CODECs o Tutorial – Parte Final

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Postado por Plinio Cruz em 26 de junho de 2009 na categoria Aplicativos, Multimídia, Tutorial | 7 Comments to Read

INSTALANDO NOVOS CODECs MANUALMENTE (continuação):

A instalação de um CODEC de vi­deo não é diferente da instalação de outros tipos de softwares. Os CODECs são normalmente fornecidos em um arquivo executável. Ao ser executado, é feita a sua instalação, baseada na cópia de arquivos para o diretório do Windows e suas devidas alterações no registro. A seguir, mostraremos como exemplo a instalação de um “coquetel” bem preparado de CODECs gratuitos:

NOTA: O primeiro passo essencial é DESINSTALAR TODOS OS CODECS (isso porque alguns deles podem gerar conflitos entre si).

1 – Instalando corretamente o K-Lite:

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Chipsets: o que é e por que entendê-los?

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Postado por Plinio Cruz em na categoria Hardware, Tecnologia | 7 Comments to Read

Olá amigos. Até agora já falamos sobre microarquitetura de processadores e como selecionar um processador para desktops. Desta vez, gostaria de explicar – para o pessoal não muito técnico – um outro fator que influencia no desempenho do seu computador, o tal do chipset. Se você não sabe o que é um chipset, não quer ser bombardeado de informações técnicas mas gostaria de entender um pouco como as coisas se juntam dentro do PC, boa leitura.

Se você já teve a curiosidade de abrir um computador, deve ter tomado um susto. Tem um monte de cabos, fios e uma placa grande onde tudo se conecta. Esta placa grande é chamada de placa mãe. Esta placa irá receber o processador, a memória, eventuais placas de expansão, etc. É nela também que os dados circulam quando os programas estão sendo executados. Dentro desta estrutura há dois elementos que são responsáveis por determinar a que velocidade os dados irão se mover dentro da placa e quais são os dispositivos que poderão ser conectados à placa. Estes dois componentes formam o que chamamos de chipset. Pode ser surpresa para algumas pessoas o fato de eu dizer que o chipset se refere a um par de componentes e não somente um elemento. Estes dois elementos são chamados de Ponte Norte e Ponte Sul. Como tenho feito nos últimos artigos, estarei usando analogias para explicar a função do chipset. Não entrarei em detalhes técnicos de como o componente funciona. Além disso, não irei incluir tecnologias muito antigas nos exemplos que venha a mencionar, para facilitar o processo de explicação. Para explicar os componentes, vamos fazer de contas que estamos montando uma placa mãe imaginária, do zero. Para isso, vamos pegar um retângulo, que será à base da placa. Coloque neste retângulo dois quadrados, um mais acima e outro mais embaixo. Eles representarão os elementos do nosso chipset. O elemento do chipset que fica na parte de cima terá o nome de Ponte Norte (North Bridge) e o da parte de baixo terá o nome de Ponte Sul (South Bridge). Estes dois pontos estarão conectados entre si por um barramento (linhas que permitem a transmissão de sinal elétrico) que permite aos dados se mover entre as duas Pontes. Associado a todo barramento há uma métrica, comunicada em MHz (Megahertz) ou GHz (Gigahertz). Quanto maior este número (sabendo que 1 Gigahertz é igual a 1000 Mhz), maior a quantidade de dados que passar por ele em um determinado periodo de tempo (geralmente o segundo). Imagine o barramento como uma grande estrada e que o número associado a ela irá dizer quantos carros por segundo conseguem trafegar nesta estrada. Veja a figura abaixo:

Como o grande produto da Intel são os processadores para computadores, vamos localizá-lo primeiro na nossa placa virtual. O processador se conecta ao chipset pela Ponte Norte, através do chamado Barramento Frontal, ou FSB (Front Side Bus). O FSB pode transportar diferentes quantidades de dados por segundo. Os valores mais comuns nos equipamentos de hoje são: 533 Mhz, 800 Mhz, 1066 Mhz (ou 1.06 Ghz), etc. Quanto maior este número, maior a quantidade de dados sendo movimentada por segundo. Tanto o processador quanto o componente do chipset na Ponte Norte devem ter sido feitos para trabalhar com a mesma quantidade de dados a ser transmitido. Como saber qual o tamanho do FSB em um computador? A Intel pede aos fabricantes de PCs que ao descrever qual é o processador que está dentro de um computador seja dito qual o FSB que ele trabalha. Exemplo: processador Core™ 2 Duo E6400 (Clock de 2.13 Ghz, FSB 1066 Mhz, Cache L2 de 2 MB). Este é um exemplo de descritivo. Agora, você já sabe ler e entender o que isso significa. Veja como está o desenho da nossa placa.

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Adobe anuncia novas ferramentas da plataforma Flash

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Postado por Plinio Cruz em 25 de junho de 2009 na categoria Aplicativos, Programação | Seja o primeiro a comentar

A Adobe anuncia mais avanços para a plataforma Adobe Flash colocando à disposição dos usuários a versão beta do Adobe Flash Builer 4 (formalmente chamado Adobe Flex Builder), do Adobe Flash Catalyst e da estrutura aberta da fonte Flex 4.

O Adobe Flash Builder é uma ferramenta profissional de desenvolvimento desenhada para ajudar desenvolvedores de software a rapiamente construírem aplicações ricas de Internet (RIAs). O Adobe Flash Catalyst é uma nova ferramenta de design profissional de interação que rapidamente cria aplicações de interface ntre usuários sem codificação.  As ferramentas oferecem um fluxo de trabalho integrado e são baseadas na nova estrutura Flex 4 (Flash Builder), em uma fonte de estrutura aberta para a construção de RIAs que colaborarão para que os desenvolvedores e designers elaborem ses projetos com mais facilidade.

Os betas públicos desses produtos estão disponíveis para download no Adobe Labs pelo site.  “As pessoas agora experimentarão aplicações mais ricas e se sentirão à vontade para usar as mesmas aplicações no seu ambiente detrabalho que utilizam em suas experiências diárias na web. Hoje, as companhias estão diante de vários recursos de desenvolvimento e menos tempo para criar aplicações intuitivasâ€, disse David Wadhwani, gerente geral e viceâ€presidente da unidade Platform Business da Adobe. “As novas ferramentas da plataforma Adobe Flash ajudam a resolver este desafio de reduzir tempo de mercado e gerar envolventes alicações e conteúdo. Usando o Adobe Flash Builder e o Flash Catalyst, desenvolvedores e designers podem agora trabalhar juntos mais produtivamente para criarem ricas experiências que seus empregads, clientes e parceiros esperam.â€

O Adobe Flash Builder 4 é baseado na fonte aberta da estrutura Flex e vem com um poderoso conjunto de novas funcionalidades par simplificar o desenvolvimento RIA. Antes conhecido como Adobe Flex Buider, o novo IDE melhora a funcionalidade básica, acrescenta novos dados centrais desenvolvendo funcionalidades e simplificando o design do workflow.

Novos desenvolvimentos de dados centrais de funcionalidades permitem aos programadores incluírem serviços e utilizarem um simpes arrastar e largar para aproximar rapidamente e vincular métodos para componentes de interface de quem utiliza, tais como mapas interativos, gráficos e dados de grade.  Essas características tornam mais fácil a quebra de informações e integrar negócios a partir de base de dados e serviços web e diferentes organizações. Como resultado, as companhias podem construir aplicações de centros de usuários para painéis, eâ€commerce e portais web de autoâ€serviço que simplificam os processos empresariais para seus empregados, clientes e parceiros.

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Best-seller de Scott Kelby Chega no Volume 2

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Postado por Plinio Cruz em 24 de junho de 2009 na categoria Multimídia, Reviews | Leia o primeiro comentario

Depois do best-seller Fotografia digital – volume 1, livro da área mais vendido no mundo, a Pearson Education do Brasil lança, neste mês, o volume 2 da obra de Scott Kelby, que continua exatamente do ponto onde o primeiro volume parou.

Depois de ensinar como fotografar flores, esportes e outros objetos com nitidez, agora Kelby traz dicas sobre como utilizar flashes, fazer fotos em close-up, fotografar pessoas e até mesmo como construir um estúdio do zero, mostrando que qualquer pessoa pode fazer retratos com qualidade profissional. Tudo isso em uma linguagem acessível e abordagem prática, sem jargões tecnológicos, e com o humor típico do autor.

Além disso, ele escreveu capítulos inteiros sobre os tópicos mais solicitados, trazendo dicas para o leitor fotografar paisagens, casamentos e um capítulo inteiro dedicado a compartilhar alguns dos segredos para fazer fotos parecerem mais profissionais. Cada página cobre um único conceito sobre como aprimorar a qualidade das fotos. Sempre que virar a página, o leitor aprenderá outra configuração profissional, outra ferramenta profissional ou outro truque profissional para transformar suas fotos em fotos artísticas.

Por não ser um livro teórico, com jargões confusos e conceitos detalhados, Fotografia digital na prática – volume 2 é indicado para interessados em fotografia em geral. Ele ensina qual botão pressionar, que configuração utilizar e quando utilizá-la, permitindo que o leitor tire fotografias significativamente melhores, mais nítidas, mais coloridas e com aparência mais profissional para cada situação.

Ficha técnica
Título: Fotografia digital na prática – volume 2
Autor: Scott Kelby
Número de pág.: 240
Preço: R$ 65,00
Formato: 15 x 23 cm
Editora: Pearson Education
Selo: Prentice Hall

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CODECs o Tutorial – Parte 2

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Postado por Plinio Cruz em na categoria Aplicativos, Multimídia, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

CODECs FORNECIDOS JUNTO COM ARQUIVOS DE VIDEO:

É realmente um incômodo ter todo esse trabalho para identificar um CODEC desconhecido, obter este CODEC e instalá-lo no Sistema. Felizmente, na maioria dos casos não é necessário ter todo esse trabalho. A maioria dos arquivos de vi­deo distribuí­dos pela Internet, em CD-ROMs, jogos e programas de multimi­dia em geral, utilizam os CODECs nativos do Windows. Nos raros casos em que são utilizados outros CODECs, os mesmos são fornecidos juntamente com os arquivos de vi­deo. Por exemplo, um programa de multimi­dia que instala arquivos de vi­deo, instalará também o CODEC necessário à sua visualização.

Se você comprar um CD na banca de revistas, com vários arquivos de vídeo, existirá também neste CD um software de instalação que permitirá a visualização, através da instalação do CODEC apropriado. Atualmente a maioria dos CDs com filmes (exceto DVD) vendidos em bancas de revistas usam os CODECs MPEG-2 ou MPEG-4. Arquivos de vi­deo obtidos via Internet normalmente são acompanhados do programa instalador do CODEC necessário. O link para download deste programa fica normalmente na mesma página onde estão os links para download dos filmes.

NOVOS CODECs INSTALADOS AUTOMATICAMENTE:

Ao tentarmos exibir um arquivo de vi­deo codificado com MPEG-4 através do Windows Media Player, este programa é capaz de fazer o download e a instalação automática deste CODEC, caso o computador esteja conectado à Internet. Esta atualização automática faz parte de um esforço da Microsoft para a difusão do padrão MPEG-4. Note, entretanto, que apesar do método de compressão e descompressão ser o mesmo, podemos encontrar mais de uma versão deste mesmo CODEC. Filmes codificados com o DivX, por exemplo, são podem ser exibidos caso o DivX esteja instalado. O CODEC MPEG-4 da Microsoft não serve para assistir filmes em DivX, e vice-versa.

INSTALANDO NOVOS CODECs MANUALMENTE:

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