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Postado por Plinio Cruz em 1 de março de 2010 - Editorial |
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Como vocês devem ter notado o Clube ficou parado por um tempo, isso se deve ao fato de eu ter conseguido após 10 anos tirar férias, nada de mais, foram 15 dias afastado das atividades normais da minha empresa, confesso que o programado era ir a São Sebastião, terra natal do meu Pai no litoral norte de São Paulo, próximo a Ilha Bela, e ficar longe das atividades da Trio, mas continuar com as atividades do Clube, até com mais dedicação, quem sabe!

Rua Sebastiana Leite Bueno, homenagem a minha Bisavó.
O que aconteceu foi o seguinte, fiquei na casa da família que fica no bairro/praia de Barequeçaba, único lugar pela aquelas bandas que não tem sinal de nextel, não tinha internet e mais, o telefone da casa ficou mudo na primeira semana. Fiquei desconectado totalmente, raras às vezes que ia até ao centro de cidade de São Sebastião para abastecer as reservas de carne para os churrascos diários, que tinha acesso a caixa postal do nextel, e só!
Que coisa de louco, descobri que consigo viver sem estar conectado, sem o Google, pois o único exercício mental desses dias eram as palavras cruzadas dos jornais, que conseguia, com a ajuda da minha esposa, fechar e sem ao menos dar uma “googlada” para agilizar o processo, afinal que tinha pressa ou prazo?
Brincadeiras a parte, não vou ficar qui falando que é um mundo melhor, que descobri que posso me divertir com outras coisas, que é mais saudável, etc. Isso tudo já sabia e tento desfrutar de momentos assim no dia-a-dia na medida do possível, a experiência de ficar sem trabalho e desconectado, ou seja, impedido de “burlar” as férias e acompanhar os processos do escritório ou até mesmo veriricar e-maisl é que valeu. Valeu também ficar sem dar ordens, preparar demandas, reuniões com os clientes, etc.
Se você tiver oportunidade de tirar férias, faça! É saudável e faz bem para a cabeça, mesmo que na volta você tenha que trabalhar a primeira semana que nem louco para colocar mais de mil e-mails (e isso não é linguagem figurada, eu tinha 1023 e-mails para serem lidos na minha ausência) em ordem e fazer uma dúzia de reuniões para tranquilzar clientes e parceiros sobre os projetos em andamento, vale muito a pena!
O que interessa que estou de volta e o Clube da Informática também! Já que o ano começa após o carnaval, então Feliz 2010 e fiquem a vontade o espaço é de vocês!

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Postado por Plinio Cruz em 5 de fevereiro de 2010 - Editorial, Segurança, Tecnologia |
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Se observarmos as principais empresas de segurança da informação, todas elas estão passando por uma reavaliação do modelo de negócios. Pode ser que já não faça tanto sentido oferecer apenas produtos “tudo em um”. Muitas empresas estão migrando determinados processos informatizados para ambientes de cloud computing, tendo como objetivo a redução de custos com energia, hardware, software, recursos humanos, móveis etc. Sendo assim, essas empresas não precisam mais comprar ou renovar tecnologias para proteção de um determinado processo da organização. O ambiente de cloud computing já oferece suporte a segurança da informação.
Independente do modelo de negócio (produto ou serviço), as empresas que desenvolvem soluções de segurança da informação têm um fluxo de dinheiro bastante previsível, de modo que se tornam alvos ideais para investidores que buscam diversificar seus investimentos. Alguns dos fatores que mantêm o mercado de segurança da informação aquecido são as novas regulamentações e a necessidade de assumir projetos de alto risco para viabilizar novos negócios. Essa combinação – bom fluxo de dinheiro e a necessidade dos clientes – tem atraído a atenção dos investidores.
Por outro lado, já se fala que o aquecimento do mercado poderia adiar a venda de uma consultoria ou fabricante de soluções de segurança da informação porque os novos contratos, assinados agora em janeiro, valorizam ainda mais o valor de venda da empresa. O crescimento da carteira de clientes e aumento da receita estava previsto para março. Porém, a retomada dos projetos pré-crise e o aumento do orçamento para segurança da informação contribuíram para que as previsões fossem antecipadas para fevereiro.
Um segundo fator está atrasando a concretização de venda das empresas de segurança da informação. A empresa ou investidor que faz a oferta de compra de uma empresa de segurança da informação tem dificuldades em calcular quanto vale o poder de inovação da organização. Por exemplo, avaliando a contabilidade e mais alguns dados de mercado, o possível comprador oferece R$ 10 milhões pela empresa. Porém, essa empresa está desenvolvendo uma idéia ou produto que, futuramente, ajudará no crescimento acelerado da receita e na expansão do negócio. O valor “real” da empresa pode chegar a R$ 17,5 milhões graças ao poder de inovação. Mas na prática, calcular tudo isso e justificar o valor relacionado ao poder de inovação têm sido um dos principais desafios durante a negociação da venda.
A compra de uma consultoria ou fabricante de soluções de segurança pode trazer ganhos financeiros mais rápidos, em comparação aos investimentos realizados em ações na bolsa de valores. Porém, o risco para o investidor ou comprador é muito maior. O aquecimento da economia, o surgimento de novas regulamentações, leis, normas internacionais, o aumento das ameaças na internet, a informatização dos processos de negócio etc, criaram o cenário ideal para quem busca uma boa oportunidade de negócio. Esta é uma potente combinação que tem atraído a atenção de investidores, mas como saber quais empresas de segurança da informação estão à venda?
Por Denny Roger
Denny Roger é diretor da EPSEC e presidente da Associação Brasileira de Segurança da Informação (Abrasinfo), membro do Comitê Brasileiro sobre as normas de gestão de segurança da informação (série 27000), membro do International Association of Emergency Managers (IAEM), especialista em análise de risco, projetos de redes seguras e perícia forense. E-mail: denny@epsec.com.br, Twitter: http://twitter.com/dennyroger, Blog: http://blog.dennyroger.com.br/.

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Postado por Plinio Cruz em 3 de fevereiro de 2010 - Editorial, Segurança, Tecnologia |
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A CFSEC Security Architects, uma das principais empresas brasileiras que busca e desenvolve novos pontos de vista sobre Segurança da Informação, tem à sua frente, desde sua fundação em 2001, Nelson Corrêa. Desde 2005, o executivo tem conscientizado as empresas sobre como as inovações biométricas podem aumentar a segurança ou agregar valor aos softwares desenvolvidos. Ele também comenta, nesta entrevista exclusiva a EPSEC, suas experiências sobre a criação de uma escala de maturidade para a gestão da segurança, o crescimento do uso da biometria no Brasil e os desafios para estruturar uma área de segurança da informação. Conversamos com Nelson Corrêa sobre sua brilhante carreira e o perfil do profissional que atua na área de segurança da informação. Acompanhe a entrevista completa.

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Postado por Plinio Cruz em 2 de fevereiro de 2010 - Editorial, Notícias, Segurança, Soluções, Tecnologia |
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Conheça os primeiros profissionais confirmados, que estão na Grade Temária da 13ª Edição CNASI Rio de Janeiro! 13ª Edição – CNASI – Congresso Nacional de Auditoria de TI, Segurança da Informação e Governança, consagrado como o mais importante evento para os profissionais de Risk Management e Compliance, capítulos vitais para a Governança de TI.
O objetivo desse Congresso, sempre inovador e atualizado, é contribuir e trazer High Tech knowledge para todos os profissionais envolvidos com as áreas de Gerenciamento de Risco, Auditoria de Sistemas, Segurança da Informação e Governança de TI, hoje fundamental para a conformidade e o alinhamento dos negócios nas empresas.
É o maior evento de Segurança da América Latina, que abrange a tríade CIA (Confidentiality, Integrity and Availability) – Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade – que, atualmente, orientam o planejamento, a análise e a implementação da conformidade nas Corporações.
A programação temária é cuidadosamente elaborada para conter cursos de imersão, palestras técnicas, painéis, casos de sucesso e apresentações de soluções, comandadas pelos principais especialistas do mercado.
Conheça algumas das atividades confirmadas
O futuro da Governança da Segurança da Informação
Denny Roger – Diretor – EPSEC
A palestra tem como objetivo apresentar, na prática, as principais técnicas e modelos para conduzir e orientar, de maneira transparente e eficaz, a Gestão da Segurança da Informação alinhada aos objetivos estratégicos da organização. A apresentação também irá demonstrar de que modo implementar a NBR ISO/IEC 20000 e a NBR ISO/IEC 27001 juntas, ajudando a transformar os processos sobre Gerenciamento de Serviços de TI na Segurança da Informação.
Os participantes desta palestra aprenderão como estabelecer pontos de mensuração a partir dos quais possam implementar mudanças no modo de operar o Sistema de Gestão da Segurança da Informação, a fim de otimizar a performance da empresa em que trabalham.
Auditoria em Projetos de TI: Uma abordagem prática
Luiz Claudio Diogo Reis – Auditor – Caixa Econômica Federal
Auditoria de Sistemas de Informação: Questões de Segurança e Confiabilidade
José Maurício dos Santos Pinheiro – Professor – Centro Universitário Geraldo di Biase
Modelo de Avaliação de IPS em Cenários de ataque DDOS
Alexandre Soares- Engenheiro de Sistemas – 3Com do Brasil Serviços
Governança e Controle dos processos de Tecnologia da Informação
Eliane Águia – Sócio-Diretor – KPMG Information Risk Management
A Nova Polêmica da Era Digital: Como aplicar o Direito à Tecnologia?
Camilla do Vale Jimene – Sócia-advogada – Opice Blum Advogados Associados
Faça agora mesmo a sua inscrição, acesse:
http://www.cnasi.com.br/rj/
Fonte: Equipe EPSEC - info@epsec.com.br

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Postado por Plinio Cruz em 18 de janeiro de 2010 - Editorial |
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