Postado por Plinio Cruz em 30 de novembro de 2009 na categoria Soluções, Tecnologia |
No começo do mês passado publicamos um artigo intitulado “TIM, Ágora Corretora e Agência Estado oferecem serviço AE Móvel Broker“, que falava a a TIM disponibiliza para seus clientes um inovador serviço de Mobile Broker em parceria com a Ágora – corretora líder há seis anos consecutivos no ranking de Home Broker da Bovespa – e com a Agência Estado, líder em informações financeiras em tempo real para mercados profissionais no Brasil.
Poucos sabem, mas é de uma start-up mineira o software que permite a negociação de ativos por celular. A empresa Mobart, com sede em Belo Horizonte, é especializada no desenvolvimento de soluções para dispositivos móveis e o produto MobileBroker foi o primeiro de vários produtos que vem sendo desenvolvidos por esta startup.
O MobileBroker existe desde 2005, mas firmou nome em 2007 através da parceria com a Agência Estado, que se tornou a principal distribuidora do produto no Brasil desde então. No último mês, o lançamento do TIM Ágora Mobile selou a parceria entre a Agência Estado, TIM, corretora Ágora e Mobart, se tornando um novo canal para fidelização dos clientes de todos os parceiros envolvidos.
A Mobart não se limita ao desenvolvimento do MobileBroker. No mês passado, a empresa foi aprovada em um edital de subvenção da Finep, graças a um produto inovador chamado Pagme. Trata-se de um produto que pretende transformar os celulares em uma ‘maquininha de cartão de crédito’, permitindo que profissionais autônomos ou pequenos empresários utilizem o próprio celular para realizar cobranças.
O produto chega a tempo de concorrer com produtos da Cielo e Phoneshop, da Redecard. O setor, que vem sofrendo mudanças decorrentes da intervenção do governo, sofrerá mudanças a partir de junho de 2010, permitindo a entrada de novos players e a Mobart pretende se aproveitar deste momento para inserir este novo produto no mercado.
Os produtos desenvolvidos pela Mobart possuem como principal diferencial a portabilidade. A empresa possui uma plataforma de desenvolvimento com componentes que podem ser apresentados em aparelhos mais antigos, o que permite o desenvolvimento de aplicações compatíveis (testadas) em mais de 450 modelos de dispositivos móveis.
Postado por Plinio Cruz em 23 de novembro de 2009 na categoria Editorial |
Há muito tempo, antes do Clube da Informática ficar com cara de Blog, tínhamos um Fórum, que na época tinha uma programação feita por mim e era pobre em seus recursos confesso, naquela época fizemos uma reforma no design, como gosto sempre de fazer na troca de ano e abolimos o Fórum, achei que fórum não era vocação do site.
Alguns poucos e-mails chegaram pedindo um fórum para o Clube, então decidimos abrir novamente esse espaço, afinal estamos aqui para atender nosso público, abrimos um novo espaço utilizando o bbpress, que assim cria menos impacto, pois o Clube utiliza base WordPress, e fica mais fácil de administrar.
Deixei o template que vem na instalação original do sistema e deixo aqui a primeira discussão, qual template utilizar no nosso novo espaço? Aguardo sugestões!
Fórum do Clube da Informática
Os tópicos centrais serão abertos por nós, então se você tem alguma sugestão de tópico envie um e-mail para nós ou deixe um comentário aqui que atenderemos na mesma hora. A princípio abrimos os tópicos mais comentados e lidos do Clube e abrimos, a pedido de um dos amigos do Clube da Informática, um tópico para ajudar o pessoal que utiliza o serviços de hospedagens de arquivos como Megaupload e Rapidshare para guardarem seus links para compartilhar com os amigos mais facilmente.
Lembramos que o fórum é um local democrático e não expressa necessariamente os ideiais e objetivos do Clube da Informática, é um local de discussão, dicas, compartilhamento de informações e tudo mais que uma ferramenta dessa permite fazer e o conteúdo é de propriedade do participante que tem que se cadastrar para participar, com esse recurso e nossos moderadores manteremos o fórum dentro dos temas ligados a tecnologia e a informática.
Confira os primeiros temas:
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Delphi Pascal – Para dúvidas e programação em Pascal
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PHP MySQL – PAra discussão sobre PHP e MySQL
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Games PC – Para dicas, códigos e macetes para Games PC
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Games Console – Para dicas, códigos e macetes PS,XBox e Wii
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Super Aposta do Clube – Para dicas, dúvidas e sugestões sobre o Super Aposta
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Megaupload e RapidShare – Links de arquivos válidos para os dois serviços
um abraço e aproveitem!
Postado por Plinio Cruz em 22 de novembro de 2009 na categoria Internet, Soluções, Tecnologia |
Todos os dias recebemos comentários sobre as informações disponíveis sobre os regulamentos de nosso programa. Trabalhamos muito para promover esses regulamentos e, para garantir que todas as pessoas possam entendê-los, elaboramos este artigo para que você possa compreender melhor o conteúdo de nossos regulamentos.
Aqui, você encontrará informações sobre as violações mais comuns dos regulamentos do programa. Para facilitar a compreensão, usamos os sete pecados capitais para ilustrar.
Orgulho: considerado por muitos o pior dos sete pecados, o orgulho pode nos levar a acreditar que somos melhores do que os outros. Isso explica por que muitos editores implementam o código do Google AdSense sem ler os regulamentos de nosso programa antes.
É muito importante conhecer esses regulamentos e entender o que está por trás de cada um.
Gula: embora a gula normalmente seja associada ao consumo de alimentos em excesso, existem outras variações desse pecado que também são muito autodestrutivas. Um bom exemplo disso é ceder à tentação de gerar cliques artificiais em seus anúncios.
Os cliques artificiais são aqueles gerados por um editor em seus próprios anúncios, cliques realizados por ferramentas automáticas, como robôs ou softwares maliciosos, ou cliques gerados por um usuário a pedido do editor. Basicamente, qualquer atividade inválida que aumente os ganhos de um editor de modo artificial pode ser detectada pelo sistema. Nesses casos, o anunciante não é cobrado e o editor não receberá por esses cliques.
Outro exemplo de gula é tentar posicionar anúncios em websites de pagamento por clique, nos quais o usuário deve acessar páginas diferentes e clicar nos anúncios de modo artificial, ler e-mails promocionais ou realizar outras ações desse tipo em troca de um pagamento. Em muitos casos, isso resulta em uma situação de fraude que envolve não só os anunciantes, mas também o usuário.
Preguiça: recusa consciente e deliberada de trabalho ou qualquer outro tipo de esforço. Não se trata apenas de preguiça propriamente dita, mas também envolve as ações incorretas, imorais e ilegais que isso pode causar.
Um exemplo perfeito disso é o plágio de materiais de terceiros em um website com a intenção de gerar receita ou outras vantagens. Isso pode ter consequências negativas nos ganhos do editor. Além disso, o proprietário original do material pode tomar medidas legais contra o editor.
Ao gerar receita a partir de um website, é importante verificar se todo o conteúdo é original e oferece uma experiência de qualidade aos usuários, sem ter sido criado apenas para aumentar os lucros.
Avareza: todos nós sabemos que o bem mais valioso de um webmaster é seu website e que a experiência oferecida por esse website para os usuários é igualmente importante. No entanto, às vezes a avareza entra em cena e algumas pessoas passam a confundir o usuário com instalações enganosas que o levam a clicar em anúncios sem perceber.
Isso pode incluir: posicionar imagens diretamente ao lado dos anúncios para que elas pareçam ser links ou posicionar os anúncios de um modo que oculte sua legenda de identificação.
Embora a integração de um formato de anúncio correspondente ao conteúdo do site seja importante, é ainda mais importante permitir que os usuários diferenciem os dois e cliquem voluntariamente, escolhendo um produto que realmente seja de seu interesse.
Luxúria: hoje em dia, podemos encontrar material na internet para satisfazer todos nossos desejos. No entanto, esse material nem sempre agrada a todos. Muitos anunciantes querem ter certeza de que seu anúncio não será posicionado ao lado de conteúdo impróprio. A única maneira de garantir essa tranquilidade ao posicionar os anúncios é autorizar apenas os sites apropriados para todos os tipos de público-alvo.
O material impróprio não inclui apenas conteúdo sexualmente explícito, mas também textos, imagens ou vídeos sugestivos que mostram pessoas em trajes ou posições insinuantes e até mesmo alguns artigos que tratam de orientação ou saúde sexual. Basicamente, é importante analisar se nos sentiríamos à vontade navegando em sites desse tipo na presença de nossos filhos, pais ou chefes.
Inveja: às vezes, as pessoas cobiçam determinadas qualidades ou bens de outros que acreditam ser delas. Isso se torna um pecado quando, ao tentar obter essas coisas, prejudicamos ou roubamos os outros.
Nosso programa exige que os editores tenham direitos legais para exibir o conteúdo que aparece em seus websites. O conteúdo de terceiros protegido por leis de direitos autorais só pode ser usado quando o editor tem os direitos legais relevantes para fazer isso.
Ira: embora a ira normalmente signifique raiva, ressentimento ou vingança, hoje ela também pode significar ódio e intolerância com alguém ou algo que consideramos diferente.
Os anunciantes que posicionam seus anúncios em um website acham esses comportamentos inaceitáveis, pois não querem que seu produto seja associado a um material desse tipo.
O conteúdo que inclui texto racista ou discriminatório ou qualquer material que constitui um ataque direto a uma pessoa ou organização, específica ou genericamente, na maioria das vezes é rejeitado pelos anunciantes, não sendo qualificado para nosso programa e para a exibição de anúncios relevantes.
Fonte: Blog Google Adsense