Postado por Plinio Cruz em 22 de julho de 2009 na categoria Hardware, Mac OS, MultimÃdia |
A NVIDIA anunciou, no mês passado, para os usuários do Mac Pro sua premiada NVIDIA® Quadro® FX 4800, a placa de vÃdeo para uso profissional mais avançada do mercado. Com uma sofisticada arquitetura de GPU e diversos recursos, a Quadro FX 4800 traz um aumento substancial na performance gráfica do Mac, permitindo que os usuários continuem a desafiar as fronteiras do realismo e da produtividade em mercados como os de arquitetura, criação de conteúdo, pesquisa médica e cientÃfica.
“Alguns dos problemas mais desafiadores da computação visual são resolvidos em plataforma Mac”, disse Jeff Brown, Gerente Geral de Soluções Profissionais da NVIDIA. “A Quadro FX 4800 oferece poder e velocidade para atender a esta demanda especial.”
Para atender diretamente à s necessidades dos usuários de Mac, a GPU Quadro FX 4800 para Mac traz um conector estéreo de 3-pinos para a visualização de imagens 3D estereoscópicas, uma função crÃtica para diversas aplicações profissionais do Mac. Projetada, testada e construÃda pela NVIDIA para atingir os mais altos padrões de qualidade exigidos pela comunidade Mac, a GPU Quadro FX 4800 consegue alocar dinamicamente o poder de processamento para computação, geometria, shading e processamento de pixels.
Outras caracterÃsticas principais da GPU Quadro FX 4800 para Mac incluem:
- Visualização Interativa de Grandes Modelos – Com um frame buffer impressionante de 1,5GB e largura de memória de até 76,8GB/segundo, a GPU é capaz de oferecer visualização interativa de grandes modelos, alta performance para processamento de texturas te tamanhos grandes em tempo real, além de altÃssima qualidade e resolução com Full-Scene antialiasing (FSAA)
- Visualização de Alta Performance – A Arquitetura de computação paralela NVIDIA® CUDAâ„¢ para GPUs NVIDIA Quadro trazem muito mais performance para as aplicações, melhorando a produtividade e criatividade em áreas como produção de vÃdeos, animações e fotos.
- Conectores Dual Dual Link DVI e Stereo – Equipada com um conector min-din de 3 pinos dedicado para o suporte a óculos 3D estéreo e até dois conectores dual-link DVI, compatÃveis com os monitores de maior resolução disponÃveis no mercado
- Suporte ao Boot Camp – Acesso nativo aos recursos gráficos e de performance para Windows, quando utilizando o Apple Boot Camp.
Postado por Plinio Cruz em 24 de março de 2009 na categoria Mac OS, Rede |
Dentro do mundo 802.11b a Apple também tem a sua solução de compartilhamento de dados e acesso à internet. Seguindo o padrão de todos os produtos da maçã, a estação base AirPort chama muita atenção pelo design. E a beleza não é o único destaque do hardware. Ele funciona como um ponto de acesso à internet, que compartilha a conexão. Testamos o produto para compartilhar acesso entre um iMac e um iBook, ambos com processador Power PC G3 de 600 MHz e sistema operacional Mac OS X. O HD do iMac tinha 40 GB e o do iBook, 15 GB.
Para que a solução funcione perfeitamente, é preciso ficar atento para alguns detalhes. A localização do ponto de acesso influencia muito na rapidez da rede. O ideal é que o AirPort fique num lugar central em relação aos micros que utilizarão o acesso. Quem quiser, pode até colocá-lo na parede. Outro detalhe que faz toda diferença é a porta em que o conector será plugado. Existem três entradas no AirPort. A primeira para o modem convencional, a segunda para Ethernet WAN, que é a opção no caso de um acesso banda larga através de cable modem ou ADSL, e a terceira para a conexão de uma rede Ethernet LAN, usada para o acesso através de uma rede local, com fio. Como em nosso caso utilizamos uma rede sem fio, com o padrão 802.11b, usamos a porta WAN.
Além do AirPort é necessário ter em cada um dos micros que serão conectados à rede um AirPort Card. No caso do iMac, o cartão é inserido no slot que fica na parte de baixo da máquina. No iBook, o cartão deve ser colocado no slot que fica embaixo do teclado. Em ambas as máquinas os cartões foram reconhecidos automaticamente pelo Mac OS X. Assim que o AirPort é ligado, três luzes que ficam acima do equipamento começam a piscar. Quando elas param de piscar e a luz do meio fica permanentemente acesa, significa que o hardware já está sincronizado com a rede e pronto para distribuir o acesso à internet.
Compartilhamento de arquivosÂ
A versão X do Mac OS vem acompanhada de um software de instalação do AirPort. No entanto, a versão que está no sistema operacional OS X é a 1.4, e o AirPort que utilizamos funcionava com a versão 2.0. Enquanto a versão mais recente do software não foi instalada, os micros não conseguiram compartilhar o acesso à internet. Por isso, é aconselhável instalar sempre o software que acompanha o produto.
Com a instalação do software do Airport e dos cartões, as máquinas já podem conversar entre si. Para conferir a comunicação basta ir no menu Go e escolher a opção Connect to Server. Uma tela será aberta e, clicando em AppleTalk, é possÃvel enxergar os micros que estão dentro da rede. Para trocar arquivos, é necessário clicar em Macintosh HD, escolher a pasta Users e na próxima tela clicar na pasta Public. Uma pasta com o nome de Drop Box será mostrada na tela. É nela que ficarão todos os arquivos a ser divididos. Para inserir qualquer documento na pasta de outro usuário basta arrastar o mesmo para a pasta compartilhada.
A Drop Box é uma novidade do Mac OS X. Sua grande vantagem é aumentar a segurança dos dados e a privacidade dos usuários da rede AirPort. Até a versão anterior do sistema os usuários podiam compartilhar o HD inteiro com outros usuários. Agora há mais segurança, mas também um problema: a impossibilidade de compartilhar periféricos através do AirPort. O uso de uma impressora por todas as máquinas só pode ser feito se o periférico utilizar o padrão 802.11b. Tudo estaria bem se não fosse um detalhe: no Brasil ainda não existe nenhuma impressora com esse padrão, pelo menos fabricada localmente ou importada pelos canais convencionais.
Acesso à internetÂ
Para acessar a internet, é necessário um cuidado adicional na configuração do AirPort. Além de conectar o plug certo na porta certa também é preciso selecionar as opções corretas no software. Rede Dial-up: com o AirPort ligado verifique as configurações da rede. Acesse a opção System Preferences e em seguida vá para a opção Network. Uma tela será aberta. Em Location veja se está selecionada a palavra Automatic. Abaixo é preciso que na opção Show seja mostrado o AirPort. Feito isso, vá para a orelha TCP/IP e no quadro Configure coloque a opção Using DHCP. Na orelha AppleTalk certifique-se de que o AppleTalk está ativo.
Depois verifique se o micro está sendo reconhecido pela base e vice-versa. Vá em Macintosh HD, clique em Applications, abra a pasta Utilities e selecione a opção AirPort Admin Utility. Assim que o utilitário é aberto o computador já faz uma procura para encontrar a base. Caso nenhum resultado tenha sido obtido, clique em Rescan para que o software faça uma nova procura. Não deu certo? Então é hora de verificar as configurações do AirPort.
Clique em Configure. Uma senha será pedida para fazer as verificações. A senha-padrão do software é public. A página de configuração será mostrada. Na orelha Internet verifique se a conexão usada é a modem V.90. Também verifique o User Name e se o número que está sendo discado é mesmo do provedor. Depois dê um Update e a conexão será restartada e o micro tentará encontrar a base. Em nosso caso, com essas configurações conseguimos compartilhar a conexão internet entre o iMac e o iBook. Para comprovar, fizemos um download simultâneo o ICQ 3.0X, para Macintosh. O arquivo de 2.7 MB foi baixado em 85 minutos pelo iMac e em uma hora e quatro minutos pelo iBook. Vale lembrar que o download foi feito entre 20h00 e 21h00, horário de pico na internet. O mesmo download feito entre 16h00 e 16h30 foi completado em 26 minutos pelo iMac e em 22 minutos pelo iBook.
Banda larga: o AirPort também compartilha acesso à internet de alta velocidade. Nos testes do INFOLAB foi usada uma conexão Speedy, da Telefônica, que utiliza o padrão de conexão PPPoE. Conectamos o cabo do Speedy na porta WAN, depois disso fomos ao AirPort Admin Utility, onde tivemos de fazer uma configuração diferente. Na orelha Internet selecionamos a opção PPPoE. Em Username colocamos o e-mail do usuário Speedy e em Service Name foi necessário digitar uma identificação enorme composta de letras e números que é oferecida pelos provedores de banda larga a todos os seus usuários. Também é necessário deixar selecionada a opção Always Stay Connected, que aparece abaixo. Depois, clicamos em Update, a base comunicou com as máquinas e o acesso à internet em alta velocidade pode ser utilizado. Para conferir o funcionamento, fizemos novamente o download simultâneo do ICQ 3.0X. O arquivo foi baixado em 2 minutos e 10 segundos pelo iBook e em 5 minutos pelo iMac.
Segurança
Encontrar um firewall e um antivÃrus que fossem compatÃveis com o Mac OS X não foi tarefa fácil. Ainda não existe no Brasil nenhum software desse tipo para o sistema operacional. No caso do firewall tivemos de instalar a versão 1.0 do Norton Personal Firewall no Mac OS 9.1, que acompanha o Mac OS X. Em seguida rodamos a atualização do software, o Live Update 1.02, no Mac OS X. Só assim conseguimos usar um firewall em nossa rede. No caso do antivÃrus fizemos o download a partir do site da Symantec da versão 7.02 do Norton AntiVirus para Macintosh.
Em nenhum dos casos foi possÃvel compartilhar o firewall e o antivÃrus entre os micros. Para proteger as duas máquinas tivemos de instalar os dois programas em cada uma delas. O firewall veio inicialmente com todos os acessos negados. Para permitir que uma máquina conversasse com a outra tivemos de definir os IPs que poderiam se comunicar. Isso foi feito clicando no menu Windows e escolhendo a opção Set up. Uma tela do firewall foi mostrada. Clicando em File Sharing over TCP/IP, várias opções apareceram no lado direito da tela. Escolhemos a segunda opção (Allows acces from only IP Adresses in list). Em seguida clicamos no botão New. Uma outra tela se abriu e nela selecionamos a opção Subnet. Em seguida fomos ao botão Use my Subnet e os dois micros começaram a trocar arquivos.
Dica do site da Infoexame
Postado por Plinio Cruz em 23 de outubro de 2008 na categoria Aplicativos, Mac OS |
Ferramenta para automatizar tarefas no Mac OS ganha reforços com a ajuda de ações criadas por desenvolvedores independentes.
O Automator é uma ótima ferramenta para automatizar tarefas no Mac, sem que você saiba programar ou escrever scripts. Ao arrastar ações predefinidas para uma área, você pode criar inúmeros fluxos de trabalho para tornar mais fácil tarefas que antes tinham que ser feitas manualmente. Basta executar e o Automator resolve a questão.
O Mac OS X vem com centenas de ações do Automator prontas. Elas lidam com inúmeras tarefas básicas do próprio sistema operacional e dos aplicativos do OS X, como a Agenda, iCal, iTunes, Mail e Safari, entre outros. Mas por mais úteis que elas sejam, essas ações não conseguem fazer tudo.
Felizmente, desenvolvedores independentes criaram inúmeras ações para Automator. Elas funcionam com o OS X e inúmeros aplicativos, como o pacote Office ou criar DVDs com fotos, entre outros. Elas tornam o Automator muito mais útil, e selecionamos sete que fazem de tudo um pouco. Selecionamos seis ações interessantes para ampliar o poder do Automator.
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Muitos arquivos no Finder
A nova ação Loop do Automator permite repetir seções de um fluxo de trabalho inúmeras vezes. Infelizmente, tem uma falha: se o fluxo passa por arquivos ou pastas com múltiplos arquivos em um loop, o Automator envia todo o pacote para o loop de uma vez só.
Isso não é um problema se você trabalha com poucos itens. Mas se o fluxo inclui centenas ou milhares de itens no Finder e os envia para um aplicativo, você pode ter, por exemplo, centenas de arquivos abertos no Word ao mesmo tempo. O Dispense Items Automatically resolve essa questão ao reunir os pacotes de arquivos como uma entrada só e então enviá-los ao loop do Automator um de cada vez. Uma vez que todos os itens passaram pelo loop, a ação interrompe o fluxo de trabalho.
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Baixe páginas da web como PDF
Salvar páginas da web em PDF pode ser algo muito útil, seja para enviar por e-mail para amigos, arquivar para ver offline ou integrá-las a um documento. O Download URL as PDF faz essa tarefa ficar mais fácil. Essa ação usa as URLs de uma ação anterior, como a Obter a Página Web Atual do Safari ou Obter URLs especificadas, transforma em formato PDF e salva os arquivos em uma pasta. Dentro das preferências da ação é possÃvel definir a orientação da página, se vai incluir imagens e fundo, nome do arquivo, entre outros.
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Mande fotos para o Flickr
O Flickr Upload torna mais simples o envio de fotos para a internet. Depois que você autenticar essa ação com sua conta no Flickr, pode criar fluxos de trabalho que enviam fotos direto do Aperture ou do iPhoto e até aquelas que você acabou de transferir da sua câmera. A ação não só faz o upload como também insere tÃtulos, descrições e tags para suas imagens, alem de especificar quem poderá vê-las online.
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Ação Flickr Upload: envio de fotos para compartilhamento online
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Manutenção de sistema
Realizar algumas tarefas de manutenção de sistema, como reparar permissões de reparo de disco, pode ser algo entediante. As ações presentes no Automator não tornam isso mais divertido, mas o Maintenance dá uma força: permite iniciar diversas rotinas de manutenção de sistema, incluindo as permissões de reparo, apagar arquivos da cachê e reindexar o Spotlight – tudo isso de dentro do Automator. Essa ação é uma versão modificada do Executar AppleScript do Automator, salva como um aplicativo. Ele funciona como um programa independente, como um fluxo de trabalho do Automatore e também se integra ao iCal para rodar como um alarme, sem que você precise intervir no sistema.
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Ação Maintenance: para manutenção do OS X
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Faça upload para FTP
Se você tem que fazer uploads regulares para pastas em um servidor FTP, a ação Upload to FTP facilita o processo. Ela guarda as configurações do servidor FTP, como endereço, nome de usuário, senha e diretório, entre outros. Quando recebe arquivos e pastas para serem usados em um fluxo de trabalho, faz o upload automático e ainda fornece suas URLs como resultado (para envio por e-mail, por exemplo, para um parceiro de negócios).
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Ação Upload to FTP: envio de arquivos para servidores
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Veja com o Quick Look
O Quick Look é um recurso do Leopard para visualizar arquivos sem que você abra o aplicativo. A ação View with Quick Look traz ao Automator a capacidade de criar fluxos de trabalho que irão permitir ver o conteúdo de pastas, anexos de e-mail, entre outros, em uma janela do Quick Look. A ação não tem configurações, basta adicioná-la ao fluxo de trabalho na sequencia de outra ação que tenha como resultado os itens do Finder.
Existem inúmeras outras ações que você pode baixar e instalar de graça no seu Automator. Fique de olho em sites que têm outras ações, como o da própria Apple, o Automator.us, o Automator World e o MacScripter.Â
Ben Waldie - PCWorld
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Postado por Plinio Cruz em 21 de janeiro de 2008 na categoria Mac OS, Utilitários |
Usuários de Mac familiarizados com o Mac OS sabem que a Apple esconde diversos ajustes finos e recursos no sistema operacional, garantindo uma experiência personalizada. Graças a certas ferramentas como o TinkerTool, usuários novatos também podem usufruir desses recursos.
Algumas caracterÃsticas do TinkerTool (que é gratuito) tornam a interface mais atraente e personalizável, enquanto outras melhoram a performance do sistema ao mudar elementos gráficos, desligando animações. Se você quer mais controle sobre seu Mac, TinkerTool é a solução.
A sua versão do Mac OS determina as opções que o TinkerTool pode abrir para você. O aplicativo funciona com OS 10.2 até 10.4, e o desenvolvedor acredita que terá uma versão pronta para o Leopard 10.5, que sai no dia 26 de outubro.
Entre os melhores ajustes do TinkerTool estão as opções para desligar a animação do Dock e do Finder, que ocorrem quando você abre um arquivo, aplicativo, seleciona um item nos menus, e assim por diante. Desligar essas opções podem acelerar o Mac, principalmente se ele for um modelo antigo, ou com pouca memória RAM.
Se você é um usuário Mac que trabalha com redes ou drives compartilhados com Windows, provavelmente se lembrará do infame arquivo .DS_Store que o Mac OS cria nos volumes que montar. Com o TinkerTool, você pode evitar a criação destes arquivos. Adicionalmente, TinkerTool oferece outras opções para personalizar seu Dock; você pode colocá-lo no topo da tela (uma função escondida no Mac OS X por padrão), fazer os Ãcones ficarem transparentes e muito mais. E o TinkerTool oferece um mundo de opções para modificar o Safari, a forma que o Finder lida com arquivos de rede, Ãcones e avisos na tela, e mais.
Se você gosta do TinkerTool, você pode mantê-lo instalado por quanto tempo desejar. Caso resolva apagá-lo, é possÃvel reverter todas as suas mudanças de acordo com os padrões do OS X, ou da maneira que elas estavam quando você começou a usar o programa.
Não pense que o TinkerTool executará tarefas de manutenção automaticamente – essa não é a sua função. O aplicativo auxilia na hora de personalizar o sistema operacional, e ele permite mudar diversas funções que usuários Mac costumam reclamar, como abrir arquivos PDF dentro do Safari ao invés do Preview, além de mudar a ordem dos itens de login. TinkerTool conserta ambos problemas, e muito mais.
Fonte: Por Alan Henry, PC Magazine
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Postado por Plinio Cruz em 6 de janeiro de 2008 na categoria Aplicativos, Mac OS |
O Final Cut Express HD da Apple é uma suÃte de alta performance que inclui versões mais simples dos três programas do Final Cut Studioo editor Final Cut, o aplicativo de legendagem LiveType e a ferramenta de produção de música em loops Soundtrack. Apesar dos usuários que migrarem do iMovie acharem a aprendizarem um pouco difÃcil, as únicas funções que devem sentir falta são editor WAV e a ferramente de redução de ruÃdos do Soundtrack Pro. Não é barata, mas é uma ótima suÃte para adquirir.
Ao contrário do Premiere Elements, que a Adobe substancialmente remodelou para o consumidor, a Apple simplesmente cortou funções do Final Cut para produzir o Final Cut Express, assim os usuários irão encontrar a mesma interface profissional otimizada. A Apple também fornece o manual em DVD, em vez dos manuais em papel que vêm com o Final Cut que podem ser melhores.
A instalação é normal, tÃpica de produtos da Apple, e os usuários que gostam da interface logo irão começar a cortar, dividir e sequenciar seus videoclips na ordem desejada. Eles também serão muito bem recompensados com as ótimas funções principais tais como sequenciamento aglomerado e seqüências múltiplas abertas, elegantes controles Edit Overlay, e até 99 faixas de áudio e vÃdeo. A Apple adicionou suporte total a key frame, que faltava nas versões prévias, o que aumentava a flexibilidade criativa. Outra nova função é a Dynamic RT (real time), que assegura que as prévias de áudio e vÃdeo são sempre mostradas na mais alta qualidade que o computador pode produzir.
As conversões expressas incluem HDV para o Intermediate Codec (AIC) da Apple, o que leva a taxa de dados a mais de 36GB/h, o triplo do HDV nativo quase. O AIC é um formato menor mas mais responsivo durante a edição do que o nativo HDV MPEG-2. Fiz a prévia de quatro streams HDV em picture-in-picture em tempo real em um MacBook Pro. Essa ótima performance mostra que você terá edição HDV responsiva mesmo em máquinas mais simples.
Por outro lado, a Apple removeu a função multicam do Final Cut Pro do Express, então você terá que editar streams múltiplos manualmente. O Express também não inclui o Compressor, a ferramenta altamente funcional de conversão em lotes da Apple. Mas o programa pode abrir projetos Final Cut Pro, uma boa conveniência, e fazer a renderização de nosso arquivo de teste de 3m para formato DV em 8m22s, quase o mesmo tempo que levou o Final Cut Pro.
As bibliotecas de texturas móveis do aplicativo de legendagem LiveType, as fontes e os efeitos de texto permitem que iniciantes criem rapidamente legendas de qualidade profissional. A única desvantagem é o fluxo de trabalho; para sincronizar sua legenda com o vÃdeo no background exatamente você terá que exportar um filme de referência do Express, importá-lo totalmente para o LiveType, criar e produzir sua legenda a partir do LiveType, e importar a legenda finalizada para o Express. Uma vez que você importa a legenda para o Express, no entanto, a edição completa simplifica as modificações.
Não gostamos muito do SoundTrack, onde a Apple reteve a capacidade de criar música baseada em loops mas removeu o editor WAV. Isso significa que não há acesso à poderosa função de remoção de ruÃdo da Apple, a qual é ideal para a baixa qualidade de câmeras de vÃdeo que a maioria dos usuários não-profissionais possuem e os ambientes ruidosos em que fazem suas gravações.
O competidor mais próximo do Final Cut Express é o Adobe Premiere Elements, com interface mais atraente para o consumidor, melhor correção de cor, e melhor saÃda de arquivos, assim como ferramenta para autoria de DVDs integrada similar ao iDVD. Ainda assim, o Final Cut Express é uma ferramenta muito competente, especialmente considerando seu suporte à HDV, sua ferramenta de legendagem melhor integrada ainda que menos competente, e ainda que não possa abrir múltiplos projetos ou sequências. O Premiere Elements é apenas para o Microsoft Windows, enquanto que o Final Cut Express é para Macs, ainda que funcione tanto em PowerPCs como MacIntels.
Empresa: Apple
Preço US$299
Fonte: Yahoo.com.br