Um Projeto e um Sonho Realizados no Mesmo Pacote

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Postado por Plinio Cruz em 18 de junho de 2009 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

No último post Out fo Memory me comprometi a justificar meus atrasos com essa parte do site, e de quebra justifico mostrando uma dica de diversão que ultrapassa as linhas do entretenimento e toca assuntos como preservação ambiental, trabalho sério, educação e amor a uma causa, estou falando do Projeto Tamar na Praia do Forte em Salvador. Mas temos que começar pelo começo…

Entra do evento da Sobenfee no Othon

Entrada do evento da Sobenfee no Othon

Como a maioria já sabe sou diretor de tecnologia da Trio Interativa, mantenedora do site do Clube, e como tal estou a frente de um novo projeto da empresa, que já completou um pouco mais de um ano e que está em franco crescimento que é o Hermes, uma solução em gestão de eventos, que teve um momento importante na última semana do mês passado, entre 27 e 30 para ser mais preciso, em um evento para quase duas mil pessoas, onde além de participar de todo o processo de organização e administração que antecede o evento em si, também foi responsável pela gestão da secretaria do evento, credeciando, colhendo novas inscrições, imprimindo certificados e organizando o evento de um modo geral no próprio local.

O evento em pauta foi o II Congresso Brasileiro de Tratamento de Feridas realizado com muita competência pela Nyty Eventos, empresa organizadora de eventos e que está utilizando o sistema Hermes em seus eventos desde agosto de 2008 com muito sucesso. Acreditando no sistema desde seu início a empresa foi pioneira na utilização de um sistema autonônomo e totalmente ligado a internet e ao banco de dados do evento pelo Hermes, sendo assim a organização do evento tinha acesso em tempo real aos dados  e gerência do evento, como crendencimentos e novas inscrições realizadas por exemplo.

Umas das instalações educativas do Projeto Tamar

Umas das instalações educativas do Projeto Tamar

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Júlia Lemmertz e Clarice Niskier Guerreiam Como Verdadeiras Rainhas

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Postado por Plinio Cruz em 17 de junho de 2009 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

A coluna Out Of Memory teve poucas entradas nos últimos tempos, mas não foi por falta de programas interessantes e sim por falta de tempo, os visitantes mais assíduos do Clube da Informática já criticaram as “poucas” atualizações das últimas semanas, mas foi tudo por uma boa causa, explico em um próximo post. Vamos ao que interessa…

Grande Elenco em Maria Stuart

Grande Elenco em Maria Stuart

Fui assistir em meados de maio passado, mas precisamente há um mês, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) a montagem do clássico de Schiller “Maria Stuart”, com Julia Lemmertz no papel-título e Clarice Niskier como Elizabeth, sob a direção de Antonio Gilberto, idealizador do projeto ao lado das duas atrizes. A tradução utilizada é a de Manuel Bandeira, e completam o elenco Mário Borges, André Correa, Henri Pagnoncelli, Clemente Viscaino, Amélia Bittencourt, Pedro Osório, Renato Linhares, Maurício Souza Lima, Silvio Kavinski, Thiago Hausen, Maurício Silveira, Guilherme Bernardy e Ednei Giovenazzi em participação especial. O patrocínio, é claro, do Centro Cultural Banco do Brasil.

A peça fala do histórico conflito entre as rainhas, primas e rivais Elizabeth, da Inglaterra, e Maria Stuart, da Escócia. A motivação do diretor Antonio Gilberto para trazer ao público brasileiro deste início de século XXI um clássico de Schiller, escrito em 1800, é a sua capacidade de se manter atual: “Por falar de sentimentos e conflitos tão comuns a nós seres humanos, essa obra de Schiller é um clássico. Por ser um clássico será sempre oportuna e interessante uma nova montagem de MARIA STUART”, afirma o diretor.

A montagem é boa, não chega a ser brilhante, mas é um bom espetáculo. O destaque fica pela atuação dos atores no que diz respeito ao texto, intenso, emocional e extenso, são falas gigantescas e que exigem o máximo de concentração de um ator, para conciliar texto, interpretação e ainda marcas no palco, talvez esse seja o motivo que nem todos os atores tenham uma atuação expressiva. Júlia Lemmertz sobra no elenco.

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Um colorido e uma emoção de causar vertigem

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Postado por Plinio Cruz em 10 de maio de 2009 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

Na última quinta-feira fui ao Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, passeio que por si só já é nota para a coluna, lindo, uma arquitetura estonteante, iluminado, limpo, com um pessoal bem treinado, aquelas coisas que fazem você se orgulhar de ter na sua cidade e mostrar e falar aos amigos quando recebe uma visita.

Fui conferir a exposição “Vertigem” dos artistas grafiteiros Gustavo e Otávio Pandolfo, OSGEMEOS, como são conhecidos (escrito assim mesmo), três salas e um turbilhão de sensações e emoções, impressionante. Uma exposição tão curta e que trabalha com percepções diferentes e de forma emocionante.

OSGEMEOS - Gustavo e Otávio Pandolfo

OSGEMEOS - Gustavo e Otávio Pandolfo

O traço é único e leva uma assinatura toda particular e o colorido é especial, a exposição é alegre apesar de ter um lado voltado para a crítica social, impressiona mesmo. As instalações trabalham outras sensações, o lado da audição é tratado de forma especial com uma instalação que permite até interação com os objetos, no caso, instrumento musicais.

Logo na entrada do CCBB você é recebido de braços abertos pela a escultura “Cabeça”, que é uma instalação móvel, constituída de um grande tronco humano com os braços abertos, sobre um Fusca que anda de verdade. Fantástico. Leia mais »

Cada um tem sua Cabra!

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Postado por Plinio Cruz em 3 de maio de 2009 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

Na véspera do dia do trabalhador aproveitei para começar os festejos desse dia que cada vez mais me pertence e fui ao Teatro dos Quatro no Shopping da Gávea ver o espetáculo A CABRA OU QUEM É SYLVIA?. Acredite, o título é a parte fácil de explicar…

O texto é de Edward Albee, a direção e adaptação de Jô Soares, no elenco; José Wilker, Denise Del Vecchio, Gustavo Machado e Francarlos Reis e uma história que trata de amor, tolerância, compreensão, natureza humana, racionalidade versus irracionalidade, perversão, medo, desejo e tudo mais sobre o ser humano e a sua vida em sociedade. Foi eleita pela Veja SP a melhor peça de 2008.

Martin e Stella discutindo sobre  Sylvia

Martin e Stella discutindo sobre Sylvia

Edward Albee

Edward Albee, dramaturgo americano cujas obras mais importantes são focadas nas relações familiares.
Nascido em Washington, capital, foi adotado duas semanas depois pelo dono de uma rede de teatro de variedades e cinemas e levado para o Condado de Westchester, no estado de Nova Iorque. Escreveu sua primeira peça de um ato, História do Zoológico (1959) em três semanas.

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Com certeza Burle Marx não falava mal da rotina

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Postado por Plinio Cruz em 26 de abril de 2009 na categoria Out Of Memory | Seja o primeiro a comentar

No final de semana passado fiz uma programação dupla, sábado fui visitar a exposição “Roberto Burle Marx 100 anos, a permanência do instável” no seu último final de semana e domingo fui ver Elisa Lucinda no seu monólogo “Parem de Falar Mal da Rotina“.

Mesmo sabendo que Burle Marx era pintor, desenhista, paisagista, artista plástico etc, etc, etc. Substimei a exposição, acredito que uma exposição sobre esse artista dificilmente vai ser fraca, sua obra não deixaria, mas o que foi montado no Paço Imperial do Rio de Janeiro foi um trabalho minucioso da vida completa do artista, utilizando de um espaço belíssimo e tão rico em história quanto a vida de Burle Marx para expor de forma organizada e belíssima toda sua obra.

É claro que o sábado não foi suficiente, voltei no domingo para continuar a visitação, mesmo ficando até o fechamento não consegui visitar toda a exposição com a calma e atenção que a mesma merecia. Espero que seja feito um catálogo ou livro sobre essa exposição, merece. Aprendi muita coisa e constatei que o Rio de Janeiro, por exemplo, tem o traço do artista em toda sua orla e história, assim como os jardins da Pampulha em Minhas Gerais e o Parque do Ibirapuera em São Paulo. Não vou nem citar as inumeras cidades espalhadas pelo mundo que levam sua assinatura.

Após a visitação do domingo fui direto para o teatro ver o espetáculo de Elisa Lucinda, dá para resumir tudo em uma palavra: SENSACIONAL! Um monólogo de mais de duas horas, com um intervalo de dez minutos onde Elisa atua de forma soberana, hipnotizando uma platéia de mais de trezentas pessoas falando sobre situações do cotidiano, analisando, filosofando, cantando, recitando poesias e mostrando que podemos rir de nós mesmos e que a vida pode ser muito fácil, que o próprio ser humano é culpado pela complexidade que sua vida tem.

Ao final ela fica a disposição do seu público para autógrafos e fotos e o que se vê é uma legião de fãs, antigos e novos, em três livros ela colhe as impressões de público assim que termina a peça, e o que se constata é que as pessoas saem agradecidas, ou pelo excelência do seu talento em criar poesias que tratam de temas complexos de forma simples e acessível ou mesmo porque sentem em suas palavras uma espécie de ajuda terapeutica para os problemas do cotidiano.