Ferramentas Autodesk ajudam a destruir o mundo no filme “2012†de Roland Emmerich
Os filmes de Roland Emmerich são sinônimos com efeitos visuais superlativos – “O Dia depois de Amanhã”, “Independence Day” e agora “2012″. Centenas de artistas produziram cerca de 1.500 tomadas de efeitos visuais usando softwares de criação de entretenimento digital da Autodesk, Inc. (NASDAQ: ADSK) para executar a maioria dos efeitos espetaculares de “2012″.
A civilização Maia deixou para a humanidade um calendário, com a data final em 2012. Essa é uma data importante para diversos governos, culturas, religiões e cientistas. A profecia Maia foi bem documentada, discutida e analisada. O filme “2012″ é uma aventura épica sobre um cataclismo global, que provoca o fim do mundo, e conta a história da luta heróica dos sobreviventes. “2012″ foi dirigido por Roland Emmerich, com roteiro de Harald Kloser e Roland Emmerich e produção de Harald Kloser, Mark Gordon e Larry Franco.
“A escala dos efeitos visuais de ‘2012’ é assombrosa. O filme é um estudo de caso perfeito para analisar o alcance do nosso portfólio de produtos para produção cinematográfica, inclusive nosso software Maya – Vencedor do Prêmio da Academia pelo Destaque em Efeitos Visuais,” disse Stig Gruman, vice-presidente de entretenimento digital da Autodesk MÃdia e Entretenimento. “As ferramentas Autodesk são concebidas tendo em vista a criatividade, flexibilidade e interoperabilidade, liberando os visionários criativos, artistas e as equipes de produção para que se concentrem no trabalho em vez da tecnologia”. Em uma entrevista para o MSN, Roland Emmerich diretor, co-autor e produtor executivo de “2012″ – declarou “Basicamente, é a tecnologia original que é tão incrÃvel. Ela oferece essa nova liberdade que eu realmente aproveito ao máximo.”
Uncharted Territory, principal produtora de efeitos visuais (VFX) e co-produtora de “2012″, criou mais de 400 tomadas usando principalmente o software Autodesk 3ds Max para modelagem, mapeamento UV, manipulação de personagens e animação; softwares Autodesk Maya e Autodesk Softimage para modelagem; e software Autodesk MotionBuilder para as imagens preliminares, captura de movimento e animação final. Como co-produtor e supervisor de VFX para o filme, Marc Weigert declarou, “Estamos usando o 3ds Max desde a fundação de nossa empresa, portanto já é quase uma tradição. Também há inúmeros plug-ins para esse software fantástico, o que fez dele ainda mais indispensável para o sucesso das tomadas.” A Uncharted Territory criou a sequência da destruição completa de Los Angeles e Las Vegas, totalmente geradas no computador (CG), com realismo fotográfico. O supervisor de efeitos de CG, Ari Sachter-Zeltzer, disse que o “formato OpenEXR do software 3ds Max permitiu que nós executássemos um volume incrÃvel de trabalho em um prazo relativamente curto.” Weigert completou, “O formato Autodesk FBX também nos poupou bastante tempo. Ele facilitou o intercâmbio de arquivos entre os diversos pacotes de software Autodesk e nos ajudou a cumprir o orçamento e o prazo.”
A Double Negative usou o Maya para criar mais de 200 tomadas, inclusive a destruição da BasÃlica de São Pedro no Vaticano. A destruição envolveu a simulação de fumaça e poeira, multidões digitais e um ambiente completamente gerado por computação gráfica. A Double Negative construiu uma gigantesca rocha vulcânica e nuvem de cinza, erupções de lava e a ruptura das falhas no parque Yellowstone. O supervisor de CG, Gavin Graham, disse, “O Maya está no centro de nosso canal de processamento e foi um núcleo essencial para nosso fluxo de trabalho. Desde o inÃcio do processo nos layouts, animações e criação de elementos, até a finalização, a capacidade de uso de scripts nos permitiu gerenciar cenas de grande complexidade. Achamos que o Maya foi especialmente benéfico para os nossos canais de processamento de iluminação e dinâmica. Ele nos ajudou a gerar efeitos verossÃmeis, ainda que bastante elaborados, de um jeito fácil para o artista”.
A Sony Pictures Imageworks (SPI) executou 154 tomadas, inclusive um colossal ambiente de CG de um estaleiro construÃdo dentro das montanhas do Himalaia. A SPI integrou automaticamente essas extensões de cenários digitais com a placa fotográfica da ação ao vivo. John Haley, supervisor de CG da SPI, disse, “O Maya permitiu que nossos modeladores construÃssem nove navios, de um quilômetro de comprimento, completos com milhares de passageiros, centenas de trabalhadores e dúzias de veÃculos. Além disso, nossa equipe de modelagem criou vários quilômetros quadrados de terreno acidentado no alto das montanhas, e ainda contou com os recursos de animação e layout do Maya para dar vida a essas cenas enormes totalmente geradas no computador.”
Os artistas da Scanline VFX criaram mais de 10 tomadas complexas de simulação de água, inclusive a de um porta-aviões em um maremoto sendo arremessado contra a Casa Branca. As ferramentas usadas pela Scanline VFX incluem o 3ds Max, o plug-in VRay e um sistema proprietário de simulação, o Flowline. “Mais de 95% de nossas tomadas foram totalmente geradas no computador, e criar tudo isso exigiu um espaço em disco de 1.200 terabytes. A vantagem do 3ds Max é que ele pode trabalhar com conjuntos enormes de dados, e podemos fazer boa parte do trabalho com o software de fábrica mesmo,” afirmou Stephan Trojansky, supervisor sênior de efeitos visuais da Scanline VFX.
A Evil Eye Pictures produziu 45 tomadas de ambientes e telas verdes para o “2012.” John L. Jack, cofundador da Evil Eye, disse, “Usamos os efeitos de fluidos e partÃculas do software Maya para criar a respiração e a neve de CG para uma das principais sequências, e para fazer o trabalho de integração do nosso ambiente e a pintura mate”.


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[...] Ferramentas Autodesk ajudam a destruir o mundo no filme “2012” de … 29, dezembro, 2009 Deixar um comentário Ir para os comentários O filme “2012″ é uma aventura épica sobre um cataclismo global, que provoca o fim do mundo, e conta a história da luta heróica dos sobreviventes. “2012″ foi dirigido por Roland Emmerich, com roteiro de Harald Kloser e Roland Emmerich e … Leia Mais [...]
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