A comunidade Santa Marta, localizada no bairro de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, está conectada à internet com as soluções de banda larga sem fio da Motorola. Instalado em fevereiro, o Santa Marta Digital foi idealizado pela Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, em parceria com a PontifÃcia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e contou com o planejamento e execução da Mibra Engenharia, Parceiro de Soluções Motorola no Brasil. O projeto possibilita o acesso gratuito e sem fio à internet de alta velocidade em qualquer ponto do morro, por meio da tecnologia já utilizada no programa Orla Digital, da Praia de Copacabana.

Comunidade Santa Marta
“Percebemos que alguns moradores da Santa Marta têm condições de adquirir um computador, mas não conseguem pagar a mensalidade das operadorasâ€, explica o secretário Estadual de Desenvolvimento CientÃfico e Tecnológico do Rio de Janeiro Alexandre Cardoso. “O projeto abre novas perspectivas para estudantes e trabalhadores que, até agora, estavam excluÃdos do mundo digital, para a democratização do acesso à internetâ€, conclui Cardoso.
O Santa Marta Digital é uma rede com três pontos principais: internet gratuita para inclusão digital; utilização de serviços pela população, como consulta de processos, agendamento de perÃcias no INSS, pesquisas escolares, consultas no Detran, emissão de segunda via de contas, envio de currÃculos e criação de contas de e-mails; e acesso a microempresários, para ganhar competitividade na oferta dos seus produtos. No total, o governo do Estado do Rio de Janeiro investiu R$ 496 mil, em trabalho de pesquisa, equipamentos e serviços.
“Entendemos que o fornecimento de cobertura de rede é essencial para o desenvolvimento e integração no Brasil. Dessa forma, o Santa Marta Digital é um projeto pioneiro por seu impacto social em uma comunidade carenteâ€, declara Joeval Martins, gerente de desenvolvimento de canais da área de Governo & Empresas da Motorola. “A utilização da tecnologia é uma maneira de o governo se integrar à s pessoas e acompanhar o cotidiano dos cidadãosâ€, reitera Martins.
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