Momento Único em um Ballet da China!

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Postado por Plinio Cruz em 22 de novembro de 2010 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

Ontem tive uma oportunidade única, fui ao Theatro Municipal, que por si só como eu sempre digo já um evento, mas, além disso, fui ao espetáculo Lanternas Vermelhas, do Ballet Nacional da China. Vale o registro que o Theatro Municipal está cada vez mais majestoso, imponente e um prazer aos olhos, é uma construção muito bonita.

Voltando ao espetáculo; o Ballet Nacional da China (BNC) foi fundado há mais de 50 anos, é a única companhia de dança estatal do país, sua proposta é preservar a tradição da dança chinesa e incorporar ao repertório as grandes obras do balé romântico ocidental.

O programa da noite, Lanternas Vermelhas, é uma história de amores desencontrados, de uma concubina que é escolhida pelo senhor para ser uma de suas esposas, mas ela não deixa de amar um dos atores da Ópera de Pequim, sua verdadeira paixão.

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Caponata de Entrada Seguido de Don Quixote e Cartas de Martha Medeiros na Sobremesa!

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Postado por Plinio Cruz em 25 de outubro de 2010 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

Há muito não escrevia para a coluna do “Out Of emory”, falta de tempo para escrever, pois atividades culturais não faltam no Rio de Janeiro e mesmo com muito trabalho consegui comparecer a algumas dessas atividades graças a insistência da minha esposa que sempre está por dentro da agenda cultural da cidade, como a exposição do artista Wesley Duke Lee, na Pinakotheke Cultural, em Botafogo, mas nesse semestre foram raros os momentos que pude acompanhá-la.

Para colocar uma parte desse atraso em dia resolvi sair com ela e tomar uma overdose de cultura, gastronomia, entretenimento, etc. E de uma só vez fomos a três eventos diferentes no mesmo dia, começando no almoço e terminando somente a noite, um domingo que não poderia passar em branco, merece um registro especial.

Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa

O palacete, onde hoje está instalada a Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, foi construído em 1920 e é fruto de uma história de amor, vale a pena conhecer a história no site. Dessa vez fui lá não pelos atrativos culturais e sim pela gastronomia, já é tradição para nós conferirmos as delícias do chef no Festival Restaurat Week, que a casa sempre participa.

Caponata com bruscheta

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Bom a Vera!

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Postado por Plinio Cruz em 19 de janeiro de 2010 na categoria Out Of Memory | 2 Comments to Read

É claro que a qualidade da apresentação de Marcos Veras em “Falando a Veras” não faz uso de trocadilhos pobres e piadas fracas como o tíutlo dessa coluna, mas a intenção do título é mais que verdadeira, pois os quase 90 minutos do show de Marcos é hilário e imperdível!

Primeiro tenho que agradecer a Isabela Saes e a SulAmérica Paradiso pela oportunidade, pois como sempre faço quase que diariamente, participo do programa a Hora do Blush via e-mail, enviando opiniões e interagindo com o pessoal do programa, e na última quarta-feira Marcos Veras foi o convidado e fui presenteado com um par de ingressos para a estréia na sexta-feira(15).

Para quem quer conferir esse show é fácil, Marcos Veras está em curta temporada, até 5 de fevereiro, todas as sextas no Teatro Leblon. Rua Conde de Bernadote, 26.

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O Dia em Que Beauvoir Deu o Oscar a Montenegro

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Postado por Plinio Cruz em 26 de outubro de 2009 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

Há meses que não escrevia na coluna, não por falta de progamação cultural, que confesso que nesses últimos tempos foi bem rara, mas por falta de tempo, os projetos da Trio Interativa estão numerosos, o que dificultou a dedicação ao Clube da Informática. De Hamlet pra cá, teve algumas exposições, alguma gastronomia e até a peça de teatro “Aquela Mulher” com a Marilia Grabriela, que infelizmente não consegui registrar aqui! Texto muito bom, ousado no tema e muito bom na forma.

Fernanda Montenegro em Viver Sem Tempos Mortos

Fernanda Montenegro em Viver Sem Tempos Mortos

Mas hoje estou aqui para expor todo o meu nacionalismo, me acabar em elogios e criticar como bom brasileiro a injustiça com o nosso povo tupiniquim e creditar o Oscar de melhor atriz que foi nos negado por Central do Brasil a essa instituição brasileira chamada Fernanda Montenegro.

O  título do post foi uma brincadeira com o título do livro que estou lendo atualmente que vale o registro “O dia em que Getúlio Matou Allende” do jornalista Flávio Tavares. Um livro que conta o último meio século de história do Brasil visto pelos bastidores do poder, que tem como eixo um encontro casual do autor, então um jovem estudante com Salvador Allende na China de 54 logo após o suicídio de Vargas, narrativa apaixonante. Vale a leitura.

Voltando ao tema: Fenanda Montenegro. Voltei ao novo teatro do Fashion Mall, agora na sala 2, para conferir “Viver Sem Tempos Mortos”, um monólogo ousado sobre a vida de Simone de Beauvoir. Sem ação física e recursos tecnológicos o diretor Felipe Hirsch coloca a atriz em uma cadeira com um iluminação explendorosa no centro do palco e lá Fernando encarna Beauvoir que conta como foi sua intensa vida.

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Tonico Pereira Rouba a Cena em Hamlet

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Postado por Plinio Cruz em 20 de junho de 2009 na categoria Out Of Memory | Leia o primeiro comentario

Para fechar a série de Out of Memory atrasados do mês de maio: um clássico. No dia 22 passado fui ao belíssimo Teatro Oi Casa Grande conferir Wagner Moura e grande elenco em  “Hamlet”, de William Shakespeare, no elenco Tonico Pereira, Carla Ribas, Georgiana Góes, Caio Junqueira, Cláudio Mendes, Fábio Lago, Felipe Koury, Gillray Coutinho e Marcelo Flores. A direção, na minha opinião de leitor da obra, magnífica foi Aderbal Freire Filho.

Hamlet é uma tragédia de William Shakespeare, escrita entre 1599 e 1601. A peça, passada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai Hamlet, o rei, executando seu tio Cláudio, que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a mãe de Hamlet. A peça traça um mapa do curso de vida na loucura real e na loucura fingida — do sofrimento opressivo à raiva fervorosa — e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.

A peça é extensa, são mais de três horas de uma história intensa e com um texto magnífico, a tradução foi feita pela dupla Wagner Moura e Aderbal Freire, vou chover no molhado e afirmar que comprovei a atuação espalhafatosa do Hamlet feito por Wagner, detalhe que até ele mesmo assumi ter colocado na personagem, na minha opinião não compromete, na verdade lendo a obra na tradução de Millôr Fernandes por vezes tive a impressão de imaginar um Hamlet muito próximo ao de Wagner Moura.

Os recursos da peça, como a filmagem feita ao vivo e que passa no telão ao fundo do palco, são utilizados na medida e trazem dramaticidade na dose certa e em momentos chave da história, a luz e o palco dão um tom quente a história, lindo e fantástico!

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