Postado por Plinio Cruz em 28 de fevereiro de 2009 na categoria Aplicativos, Soluções |
ISBN 13 Digitos no CorelDRAW X3
A ISBN (International Standard Book Number) para aumentar a capacidade de cadastros de livros e softwares instituiu que a partir de 01/01/2007 só vai operar com o sistema ISBN de 13 dígitos e não serão mais aceitos para inclusão no sistema, números de ISBN com 10 dígitos (exceção para as publicações com ano de edição 2006 que já foram editadas/ publicadas no ano de 2006).
Segue então algumas dicas para a criação de Códigos de Barra ISBN de 13 dígitos no corelDRAW X3.
- Com um documento existente ou novo documento aberto no CorelDRAW X3 clique no menu Editar / Inserir código de barras:
- Escolha no menu, o formato ou padrão industrial a ser utilizado.
- Para o padrão ISBN de 13 digitos, digite os primeiros 9 numeros.
- Confira o digito verificador e clique em Avançar.
- Clique em Avançadas, selecione 978 anexado e OK.
- Clique novamente em Avançar e na próxima janela teremos as propriedades do texto do código de barras.
- Clique em Concluir.
Dica*
Para editar totalmente o Código de Barras:
- Clique com o botão direito do mouse na imagem do código de barras, depois em copiar.
- Cole a imagem usando o menu Editar/Colar Especial e na janela selecione a opção Picture (Metafile).
- Pronto, é só desagrupar a imagem e todos os objetos estão separados.
Saiu no nite www.bn.br/isbn
ISBN 13 DÍGITOS
O QUE VAI MUDAR? A PARTIR DE 01 DE JANEIRO DE 2007 O ISBN PASSARÁ A TER 10 DÍGITOS?
Não. A nova numeração será precedida pelo número 978, que irá identificar o produto livro e o número de controle será recalculado.
PREFIXOS EDITORIAIS
Continuarão os mesmos.
COMO FICARÁ A NOVA NUMERAÇÃO?
ISBN 978 – 85 – 333 – 0398 – X
O QUE FAZER ?
Converter o ISBN de 10 dígitos para o formato 13 dígitos até dezembro de 2006(incluindo os publicados no ano de 2006).
Todos os livros publicados a partir de 01/01/2007, já sairão com os 13 dígitos.
POR QUE SERÁ ALTERADO ?
Para aumentar a capacidade do sistema, devido ao crescente número de publicações, com suas edições e formatos.
QUE IMPLICAÇÃO TERÁ A MUDANÇA PARA O ISBN – 13 ?
Ela afetará todas as entidades que utilizam o ISBN: editores, livreiros, bibliotecas, distribuidores…
POR QUE ESTA SOLUÇÃO ?
Ela foi adotada porque nos livros já aparecem o ISBN de 10 dígitos e o seu equivalente de 13 dígitos no código de barras.
Quando o “prefixo 978″ se esgotar, será adotado o “prefixo 979″, que ocorrerá nova mudança de prefixo editorial para os Editores.
OS NOVOS ISBNs TERÃO DE SER ATRIBUÍDOS A PUBLICAÇÕES JÁ EDITADAS ? NÃO.
Nos livros, o ISBN e o código de barras deverão ser alterados apenas quando houver uma reimpressão.
PODERÃO OS EDITORES REUTILIZAR ISBN DE 10 DÍGITOS PARA NOVAS PUBLICAÇÕES ADICIONANDO O “PREFIXO 978″?
NÃO.
Ao ser adicionado o “prefixo 978″ a um ISBN anteriormente utilizado, não se obtém um novo ISBN, pois, o dígito verificador muda.
A PARTIR DE 01 DE JANEIRO DE 2007, SERÁ POSSÍVEL A UTILIZAÇÃO COMERCIAL UTILIZANDO ISBN DE 10 DÍGITOS?
A partir de 01/01/2007 o ISBN terá que ter 13 dígitos.Todos os sistemas automatizados terão de estar adaptados ao novo sistema.
A parte comercial não trabalhará mais com os 10 dígitos.
No período de transição, ou seja, entre 01 de janeiro de 2006 até 31 de dezembro de 2006, poderá trabalhar com os 10 dígitos e também com o de 13 dígitos.
O QUE ACONTECERÁ COM OS ISBN s QUE JÁ FORAM ATRIBUÍDOS E AINDA NÃO FORAM UTILIZADOS ?
Os Editores deverão continuar a usar estes ISBNs até acabarem, mas, deverão converte-los para o formato 13 dígitos, antes de 01 de janeiro de 2007.
AS PUBLICAÇÕES PODERÃO SER IMPRESSAS COM ISBN 10 DÍGITOS E ISBN 13 DÍGITOS?
A) Nas publicações que serão editadas a partir de 01 de janeiro de 2007, deverá ser impresso somente o ISBN 13 dígitos;
B) No processo de transição, o editor poderá editar a publicação com:
- ISBN 10 digitos e com ISBN 13 dígitos;
- NO VERSO DA FOLHA DE ROSTO, de modo que nas futuras reimpressões, a partir de 01/01/2007, o ISBN de 10 dígitos não deverá ser utilizado.
EX:
- ISBN 978 – 85 – 333 – 0398 – 0 (13 dígitos)
- ISBN 85 – 333 – 0398 – 0 (10 dígitos)
COMO SERÁ ATRIBUÍDO ISBN PARA LIVROS ELETRÔNICOS? O ISBN 13 dígitos é atribuído a qualquer formato de publicação, dentro das normas para atribuição de ISBN.
OBSERVAÇÕES
- livros com edição de 2006
- deverão ser editados com ISBN de 10 dígitos e também com de 13 dígitos (ambos deverão constar no verso da folha de rosto);
- livros com edição de 2007
- só poderão ser editados com ISBN de 13 dígitos.
ATENÇÃO:
A AGÊNCIA BRASILEIRA DO ISBN NÃO RECONHECERÁ ISBN DE 10 DÍGITOS ATRIBUÍDOS PARA LIVROS COM EDIÇÃO DE 2007.
Postado por Plinio Cruz em 27 de fevereiro de 2009 na categoria Hardware, Rede, Tutorial |
Se você tem dois ou três computadores em casa ou em seu escritório, certamente tem interesse em conectá-los em rede para compartilhar impressoras, arquivos e a conexão à internet. Para isso, a ação mais comum é a criação de um cabo crossover ou de um cabo direto. Este tutorial ensinará como criá-los.
Itens necessários
Neste tutorial, o InfoWester fará uso dos seguintes itens para a montagem (ou crimpagem) de cabos crossover e direto:
- Alicate de crimpagem;
- Conectores RJ-45;
- Cabo UTP padrão CAT 5 (tamanho variável de acordo com a necessidade).
O alicate de crimpagem é usado para prender as pontas do cabo UTP aos conectores RJ-45. Estes, por sua vez, são conectados à placa de rede do computador ou ao hub/switch.

Cabo crossover ou cabo direto?
Quando queremos montar um cabo para interligar dois computadores, não precisamos utilizar dispositivos como hubs, já que pode-se ligar uma máquina à outra diretamente. Neste caso, o cabo do tipo “crossover” (cruzado ou invertido) deve ser utilizado.
Por outro lado, quando três ou mais computadores devem ser interligados, um equipamento como o hub se mostra ideal. Neste caso, é necessário criar um cabo para cada computador e conectá-los ao hub. No entanto, o cabo tipo crossover não serve a esse propósito, devendo ser utilizado o cabo do tipo “direto”, também conhecido como “patch cable”.
Em resumo, para ligar computador a computador, usa-se cabo crossover. Para ligar computador a hub, usa-se cabo direto. A diferença entre eles é que o cabo crossover tem a disposição de seus fios de maneira diferente em uma ponta em relação à outra, enquanto que o cabo direto tem a disposição dos fios iguais em cada extremidade.
OBS.: o cabo crossover também deve ser usado quando é necessário conectar um hub a outro.
Um pouco mais sobre o cabo
O cabo UTP é um dos mais usados para a criação de redes de computadores baseadas em fios. Seu desenvolvimento foi fruto dos trabalhos da Electrical Industrial American (EIA) e da Telecomunications Industrial American (TIA), que pesquisaram o desenvolvimento de um meio de comunicação eficiente para redes. Após essa definição, a Bell Laboratories trabalhou no desenvolvimento do cabo UTP (Unshilded Twisted Par).
Nas redes padrão Ethernet praticamente são só usados cabos UTP CAT 5. Isso quer dizer que esse tipo de cabo é composto por quatro pares de fios e opera à freqüência de 100 MHz.
A foto abaixo mostra os pares de fio. Repare que eles são combinações das cores laranja, azul, verde e marrom com correspondentes na cor branca. Assim, um fio na cor azul tem como par um fio nas cores azul e branco. Um fio na cor verde tem como par um fio nas cores verde e branco, e assim por diante:
É mais comum encontrar cabos UTP com revestimento na cor azul, no entanto, não é difícil encontrar cabos em outras cores.
Montando o cabo direto
O primeiro passo para montar o cabo consiste em tirar parte do revestimento (em cerca de 1 cm) das extremidades do cabo, deixando expostos os fios. Para isso, deve-se usar um alicate de corte (alguns alicates de crimpagem contam com esse recurso, como o modelo usado neste tutorial), mas tome cuidado para não cortar os fios. Em seguida, deve-se colocá-los na seguinte ordem:
Essa seqüência é conhecida como norma EIA/TIA 568A.

Após a realização desse passo, é necessário encaixar o conector RJ-45, tomando-se o cuidado de fazer com que cada fio entre no orifício correspondente. Para isso, segure o conector firmemente em uma mão e a ponta do cabo na outra. Insira os fios vagarosamente, certificando-se de que nenhum ficou pelo caminho.
Se ao atingir o final do conector você notar que algum fio tem alguma diferença de tamanho ou está mais atrás em relação aos outros, refaça o procedimento. Os fios devem ter o mesmo tamanho e todos devem chegar ao final dos orifícios do conector.
É muito importante que o revestimento do cabo também entre no conector. Do contrário, será mais fácil ocorrer o rompimento dos fios. A figura ao aldo mostra essa situação.
Após ter certeza de que o cabo está devidamente inserido no conector, é hora de crimpar. Para isso, coloque o conector dentro do espaço correspondente do alicate de crimpagem (consulte a folha de instruções que acompanha o produto para não errar). Segure o cabo com uma mão e com a outra pressione o alicate. Após o cabo estar relativamente preso, reforce o procedimento apertando o alicate com as duas mãos. Aperte bem, mas tome cuidado para não exagerar e danificar o conector.

Se você notar algum problema após crimpar o cabo, não será possível tirar o conector. A saída é cortar o cabo nesse ponto e repetir todos os passos.
O cabo direto tem as duas pontas iguais, logo basta repetir os procedimentos acima para a outra ponta. Se tudo se sair bem seu cabo direto está pronto para ser usado!
Montando o cabo crossover
O cabo crossover deve ter uma ponta no padrão EIA/TIA 568A. Logo, faça os procedimentos do tópico anterior em um dos lados do cabo.
Feito isso, na outra extremidade, é necessário que os fios sejam posicionados no conector RJ-45 na seguinte ordem:

Essa seqüência é conhecida como norma EIA/TIA 568B.
Concluídos esses passos, o cabo crossover estará pronto para o uso.
Finalizando
Nas primeiras vezes que você crimpar um cabo, certamente sentirá alguma dificuldade. É possível que você tenha até que refazer alguns passos. Se isso ocorrer, não se preocupe, é normal. Com a prática, você dominará o assunto rapidamente.
Por fim, segue uma dica: se você passar a fazer crimpagem de cabos com freqüência, é bastante recomendável usar um aparelho conhecido como testador de cabo. Nele, você conecta as extremidades dos cabos e o aparelho indicará se o cabo está perfeito ou se apresenta alguma falha. Existem vários modelos desses dispositivos, por isso, procure uma loja especializada para escolher um que lhe atenda. Bom trabalho!
Fonte: InfoWester
Postado por Plinio Cruz em 26 de fevereiro de 2009 na categoria Aplicativos, Segurança |
Apesar do “Windows XP” ter o seu próprio recurso de segurança através da criptografia (proteção através de escrita secreta e senha) de arquivos e pastas, considerei mais interessante citar outro exemplo de como proteger arquivos e pastas usando um programa de criptografia chamado “AxCrypt”. Este programa é gratuito e pode ser encontrado neste endereço: http://axcrypt.axantum.com/
De um modo geral, quando falamos em criptografia, devemos ter em mente o algoritmo usado e o número de bits envolvidos neste processo. Quanto maior for o número de bits, aliado a um bom algoritmo criptográfico, melhor.
O “AxCrypt” é um bom programa, pois trabalha com 128 bits e o algoritmo AES (que é um Algoritmo Avançado de Criptografia). Acredito que ele atenda bem as necessidades de um usuário comum que esteja preocupado em ter, pelo menos, o mínimo aceitável de segurança. Por isso, foi escolhido para ser citado aqui. Mas, saiba que existem programas mais avançados, ou seja, que trabalham com “criptografia mais forte”, como o PGP, por exemplo.
OBS: Para saber mais sobre criptografia e alguns algoritmos criptográficos, clique nos links abaixo:
http://www.richard.eti.br/duvidas59.html
http://www.richard.eti.br/duvidas86.html
A versão mais atual que encontrei do “AxCrypt (de autoria de Svante Seleborg)” foi a “1.6.4.4″. Após o download do “AxCrypt-Setup.exe”, é recomendável sair da Internet e fechar todas as janelas e programas que possam estar abertos. Então, clicando neste arquivo, será dado início à instalação, conforme figura 399. Basta clicar em “I Agree”….
Figura 399: Instalação do AxCrypt 1.6.4.4
Na janela da figura 400, você poderá decidir se deseja ou não receber notificações sobre atualizações. No exemplo abaixo, foi marcada a opção de não receber – já que preferi fazer isso de modo manual. Em seguida, clicar em “Next”…
Figura 400: Instalação do AxCrypt 1.6.4.4
Observe, na figura 401, que foi feita a pergunta se desejamos ou não enviar uma informação sobre a configuração de idioma para a “Axon Data (de onde foi feito o download do programa)”. Não é necessário aceitar. Fica a seu critério…
Figura 401: Instalação do AxCrypt 1.6.4.4
Figura 402: Instalação do AxCrypt 1.6.4.4
Na janela da figura 402, clique em “Finish” para concluir a instalação. Observe que o programa pede para reiniciar o computador.
A partir deste ponto, toda vez que você iniciar o “Windows Explorer” e precisar proteger arquivos e pastas, bastará usar o botão direito do mouse para acionar o “AxCrypt”. Veja um exemplo na figura 403.
Figura 403: Usando o AxCrypt 1.6.4.4
No exemplo da figura 403, o “AxCrypt” foi usado para criptografar a pasta “Meus_documentos”. Lembre-se: Para criptografar uma pasta, clique com o botão direito do mouse sobre a mesma. No menu que surgir, aponte o ponteiro do mouse para “AxCrypt” para que apareça outro menu (caso não apareça, dê um clique em “AxCrypt”). Este segundo menu é o menu do “AxCrypt” (que começa com “Encrypt” e termina com “About” ).
Clicando em “Encrypt”, surgirá a janela da figura 404, aguardando a digitação da “senha”, ou melhor, da “frase senha”. Logo, digite a “frase senha” em “Enter passphrase”, confirme (digite novamente) em “Verify passphrase” e clique em “OK”. Após alguns instantes, você verá que todos os arquivos da pasta criptografada estarão com a extensão ” .axx “ e com o ícone de “um pequeno bloco com chave uma vermelha”.
Figura 404: Usando o AxCrypt 1.6.4.4
Para descriptografar a pasta, basta repetir o processo acima, mas clicando em “Decrypt”. Para descriptografar apenas um arquivo, repita o processo, clicando com o botão direito do mouse no arquivo escolhido.
Repare que quando este processo for aplicado a um arquivo isolado, existirá a opção “Open” que permitirá abrir este arquivo sem que seja preciso descriptografá-lo.
Repare ainda, na figura 403, que existem as seguintes opções:
“Encrypt a copy” – Faz uma cópia do arquivo e criptografa esta cópia (opção perigosa e sem sentido se os arquivos forem ficar no mesmo computador, pois um ficará criptografado e o outro não);
“Encrypt copy to .EXE” - Criptografa o arquivo com extensão “.EXE (também conhecida como “Auto-Extração Segura”)”. Esta opção é útil quando o arquivo for copiado para um computador que não possui o “AxCrypt” instalado;
“Rename” - Altera o nome do arquivo criptografado com uma codificação própria, no sentido de dificultar a identificação do mesmo. Ao descriptografar o arquivo, o nome original será restaurado;
“Clear Passphrase Memory” - Limpa a “frase senha” da memória (“Área de Transferência”);
“Shred and Delete” – Retalha e Deleta o arquivo. Este método é mais seguro que o tradicional “deletar com shift” ou “limpar a lixeira do Windows” porque primeiro o arquivo é “retalhado” para depois ser apagado.
OBS: Caso um arquivo com a extensão “.axx” seja copiado para outro computador, será necessário que este outro computador também tenha o “AxCrypt” instalado para “descriptografar” o referido arquivo. Como visto acima, criptografar com a extensão “.exe” é útil em situações como esta.
Richard de Oliveira
Postado por Plinio Cruz em na categoria Hardware, Notícias |
A HP está introduzindo no mercado nacional uma multifuncional voltada para o consumidor doméstico com funções inéditas no mercado brasileiro. A HP Photosmart Premium Fax tem função wi-fi, que permite aos usuários imprimirem de qualquer computador de qualquer lugar da casa. Com conectividade Bluetooth também integrada, o equipamento ainda oferece a possibilidade de impressão a partir de dispositivos que contam com esta tecnologia como celulares, smartphones, PDA’s e laptops.

HP Photosmart Premium
A Multifuncional HP Photosmart Premium Fax tem função que permite a impressão diretamente nos mídias de CDs e DVDs. “A função de impressão diretamente nas mídias pode ser especialmente interessante para usuários que compram suas músicas online e gravam CDs, mas até então não havia meios de personalizá-los. Mais do que isso, qualquer pessoa pode agora imprimir nos seus CDs e DVDs, num mundo onde, até então, só existiam canetas especiais para escrever sobre eles”, afirma Luís Tedesco – Gerente de Desenvolvimento de Mercado para Imagem e Impressão. “Back-ups de vídeos, músicas e dados agora podem ser identificados de maneira mais profissional e organizada”, conclui.
A HP Photosmart Premium com Fax detém também as funções de impressora, fax, scanner e copiadora. Nela também é possível editar, ver e imprimir fotos com facilidade, sem necessitar de um PC, utilizando uma tela colorida e os slots para cartões de memória.
Postado por Plinio Cruz em 25 de fevereiro de 2009 na categoria Delphi, Programação, Tutorial |
A bilbioteca ZeosLib (download) é uma conjunto de ferramentas para você ter uma conexão nativa com banco de dados, ou seja, uma conexão sem drivers auxiliares como o ODBC. Isso agiliza a programação, deixa a instalação do seu sistema fácil e o mais importante, deixa seu sistema mais rápido.
O ZeosLib é OpenSource e gratuito, sua instalação não é das mais simples, mas também não é um bicho de sete cabeçcas, é mais uma receita de bolo, basta seguir os passos sem pular “nenhum ingrediente” e pronto, está instalado para a utilização.
Então faça o download do arquivo compactado e descompacte em um diretório vazio de sua preferência, guarde lá e vamos para o primeiro passo: Vá até a pasta “Zeos\Lib\MySQL” na diretório onde você descompactou a bilbioteca e os arquivos que lá você encontrar (libmsql40.dll, libmysql21.dll, libmysql320.dll, libmysql323.dll) faça uma cópia para a pasta system32 do diretório de instalação do Windows.
Agora abra o Delphi, aqui utilizaremos a versão 7, mas se aplica as outras também, deixamos aqui o site disponível para os visitantes que já instalaram em outras versões e encontraram alguma diferença, que deixem sua dica aqui.

Figura 01
Em seguida clique no menu “Tools”, “Enviroment Options” na janela que se abre escolha a aba ”Library”. Na tela surgirá detalhes de instalação da bibliotecas. A primeira opção “Libraty Path” é responsável pela escolha do diretório da nova bilbioteca, clique no botão “…” para você escolher os diretórios. (Figura 02)

Figura 02
Nessa tela utilize novamente o botão “…” para localizar os diretórios (Figura 03) que interessam a nossa instalação. Na tela que se abre localize o diretório que você descompactou sua bilbioteca e ache o diretório src, nele você encontrará os subdiretórios; component, core, dbs, parsesql e plain. Selecione o primeiro “component” clique ok e voltando para a tela da Figura 02 clique no botão Add. Você verá o endereço ser registrado no quadro acima.

Figura 03
Esse processo será repetido com todos os diretórios da pasta “src”, ou seja, core, dbs, parsesql e plain, nessa ordem. Feito isso agora vamos para a instalação da biblioteca propriamente dita. Clique em “ok” e volte a tela principal do Delphi e proceda como se fosse abrir um projeto.
Clique em “File”, “Open Project” e localize na pasta da biblioteca o subdiretório “packages” e em seguida a pasta referente a sua versão, no nosso caso, Delphi 7 e clique no arquivo ZeosDbo, em seguida OK e a tela “Project Manager” vai aparecer com o conteúdo do projeto, que não por coincidência são os nomes dos diretórios que determinamos no processo anterior.

Figura 04
Agora teremos que fazer o mesmo processo para cada um dos arquivos que aparecem e pela ordem. Clique com o botão da direita sobre o primeiro arquivo “ZCore.bpl” (Figura 04) no menu de propriedades que aparece, clique em “Compile”, aguarde o cursor da ampulheta parar, pois nesse momento os arquivos da ferramenta estão sendo compilados e dependendo do computador essa tarefa pode demorar alguns segundos.
Em seguida clique novamente com o botão direita sobre o mesmo arquivo “ZCore.bpl”, a mesma tela de propriedades se abrirá (Figura 04), dessa vez você escolherá a função “Install”, feito isso aparecerá uma tela de aviso sobre a instalação correta da ferramenta, clique “Ok” e faço o mesmo processo para os outros arquivos e lembre-se, na ordem que aparecem.

Figura 05
No último arquivo “ZComponent.bpl”, referente a instalação dos ícones e ligações da bilbioteca, você receberá a mensagem da Figura 05, que ocorrendo tudo perfeitamente mostra as ferramentas instaladas, clique ok e sua bilbioteca estará perfeitamente instalada. Clique “File”, “Close All” e confime todas as telas para salvar o projeto. Pronto o Delphi está pronto para você trabalhar.

Figura 06
Agora vá até a ABA de componentes e localize a “Zeos Acess” (Figura 06) e você terá acesso aos componetes da biblioteca. Como todos por aqui já sabem o Clube da Informática é mantido pela Trio Interativa, a nossa equipe atualmente desenvolve sistema Web (PHP/MySQL) como módulos externos desenvolvidos em Delphi para processos de maior duração e que via web poderia durar um tempo maior ou nem seriam viáveis pela velocidade da banda, por exemplo, envio de e-mails para mailings personalizados com mais de 5000 registros, as aplicações são infinitas.
Boa Sorte e espero que esse passo-a-passo tenha ajudado.