SR10 agrega a função “Face Datection”, um sensor que permite a leitura com grande precisão, em alta velocidade do vídeo e da fotografia, ajustando automaticamente o Foco, o Controle de Cor e a Exposição da Face. “Este sistema consegue identificar até oito rostos no visor LCD de 2,7” – Touch Panel da câmera. Com essa função é possível obter uma aparência mais natural para as tonalidades de pele e controle de flash na tomada das fotos.

A HDR-SR10 possui também os sensores ClearVid™ CMOS com tecnologia derivada da Exmor™ para reduzir o ruído da imagem. Com a alta velocidade de processamento, a capacidade de redução de ruído do mecanismo de processamento Bionz™ e a otimização de faixa dinâmica, a nova filmadora cria vídeos de alta resolução e fotos que reproduzem cores naturais e riqueza de detalhes.

Outra característica importante da SR10 é a funcionalidade de gravação híbrida de filmes em cartões de memória Memory Stick PRO Duo™ opcionais, além do disco rígido de 40 GB. Tanto os filmes como as fotos (com resolução máxima de 4MP) podem ser transferidos do disco rígido para o cartão de memória nas câmeras sem utilizar um computador.

Como extrair a imagem de um CD (ISO) para o HD ?

Postado por Plinio Cruz em 17 de junho de 2008 na categoria Aplicativos, Tutorial | Leia o primeiro comentrio

 Uma forma simples para se extrair a imagem de um CD (seguindo o padrão de extensão “.ISO” – ISO 9660) é usar o programa “CD Anywhere” citado abaixo. De um modo geral, uma imagem “.ISO” é uma espécie de compactação de arquivos (assim como seria a compactação “.ZIP”, por exemplo).

A diferença é que uma imagem é cópia idêntica (fiel) de todo o conteúdo da origem a ser copiada (neste caso, o CD) – um tipo de “clone”. Uma vez criada a imagem de um CD e usando um recurso próprio para ler (ou gravar) essa imagem, será possível tratá-la como se fosse o próprio CD (ou um “CD virtual”, no caso da leitura do seu conteúdo no HD via “drive de CD virtual”) – o que não aconteceria se os arquivos do CD fossem compactados em um arquivo “.ZIP”, devido a diferença entre os padrões de compactação.

Um motivo para extrair a imagem de um CD é quando queremos executar o conteúdo deste CD direto do HD, sem ter que usar o drive de CD/DVD para isto. Outro exemplo seria para colocar essa imagem de CD na Internet para futuros downloads ou, ainda, para posteriormente criar um backup do CD original, gravando essa imagem em um CD em branco.

Como foi dito anteriormente, para ler o conteúdo da imagem de CD no HD é preciso usar um “drive de CD virtual”. E para criar e instalar um “drive de CD virtual” podemos usar também o “CD Anywhere”. Para saber como fazer isto, veja a resposta para esta dúvida: 112 – Como criar / instalar um “drive de CD virtual” ?

O “CD Anywhere Personal Edition” é de autoria de Alpeak Technology, Inc. A versão usada neste exemplo foi a 3.02.19. Para maiores informações e download, visite o site: http://www.alpeak.com/english/download.htm .

Após o download e instalação do programa, clique no atalho que será criado em na “Área de Trabalho do Windows XP” para que seja aberta a janela da figura 229.

Figura 229: CD Anywhere – Extraindo uma imagem de CD

Como podemos ver, com o “CD Anywhere” é possível realizar as seguintes tarefas: Extrair imagens de CD/DVD (através do “CD Image Creator”), converter outros formatos de imagem de CD para o formato “padrão ISO” (através do “CD Image Converter”), gerenciar o drive de CD/DVD virtual (através do “CD Anywhere Manager”) e gravar imagens em CD (através do “CD Burner”).

Para responder diretamente a esta pergunta (“pergunta 113″) precisaremos apenas nos concentrar no “CD Image Creator”. Logo, clicando nesta opção, será apresentada uma pequena janela na qual devemos escolher o tipo de origem a se extrair uma imagem. Em nosso exemplo, foi escolhida a opção “Create Program or Game CD Image” porque foi extraída a imagem de um CD de Dados (ou Programas). Em seguida, surgiu a janela da figura 230.

Figura 230: CD Anywhere – Extraindo uma imagem de CD

Na janela da figura 230, basta clicar em “Browse”, digitar o nome e escolher o local onde a imagem (que é um arquivo com extensão “.ISO”) será salva, clicar em “Salvar” e depois em “Start”. Feito isto, basta aguardar o botão “Start” ser transformado em “Finish” e clicar nele (isto será possível após o preenchimento de 99% de barra).

A partir daí a sua imagem de CD já estará disponível no HD (no local onde você escolheu para salvar) para ser acessada via “drive de CD virtual”, conforme explicado na resposta para a dúvida 112. Retorna para a lista de dúvidas

Richard Oliveira

Como é um HD (Disco Rígido) por dentro? E como funciona ?

Postado por Plinio Cruz em na categoria Hardware, Tecnologia | 3 Comments to Read

Como a maioria das pessoas já sabe, um HD (Hard Disc / Disco Rígido – Antes, conhecido como “Winchester”) é o componente de um computador no qual são armazenados (de forma magnética) todos os programas, arquivos e dados do usuário, isto é, sistema operacional, programas diversos, documentos pessoais, etc.

Ao contrário da memória principal (memória RAM – que é volátil, ou seja, os dados são perdidos após o desligamento do computador), o HD é conhecido como memória secundária (ou permanente), pois os arquivos/dados são gravados de forma definitiva (pelo menos, enquanto não ocorrer algum dano crítico no HD).

A importância do HD reside em sua grande capacidade de armazenamento aliada ao fator custo-benefício. No exemplo da figura 174, podemos ver um HD de 80 GB, da SAMSUNG, modelo SP0802N.

 

Figura 174: HD SAMSUNG 80 GB SP0802N – Parte de cima e fechado

O HD é lacrado em uma caixa metálica porque todo o seu mecanismo interno (disco, cabeça de leitura e gravação, etc.) deve estar isento de qualquer partícula de poeira. Caso contrário, ocorreriam problemas graves em curto espaço de tempo, devido ao seu alto nível de sensibilidade (e vulnerabilidade). Na figura 175, podemos ver a parte de baixo deste mesmo HD. Repare a placa lógica (verde) a qual controla o acesso ao disco. Na parte destacada em marrom, estão os conectores de: cabo flat (cabo de dados), cabo de força (energia) e jumpers de configuração (Master/Slave).

Figura 175: HD SAMSUNG 80 GB SP0802N – Parte de baixo e fechado.

Na figura 176, vemos um HD aberto e seus componentes internos.

Figura 176: HD SAMSUNG 80 GB SP0802N – Parte de cima, aberto e visto de outro ângulo.

Para que sejam feitas a leitura e gravação no “disco (ou discos) magnético (s)”, através de suas “trilhas” e “setores”, é preciso o deslocamento da “cabeça eletromagnética”. É por este motivo que existe o “braço”, pois é ele quem promove o deslocamento da cabeça de leitura e gravação até o ponto necessário. Observe as figuras 177 e 178.

O “Eixo” possui um motor que faz girar o (s) disco (s) em alta velocidade (medida em RPM – Rotação Por Minuto). Quanto maior a RPM, mais rápido será o HD (aliado a outros fatores que estão diretamente ligados a velocidade – como o modo de transferência Ultra DMA 5, por exemplo.).

O “Atuador” coordena o deslocamento do “braço” e, conseqüentemente, da “cabeça eletromagnética”. Cada “trilha” é identificada por um número, sendo a trilha mais externa ou mais distante (com relação ao “Eixo”) conhecida como “Trilha Zero ( 0 )”.

O “Registro Mestre de Inicialização” do HD é chamado deMBR (Master Boot Record), localizado na “trilha (cilindro) zero ( 0 ), cabeça zero ( 0 ), setor um ( 1 )”. Portanto, quando ligamos o computador, a primeira área do disco a ser lida é a MBR.

Figura 177: HD SAMSUNG 80 GB SP0802N – Parte de cima, aberto e visto de outro ângulo.

Figura 178: Ilustração de um HD com 4 discos – Visto de perfil.

Atenção: Na figura 177, foi feita uma ilustração (no disco) em cima de uma foto real para se ter uma melhor idéia de como é feita a organização física do disco ( Formatação Física ou de Baixo Nível – feita pelo fabricante do HD ), ou seja, a sua divisão entre “trilhas” concêntricas e “setores” radiais. O número de trilhas e setores (na realidade) é muito maior do que o ilustrado.

Como podemos ver, o disco é dividido em trilhas (circunferências amarelas) e as trilhas são divididas em setores (destacado em azul). Cada setor possui 512 Bytes.

Para descobrir a capacidade de um HD, podemos usar a seguinte fórmula: ” Capacidade = H * C * S * 512 “. Onde:

Capacidade = A capacidade total do HD;

H (Heads – Cabeças) = Ao número de Cabeças ( corresponde ao número de superfícies de cada disco );

C ( Cylinder – Cilindro/ Trilhas ) = Ao número Cilindros ( total de trilhas );

S ( Sector – Setor) = Ao número total de Setores do disco;

512 = Aos 512 Bytes correspondentes ao tamanho de cada Setor.

( Entenda ” * ” como sinal de multiplicação).

OBS: A formatação que usamos é chamada de Formatação Lógica, isto é, a gravação no disco de informações sobre o “Setor de Boot (que é a trilha zero de cada partição responsável por iniciar o sistema operacional)”, o “Sistema de Arquivos (FAT32, NTFS, etc.)”, a Lista de Diretórios ( Pastas ) e a Área reservada para gravação de dados. Todas essas informações a serem usadas pelo Sistema Operacional escolhido. Isto é o que acontece quando usamos o comando “Format”, por exemplo.

Note que o “Setor de Boot” existe independentemente do “MBR”, inclusive, existe mais de um “Setor de Boot” quando existe mais de uma partição no HD (exemplo: drive lógico D, E, F, etc.). Por esse motivo, é que se torna possível a instalação de mais de um Sistema Operacional no mesmo HD, mantendo deste modo, um “Gerenciador de Boot” no “MBR”.

Quando se fala disco de maior “Densidade” significa dizer que o “disco” tem capacidade para armazenar um maior número de “trilhas” e “setores” em um mesmo espaço físico (algo parecido com o CD e DVD – no que diz respeito ao mesmo tamanho físico, porém com capacidade de armazenamento bem diferente).

Bom, para um esclarecimento básico sobre esta questão, creio que as informações acima já atendem bem as necessidades. Mas saiba que isto não é tudo, pois existem outras informações sobre os HDs.

Para facilitar um pouco mais o seu entendimento, fiz um pequeno vídeo (de 5 minutos, com tamanho de 3.8 MB) chamado “hd_aberto_win98.flv“, o qual demonstra o funcionamento do HD citado acima, aberto e executando o “Desfragmentador de disco do Windows 98″ (se você não sabe o que é “Desfragmentador de disco”, veja a resposta para a dúvida ” 89- O que é Desfragmentador de disco ? “). Acho muito válido assistir esse vídeo, principalmente depois de ter lido a resposta para estas dúvidas. A questão de se ter usado o Windows 98 foi simplesmente opcional, ou seja, poderia ter sido com o Windows XP ou qualquer outro sistema.

O formato do vídeo original foi convertido para “.FLV (FLash Vídeo)”. É o mesmo formato encontrado nos vídeos disponíveis no Site YouTube. A qualidade da imagem teve que ser um pouco “sacrificada” para que o arquivo não ficasse muito grande, no sentido de facilitar o download.

Sendo assim, estou dispondo tanto o vídeo como ensinando a baixar e usar um Player chamado “Riva FLV Player”. Como o próprio nome indica, é feito para vídeos no formato “.FLV“. Para saber como baixar e usar o “Riva FLV Player”, veja a resposta para a dúvida ” 99- Como assistir um vídeo “.FLV” estando fora da Internet ? “. Para baixar o vídeo, clique aqui: hd_aberto_win98.zip e descompacte o arquivo “.ZIP” para extrair o “.FLV”.

Richard Oliveira

América Móvil e Apple trazem o iPhone 3G para a América Latina em julho

Postado por Plinio Cruz em 10 de junho de 2008 na categoria Gadgets, Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

A América Móvil, provedor líder de serviços móveis na América Latina, e a Apple anunciaram hoje que o iPhone 3G estará disponível na América Latina, começando pelo México (Telcel) a partir de 11 de julho. O iPhone também poderá ser encontrado em outros países onde a América Móvil provê serviços como Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Colômbia, Peru, Equador, Republica Dominicana e países da América Central.

O iPhone 3G combina todas as revolucionárias características do iPhone com as vantagens da tecnologia 3G, com o dobro da velocidade da primeira geração do iPhone. Além disso, possui o software iPhone 2.0 que inclui o suporte para Microsoft Exchange Active Sync e que suporta centenas de aplicações desenvolvidas com o recentemente lançado iPhone SDK. 

O iPhone 3G estará disponível no México a partir de 11 de julho e, no segundo semestre, nos demais países, distribuído pela América Móvil. No Brasil, a expectativa é que o iPhone esteja disponível no segundo semestre.

Fonte: Sala de Imprensa da Claro

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