O Que S√£o Active Server Pages?

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Postado por Plinio Cruz em 6 de novembro de 2008 na categoria ASP, Internet, Programação | Seja o primeiro a comentar

Active Server Pages (ASPs) s√£o p√°ginas Web que cont√™m scripts execut√°veis no servidor em adi√ß√£o √† mistura usual de texto e elementos de HTML (Hypertext Markup Language). Scripts execut√°veis no servidor – ou de servidor, como chamaremos aqui – s√£o comandos especiais que voc√™ adiciona a p√°ginas Web que s√£o processados antes que as p√°ginas sejam enviadas do servidor ao navegador de algu√©m que esteja visitando o seu site. Quando voc√™ digita uma URL na caixa de endere√ßo do navegador ou clica sobre um link em uma p√°gina Web, voc√™ est√° solicitando a um servidor Web localizado em alguma parte para que envie um arquivo para o navegador ( √†s v√™zes chamado um ‘cliente’) no seu computador. Se o arquivo √© do tipo HTML normal, ao receb√™-lo em seu computador, ele se parecer√° exatamente com aquilo que est√° no servidor. Ap√≥s o recebimento do arquivo, o seu navegador exibe seu conte√ļdo como uma combina√ß√£o de texto, imagens e sons. No caso de um arquivo do tipo Active Server Page, o processo √© parecido, exceto que h√° um processamento extra que ocorre antes de o servidor enviar o arquivo. Antes de fazer o envio do arquivo, o servidor Web executa todos os scripts de servidor contidos na p√°gina. Alguns desses scripts exibem a data atual, hora e outras informa√ß√Ķes. Outros processam informa√ß√£o que o usu√°rio digitou em um formul√°rio, como numa p√°gina de livro de visitas do site. Para serem distinguidas de p√°ginas HTML normais, Active Server Pages recebem a extens√£o “.asp”.

O Que é Necessário Para Usar ASP

Para trabalhar com ASP você precisa ter o Personal Web Server que vem com o Windows NT Workstation e Windows 98 ou Рmelhor ainda Рo Internet Information Server 4 (IIS) instalado no Windows NT Server. O IIS é preferível por permitir a plena utilização dos recursos de ASP, enquanto o PSW lhe oferecerá menores possibilidades de desenvolvimento. Para instalar o Personal Web Server no Windows 98, veja aqui como fazê-lo.

O que você pode fazer com Active Server Pages?

Há muitas coisas que você pode fazer com Active Server Pages. Por exemplo:

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Active Server Pages: Subrotinas e Include/virtual

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Postado por Plinio Cruz em 30 de outubro de 2008 na categoria ASP, Internet, Programação | Seja o primeiro a comentar

Subrotinas

As subrotinas têm em ASP a mesma utilidade que têm em outras linguagens.

Nos pr√≥ximos dois exemplos, n√≥s perguntamos aos nossos visitantes pelos seus nomes e, dependendo da resposta, um tratamento diferente ser√° dado √† informa√ß√£o. A resposta ser√° a mesma em ambos os casos, mas no segundo caso usaremos subrotinas. O uso de subrotinas √© bastante √ļtil quando h√° muitas instru√ß√Ķes a serem executadas dentro de uma rotina. Desta forma n√≥s podemos simplificar a estrutura do nosso script.
Exemplo 1

 

<%
varNome=request.form(“nome”)
if varNome=”Joao” then
response.write (“Ola, Joao. Como vai voce?”)
response.write (“<br> Voce sabia que me casei o mes passado?”)
else
response.write (“Ola. Como vai voce?”)
end if
%>      

 
Exemplo 2

<%
varNome=request.form(“nome”)
if varNome=”Joao” then
RespostaAJoao()
else
RespostaADesconhecido()
end if
Sub RespostaAJoao()
response.write (“Ola, Joao. Como vai voce??”)
response.write (”
Voce sabia que me casei o mes passado?”)
End Sub
Sub RespostaADesconhecido()
response.write (“Ola. Como vai voce?”)
End Sub
% >      

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Gerenciador de Arquivos com Ajax e ASP.Net

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Postado por Plinio Cruz em 10 de outubro de 2007 na categoria AJAX, ASP, Programação | Seja o primeiro a comentar

Ol√° pessoal! Primeiramente gostaria de agradecer o grande retorno por parte dos leitores de meu √ļltimo artigo, que tem enviado sugest√Ķes e at√© implementado mais o c√≥digo. √Č realmente gratificante saber que meus textos est√£o ajudando.

Hoje irei abordar algo menos comum, mas que considero bem interessante. Iremos começar a desenvolver um Gerenciador de Arquivos em ASP.net utilizando o Magic Ajax. Este é um artigo um pouco mais avançado, e destina-se à quem tenha um mínimo conhecimento em .Net e Orientação a Objetos.

Para quem ainda n√£o conhece o MagicAjax, ele √© um framework open-source quem visa facilitar a implementa√ß√£o de AJAX nas aplica√ß√Ķes ASP.net. Em junho eu escrevi um artigo aqui no iMasters falando sobre ele. Clique aqui para ler este artigo.

. Antes de mais nada, visite o link e veja o exemplo on-line:
. Ou baixe o código fonte do artigo:

Iremos utilizar um controle DataList para exibir os dados na p√°gina. Isso ir√° facilitar muito nossa vida.
Então vamos começar.
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AJAX com ASP.Net РCriando uma aplicação em poucos minutos

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Postado por Plinio Cruz em na categoria AJAX, ASP, Programação, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

Olá pessoal! Neste artigo iremos abordar de forma prática um assunto muito na moda. Trata-se do AJAX. O AJAX (Asynchronous Javascript and XML) é uma metodologia antiga para acesso assíncrono a páginas Web. Ele já vem sendo utilizado arduamente há anos por programadores ASP, PHP e etc, utilizando uma mistura de JavaScript e XML.

Tentarei mostrar como ASP.Net simplifica (e muito) a implementação de AJAX em suas páginas.

Simplificando, as linguagens de programa√ß√£o Web (como ASP, PHP e at√© mesmo ASP.net) s√£o processadas no servidor. Isso significa que cada vez que o usu√°rio clica em um bot√£o, a p√°gina √© enviada de volta ao servidor, e recarregada. A utiliza√ß√£o do AJAX permite que esse processamento seja ass√≠ncrono, evitando que a p√°gina seja recarregada, dando ao usu√°rio uma sensa√ß√£o muito mais confort√°vel. √Č uma ferramenta maravilhosa, quando bem utilizada.

O exemplo mais bem sucedido que conheço da utilização de AJAX é o Gmail. Quando você navega pelo Gmail, as páginas não são diretamente carregadas. Ao invés disso, é mostrada uma mensagem na lateral superior direita, informando que a página está sendo carregada e enquanto isso podemos continuar a usá-la.

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Como acessar bancos de dados em p√°ginas ASP

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Postado por Plinio Cruz em 5 de maio de 2005 na categoria ASP, Banco de Dados, Programação | 2 Comments to Read

Em algumas situa√ß√Ķes em que o conte√ļdo de um site √© atualizado constantemente, como acontece nos portais e nas empresas que oferecem a modalidade de com√©rcio eletr√īnico, a cria√ß√£o de p√°ginas din√Ęmicas √© imperativa. Voc√™ j√° imaginou se todas as p√°ginas de not√≠cias on-line tivessem que ser refeitas uma a uma, no caso de atualiza√ß√£o? Ou ent√£o, que todas as p√°ginas contendo o pre√ßo de um determinado produto tivessem que ser atualizadas manualmente se o valor sofresse altera√ß√£o? A solu√ß√£o para esse impasse s√£o p√°ginas din√Ęmicas que, baseadas em um banco de dados, conseguem publicar com muito mais rapidez e funcionalidade as informa√ß√Ķes atualizadas.¬†
Uma vez tendo as informa√ß√Ķes em bases de dados, √© poss√≠vel criar mecanismos de procura, √≠ndices por hor√°rio de publica√ß√£o, por tema, dentre outros recursos at√© ent√£o dispon√≠veis somente com a replica√ß√£o das informa√ß√Ķes.

Para criar tal estrutura, o primeiro passo é compreender como a informação contida em um banco de dados, de preferência relacional, poderá chegar até o navegador do usuário. O acesso às bases de dados através de páginas ASP é feito usando drivers ODBC (Object DataBase Connector). Para os programadores que já tiveram experiência com o desenvolvimento de software-cliente, o conceito é o mesmo, mas para os demais, aí vão algumas características.

O ODBC √© uma interface-conector criada para a padroniza√ß√£o de conex√Ķes a bancos de dados. Por exemplo, o fabricante que desenvolve um banco de dados propriet√°rio e pretende inseri-lo de forma r√°pida no mercado, pode criar um driver ODBC que far√° a tradu√ß√£o dos comandos padronizados da interface ODBC para os de seu gerenciador de banco de dados.

Com isso, o trabalho do programador fica muito mais simples e adaptável. Por ser bastante difundido, pode-se encontrar drivers ODBC para os mais variados tipos de bancos de dados, desde SQL Server e Oracle até Access, DBase, Paradox, etc.

A ponte entre um banco de dados, ou seu gerenciador, e a interface de programa√ß√£o √© feita atrav√©s do Data Source Name (DSN), que ser√° o identificador desse banco dentro da linguagem de programa√ß√£o. Para cri√°-lo, √© necess√°rio ter o banco de dados modelado. No exemplo exibido, foi utilizado um banco de dados MS Access 97 contendo uma tabela com alguns campos em sua estrutura. Essa base de dados pode ser gravada em qualquer m√°quina da rede ou no pr√≥prio servidor Web (recomendado). Para situa√ß√Ķes mais cr√≠ticas, opta-se por gerenciadores de bancos de dados como Oracle ou SQL Server e, geralmente, em servidores dedicados dentro da rede local.¬†

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