Postado por Plinio Cruz em 31 de maio de 2009 na categoria Programação |
O Insertion Sort é um algoritmo eficiente para ordenar um pequeno número de elementos. Basicamente, este algoritmo varre um array de elementos da esquerda para a direita e a medida que avança vai deixando os elementos mais a esquerda ordenados.
Algoritmo: Insertion Sort
para j = 2 até tamanho[array] faça
chave = array[j];
i = j - 1;
// Ordenando os elementos mais a esquerda
enquanto i > 0 e array[i] > chave faça
array[i+1] = array[i];
i = i -1;
fim enquanto
array[i+1] = chave;
fim para
Obs.: Para colocar em ordem decrescente experimente trocar o sinal de maior pelo sinal de menor dentro do laço mais interno.
O tempo gasto para executar o algoritmo do Insertion Sort depende do valor de entrada. Ordenar milhares de números leva bem mais tempo do que ordenar três números. Além disso, o Insertion Sort pode levar diferentes quantidades de tempo para ordenar duas sequências de entrada de mesmo tamanho dependendo do quanto elas já estão ordenadas.
O melhor caso para o Insertion Sort é quando o array já está ordenado. Neste caso a comparação no laço interno sempre falhará na primeira comparação e o tempo de execução dependerá apenas do laço externo. O tempo de execução obdecerá uma função linear e a complexidade do algoritmo será de O(n).
O pior caso é quando o array está na ordem inversa. Nesta situação para cada iteração do laço externo, o laço interno executará n-1 vezes, onde n é o valor da variável j no laço externo. Temos que a complexidade de tempo do algoritmo neste caso será de O(n(n-1)) = O(n2-n) = O(n2).
Postado por Plinio Cruz em na categoria Editorial, Notícias, Segurança |
Com o objetivo de reduzir sensivelmente o envio de spams por meio das redes brasileiras, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anuncia recomendações para a adoção de boas práticas anti-spam para o país. Conhecida como “gerência de Porta 25”, a iniciativa envolverá operadoras de serviços de banda larga, com perfil residencial, e provedores de acesso à Internet.
A prática, que consiste em diferenciar a submissão de uma mensagem por um usuário final daquela enviada por um servidor de correio, já é adotada por diversos provedores e operadoras em todo o mundo, e sua eficácia tem sido acompanhada pelo Comitê desde 2005. “Temos constatado um resultado bastante satisfatório nessas nações”, comenta Henrique Faulhaber, conselheiro do CGI.br e coordenador da Comissão de Trabalho Anti-Spam (CT-Spam).
Ainda de acordo com Henrique, a medida reduziria o tipo de abuso que mais ocorre no Brasil: “os spammers de diversos países utilizam a infraestrutura das redes brasileiras para retransmitirem esse tipo de mensagem globalmente. Ao adotar esta recomendação, as operadoras atuarão antes do spam entrar na infraestrutura de e-mail, impedindo que aqueles que saem de máquinas infectadas sejam entregues, reduzindo o desperdício de banda e recursos operacionais, além de facilitar a restrição de abusos”, explica.
Ação conjunta
As recomendações feitas aos provedores de serviços de e-mail incluem a implantação de mecanismos de submissão e autenticação de mensagens. Já para as operadoras, o objetivo é que, em redes de usuários finais de caráter residencial, seja efetuada a restrição ao tráfego com destino à porta 25. “Essas práticas possibilitarão melhorias nos serviços oferecidos aos internautas, reduzindo o abuso de seus computadores e o desperdício de banda”, enfatiza Faulhaber.
Motivação
Segundo resultados da primeira fase do projeto SpamPots, iniciativa desenvolvida pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), verificou-se que as redes brasileiras são difusoras e não são originadoras de grande parte do spam enviado. Foram utilizadas para as medições máquinas conectadas via banda larga e configuradas para apenas emular determinados sistemas operacionais e serviços, permitindo o mapeamento do abuso das redes para envio de spams, bem como o diagnóstico de formas de prevenção efetivas.
De acordo com Cristine Hoepers, analista de Segurança do CERT.br: “Outros dados levantados apontam que 99,9% dos spams que seriam enviados por meio desses sensores vieram de fora do Brasil, sendo que pelo menos 94% seriam destinados a outros países, indicando que nossas redes atuam como difusoras de spams e que suas infraestruturas são abusadas por spammers internacionais”, conclui.
Para mais informações sobre a adoção da “Porta 25”, acesse:
http://www.cgi.br/regulamentacao/resolucao2009-001.htm
http://www.antispam.br/admin/porta25
Postado por Plinio Cruz em 30 de maio de 2009 na categoria Rede, Tecnologia |
A comunidade Santa Marta, localizada no bairro de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, está conectada à internet com as soluções de banda larga sem fio da Motorola. Instalado em fevereiro, o Santa Marta Digital foi idealizado pela Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e contou com o planejamento e execução da Mibra Engenharia, Parceiro de Soluções Motorola no Brasil. O projeto possibilita o acesso gratuito e sem fio à internet de alta velocidade em qualquer ponto do morro, por meio da tecnologia já utilizada no programa Orla Digital, da Praia de Copacabana.

Comunidade Santa Marta
“Percebemos que alguns moradores da Santa Marta têm condições de adquirir um computador, mas não conseguem pagar a mensalidade das operadoras”, explica o secretário Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Rio de Janeiro Alexandre Cardoso. “O projeto abre novas perspectivas para estudantes e trabalhadores que, até agora, estavam excluídos do mundo digital, para a democratização do acesso à internet”, conclui Cardoso.
O Santa Marta Digital é uma rede com três pontos principais: internet gratuita para inclusão digital; utilização de serviços pela população, como consulta de processos, agendamento de perícias no INSS, pesquisas escolares, consultas no Detran, emissão de segunda via de contas, envio de currículos e criação de contas de e-mails; e acesso a microempresários, para ganhar competitividade na oferta dos seus produtos. No total, o governo do Estado do Rio de Janeiro investiu R$ 496 mil, em trabalho de pesquisa, equipamentos e serviços.
“Entendemos que o fornecimento de cobertura de rede é essencial para o desenvolvimento e integração no Brasil. Dessa forma, o Santa Marta Digital é um projeto pioneiro por seu impacto social em uma comunidade carente”, declara Joeval Martins, gerente de desenvolvimento de canais da área de Governo & Empresas da Motorola. “A utilização da tecnologia é uma maneira de o governo se integrar às pessoas e acompanhar o cotidiano dos cidadãos”, reitera Martins.
Estrutura de rede no morro
Com cerca de 10 mil moradores e 4 mil domicílios, a Santa Marta possui 1,6 mil computadores, dos quais 800 com conexão e sinal de 15 provedores comerciais. O sinal vem da Rede Rio, malha estadual de alta velocidade que integra universidades e centros de pesquisa do Estado do Rio. A conexão é do tipo ponto-a-ponto da Motorola, com tecnologia OFDM (orthogonal frequency-division multiplexing, na sigla em inglês), que permite o estabelecimento de conexões em longas distâncias e redistribui o sinal para módulos ponto-a-multiponto.
Para garantir a cobertura de rede em toda a extensão do morro, de 61 mil metros quadrados, foram instalados 16 módulos de rede WiMesh, que transmitem o sinal de internet via rádio. Uma parcela dos equipamentos faz parte do legado de telecomunicações dos Jogos Pan-Americanos de 2007, e foram concedidos ao projeto pela Secretaria de Segurança do Estado do Rio.
“Apesar de a densa ocupação da área afetar negativamente a propagação do sinal, a Mibra conseguiu flexibilizar satisfatoriamente a infraestrutura de conexão. Com o conhecimento do portfólio de soluções da Motorola, nossa equipe técnica elaborou um projeto que, após estudos detalhados, resultou no desenho final da rede”, diz Newton Trindade, diretor da Mibra Engenharia.
No mês de junho o acesso à internet deve chegar à Rocinha e à Baixada Fluminense, todos com a infraestrutura de rede da Motorola.
Postado por Plinio Cruz em na categoria Editorial, Programação |
O primeiro a propor a idéia de Open Source Software (OSS) foi Richard Stallman na década de 1970, que a formalizou, com a ajuda de alguns advogados, na famosa licença GPL.
Ninguém se interessou ou sequer ouviu falar sobre isso, até que em meados da década de 1990, tudo mudou com a vertiginosa popularização do Linux, sistema operacional OSS.
O termo popular “Software Livre” não é a melhor tradução de Open Source Software, cujo correto é Software de Código Fonte Aberto. É importante notar isso porque muitas vezes o termo é erradamente associado a idéia de não-proprietário, ou não-comercial. A verdade é que um software pode ter seu código fonte aberto mas ser comercial e/ou proprietário e vice-versa, portanto são conceitos que não devem ser confundidos.
A idéia é simples: eu escrevo um programa e você pode copiá-lo à vontade sem nem sequer me notificar. Pode inclusive modificá-lo e redistribuí-lo, contanto que também mantenha suas modificações abertas e informe qual a origem e os autores anteriores do software.
Isso não quer dizer que teremos diversas versões desconexas do mesmo software, num dado momento. Cada modificação passa por um processo muito bem organizado de aceitação ou rejeite, onde boas melhorias retornam à base e são incorporadas à nova versão do software. Na verdade, hoje, a maioria dessas contribuições não é mais feita por indivíduos, mas por empresas de tecnologia.
É comum — e errado — pensar que OSS significa a morte de todo software de código fechado. Isso não acontece porque a tendência é que as grandes inovações continuem a ser exploradas pelo modelo fechado. Imagine um mundo hipotético que ainda não conhece editores de planilhas. É natural que, ao lançar esse produto, seu inventor opte pelo modelo de código fonte fechado, para maximizar seus lucros através do total controle de sua invenção. Contudo, conforme essa invenção se populariza, desenvolve um mercado e adquire concorrentes, OSS surge como uma das formas — a mais inovadora — para repensá-la. OSS inova ao reimplementar o que outros inventaram e exploraram anteriormente. Recentemente, porém, a indústria começou a usar OSS diretamente para lançar certas inovações, justamente pelo seu poder de agregar comunidades e criar ecossistemas.
Também é comum — e errado — acreditar que se o software em si é gratuito, elimina-se por completo os gastos. Mas sempre haverá a necessidade de um suporte confiável. OSS altera o eixo do valor agregado do software, movendo-o do software em si (que não custa nada), para o serviço de suporte.

Em seu processo de amadurecimento, a única diferença prática entre um software OSS e outro de código fonte fechado é a ordem em que as coisas acontecem. Um fabricante comercial terá que criar estrutura e suporte regional antes de vender o produto. Já no OSS, ofertas de suporte só surgem (espontaneamente) depois que ele goza de uma boa gama de usuários. Mas seja qual for a ordem, a única coisa que garante maturidade a qualquer software ou produto é um ciclo de desenvolvimento–uso–suporte, que estimula mais desenvolvimento. Somente essa maturidade garante a aceitação do produto em empresas responsáveis. E hoje, OSSs como Linux, Apache, OpenOffice.org, Samba, e outros já gozam desse ecossistema cíclico de uma forma vasta, global e vigorosa.
Hoje, OSS tem aplicações mais maduras em infraestrutura e alguns nichos de middleware. Por sua vez, os softwares de código fonte fechado apresentam maior desenvoltura mercadológica nas funcionalidades de maior valor agregado ao negócio (ERPs, CRMs ou processos empresariais). Isso porque estas funcionalidades têm uma amplitude menor de usuários, o que inviabiliza o surgimento de suporte espontâneo — fator vital para a maturidade do OSS.
A indústria tem buscado um balanço saudável para misturar componentes fechados com OSS, a fim de maximizar o seu benefício sem abrir mão da maturidade de ponta a ponta. Prova disso é que tem sido cada vez mais comum a implantação de ERPs maduros — geralmente de código fechado — sobre plataformas abertas maduras — como distribuições Linux com suporte.
A receita para o melhor balanço é insistir no uso de Padrões Abertos. Por garantirem uma interoperabilidade fácil entre camadas abertas e de código fechado, o uso de padrões amplia as escolhas e a liberdade da empresa que compra TI para compor a melhor mistura do momento, com opções OSS e/ou de código fechado.
Avi Alkalay
Postado por Plinio Cruz em na categoria Hardware |
A HP revelou, na última semana, a série HP Z Workstation – uma reinvenção da categoria de produtos, do núcleo para fora, que oferece aos clientes desempenho, valor e funcionalidade sem precedentes em um novo design enxuto.
As workstation HP Z800, HP Z600 e HP Z400 representam o ápice de mais de 20 inovações de design da HP, incluindo uma fonte de alimentação que se autoverifica, e que aproveita o novo processador Intel® Xeon®.
O investimento da HP no desenvolvimento da linha Z já traz resultados positivos para os clientes como a Schlumberger, que tem realizado melhorias de desempenho graduais de 300 a 500 por cento em seus principais aplicativos de engenharia.

“A nova linha Z marca as primeiras estações de trabalho da HP que podem ser ajustadas facilmente, por você mesmo – da fonte de alimentação à placa mãe”, disse Jim Zafarana, vice-presidente e gerente geral para Workstations, da HP. “Estudos iniciais mostram que uma HP Z Workstation pode compensar seu preço em um período bastante curto com seus ganhos de desempenho e produtividade.”
As estações de trabalho HP estão sendo usadas pelos usuários mais exigentes do mundo em setores como artes gráficas, transmissão, CAD, engenharia, geração de imagens médicas, finanças e exploração de gás e petróleo. As empresas usam as estações de trabalho HP para projetar tudo, desde calçados a carros de corrida, personagens de desenho animado a veículos de submersão em alto mar, além de gerenciar tudo, desde bilhões de dólares em títulos negociáveis a ambientes de TI de missão crítica.
O interior da linha Z oferece um design totalmente modular, no qual os componentes deslizam para encaixarem-se perfeitamente no lugar, em um ambiente sem cabos, para aumentar a capacidade de serviço. No lado de fora, a linha Z apresenta alumínio escovado inspirado pela líder no setor automotivo e de desenho industrial, a BMW Group Designworks USA.
“Ao abrir a porta do novo BMW Z4 e o painel lateral da nova HP Z Workstation, vemos que ambos são esteticamente poderosos e inovadores tanto interna como externamente”, disse Verena Kloos, presidente, BMW Group DesignworksUSA.
A HP também estreou a tecnologia HP SkyRoom, um colaboração visual de qualidade profissional e solução de conferência que preserva o valor da interação humana, altamente pessoal e foi criada com base nos mecanismos pioneiros de vídeo e imagem da empresa. O resultado foi idealizado para entregar comunicação visual em tempo real, quatro vezes mais rápido que um piscar dos olhos.(1) A HP SkyRoom está atualmente na versão beta, sendo testada com clientes do mundo todo.
Três linhas de estações de trabalho para atender a cada necessidade do cliente
As novas HP Z Workstations oferecem a última tecnologia em processador Intel Xeon da série 5500 com controladores de memória integrados e Intel Turbo Boost Technology junto com uma nova série de soluções gráficas profissionais, áudio de alta definição integrado (HD) e opção de discos em estado sólido.
A HP Z800 Workstation é a estação de trabalho mais poderosa e expansível da HP para usuários que usam aplicativos para animação 3D, transmissão de vídeo, descoberta de gás e petróleo e geração de imagens médicas. A HP Z800 tem exterior em industrial de alumínio escovado totalmente novo, e design interno modular. O HP Z800 quad-core aproveita a nova Intel QuickPath Technology para oferece o desempenho de entrada/saída mais sofisticado em qualquer cenário de aplicativos. Também vem com a opção de resfriamento líquido.
A HP Z600 Workstation foi projetada levando em consideração o meio ambiente, oferecendo alto desempenho em um tamanho compacto para profissionais em setores como produção de vídeos, finanças e CAD de médio porte. Apresentando o mesmo exterior de alumínio escovado, design modular interno e capacidade de serviço que a HP Z800 Workstation, a HP Z600 Workstation pode acomodar até oito monitores.
A HP Z400 Workstation é melhor a estação de trabalho entry-level do segmento, oferecendo desempenho máximo do processador Intel a preços acessíveis para profissionais quem trabalham com edição de vídeo, fotografia, design e engenharia. A HP Z400 é a primeira estação de trabalho de soquete único(2) baseada em Intel Xeon série 5500 (mais nova microarquitetura da Intel) e pode ser integrada aos processadores Intel Xeon mais recentes.(3) A HP Z400 Workstation também vem com a opção de resfriamento líquido.
“A nova série 5500 de processadores Intel Xeon e a Intel QuickPath Technology deixam para trás os benchmarks de desempenho das estações de trabalho anteriores”, disse Kirk Skaugen, vice-presidente e gerente geral, Workstations and Servers, Intel. “A HP tem a capacidade única de pegar nossos processadores e ajustá-los perfeitamente para a área digital. Os clientes das estações de trabalho HP ficarão encantados com o desempenho inteligente, eficiência energética e capacidade de expansão que se tornam possíveis com os novos processadores Xeon.”
Projetadas com especial atenção ao meio ambiente
A HP é líder na redução de impacto ambiental de seus produtos, incluindo estações de trabalho, normalmente agindo primeiro para adotar novas soluções projetadas com atenção especial ao meio ambiente. Por exemplo, somente a linha Z de estações de trabalho HP contém o recursos WattSaver(4) exclusivo da HP que gerencia a energia no estado “desligado” a menos de um watt.
Além disso, as estações de trabalho HP da linha Z contêm fontes de alimentação com eficiência de 85% – a HP Z800 Workstation tem a opção de fonte de alimentação com eficiência de 89% – reduzindo tanto o uso de energia geral como a quantidade de calor liberado. A linha Z da HP já possui a qualificação 5.0 da ENERGY STAR®, à frente da data limite de julho estabelecida pela ENERGY STAR.
Todas as estações de trabalho HP são mais de 90 por cento(5) recicláveis em peso, e a linha Z da HP está registrada como Gold da Electronics Products Environmental Assessment Tool (EPEAT™), o índice mais alto disponível.
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