Ligue um notebook e um micro de mesa numa rede padrão USB

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Postado por Plinio Cruz em 14 de maio de 2009 na categoria Rede, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

A conexão de dois micros para a troca de dados é uma tarefa que faz parte do dia-a-dia de quem usa máquinas móveis. Neste Faça Você Mesmo, vamos mostrar como instalar um adaptador USB para ligar dois micros em rede. Para usar essa solução, os dois micros devem rodar o Windows 98 e ter entradas USB. O adaptador utilizado é o USB Direct Connect, da Belkin. Esse dispositivo consiste numa caixa, que faz a função de hub, e dois cabos USB.

A instalação é simples. Conecte os dois cabos à caixa do adaptador. Depois, ligue um cabo ao primeiro micro e o outro ao segundo. Falta, agora, instalar o driver e configurar a rede. Ao ligar o cabo USB ao micro, o sistema detecta o novo hardware e abre um assistente. Coloque no drive o disquete do Direct Connect e indique a unidade A. Isso agrega um driver de rede ao sistema. Abra as Propriedades do Ambiente de Rede, e veja lá os seguintes componentes: Belkin USB Adapter, Cliente para redes Microsoft e TCP/IP (ou TCP/IP -> Belkin USB Adapter).

Agora, na mesma tela, clique no botão Adicionar e escolha Serviço/Adicionar/Compartilhamento de Arquivos e Impressoras. Depois, no Explorer, clique com o botão direito no drive C, e escolha Compartilhar. Isso garante que o outro micro verá o conteúdo do disco neste computador. De volta às Propriedades de Rede, selecione a linha TCP/IP (ou TCP/IP -> Belkin USB Adapter) e clique no botão Propriedades. Clique na opção Especificar um endereço IP e escreva: na caixa Endereço IP, 192.168.1.1; e em Máscara de Sub-rede, 255.255.255.0. No outro micro, o IP deve ser o mesmo, com o último algarismo diferente — por exemplo, 2. A máscara de sub-rede permanece igual. Para concluir, o item Grupo de Trabalho, em Propriedades de Rede/Identificação, deve ser o mesmo nos dois micros.

Dica do site Infoexame

Técnicas para detecção de vírus

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Postado por Plinio Cruz em 11 de maio de 2009 na categoria Editorial, Rede, Segurança | Seja o primeiro a comentar

Nos últimos anos, as empresas de antivírus precisaram se esforçar ao máximo para criar novas tecnologias de detecção de vírus. Os antivírus dos anos 80/90 utilizavam técnicas muito diferentes dos atuais. Um exemplo é o modo como são pesquisados os arquivos. Antes, o espaço em disco era limitado a 32 MB e isso forçava o usuário a possuir poucos dados. Com isto, os antivírus não tinham tanta preocupação em otimizar suas pesquisas, pois rapidamente faziam uma pesquisa completa no HD. Outra peculiaridade era que a contaminação de arquivos estava limitada a poucos tipos, tais como .COM e .EXE e outros poucos métodos de infecção,como o boot e o MBR.

A evolução foi inevitável. Os discos passaram a suportar dezenas de gigabytes e diversos outros formatos de arquivos puderam ser vítimas de infecções, como por exemplo .DOC, .XLS, .VBS, etc.

Isto fez com que os antivírus mudassem radicalmente os métodos de pesquisa, já que precisariam melhorar a performance e dar suporte a identificação e remoção de vírus em diversos formatos de arquivos.

Um exemplo simples de otimização, foi a necessidade de separar os tipos de vírus e os tipos de infecções, pois não existe necessidade de um vírus que infecta arquivos .EXE ser procurado em arquivos do Word ou Excel por exemplo e vice-versa.

Atualmente a maioria dos vírus ainda é detectada através de assinaturas binárias – pequenos blocos de dados utilizados para identificar um determinado vírus. Entretanto, com a maior abrangência dos vírus, foi necessário o desenvolvimento de novas técnicas para identificação nos casos em que uma pesquisa por assinaturas não era possível.

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Monte uma rede sem fio com Macs

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Postado por Plinio Cruz em 24 de março de 2009 na categoria Mac OS, Rede | Seja o primeiro a comentar

Dentro do mundo 802.11b a Apple também tem a sua solução de compartilhamento de dados e acesso à internet. Seguindo o padrão de todos os produtos da maçã, a estação base AirPort chama muita atenção pelo design. E a beleza não é o único destaque do hardware. Ele funciona como um ponto de acesso à internet, que compartilha a conexão. Testamos o produto para compartilhar acesso entre um iMac e um iBook, ambos com processador Power PC G3 de 600 MHz e sistema operacional Mac OS X. O HD do iMac tinha 40 GB e o do iBook, 15 GB.

Para que a solução funcione perfeitamente, é preciso ficar atento para alguns detalhes. A localização do ponto de acesso influencia muito na rapidez da rede. O ideal é que o AirPort fique num lugar central em relação aos micros que utilizarão o acesso. Quem quiser, pode até colocá-lo na parede. Outro detalhe que faz toda diferença é a porta em que o conector será plugado. Existem três entradas no AirPort. A primeira para o modem convencional, a segunda para Ethernet WAN, que é a opção no caso de um acesso banda larga através de cable modem ou ADSL, e a terceira para a conexão de uma rede Ethernet LAN, usada para o acesso através de uma rede local, com fio. Como em nosso caso utilizamos uma rede sem fio, com o padrão 802.11b, usamos a porta WAN.

Além do AirPort é necessário ter em cada um dos micros que serão conectados à rede um AirPort Card. No caso do iMac, o cartão é inserido no slot que fica na parte de baixo da máquina. No iBook, o cartão deve ser colocado no slot que fica embaixo do teclado. Em ambas as máquinas os cartões foram reconhecidos automaticamente pelo Mac OS X. Assim que o AirPort é ligado, três luzes que ficam acima do equipamento começam a piscar. Quando elas param de piscar e a luz do meio fica permanentemente acesa, significa que o hardware já está sincronizado com a rede e pronto para distribuir o acesso à internet.

Compartilhamento de arquivos 

A versão X do Mac OS vem acompanhada de um software de instalação do AirPort. No entanto, a versão que está no sistema operacional OS X é a 1.4, e o AirPort que utilizamos funcionava com a versão 2.0. Enquanto a versão mais recente do software não foi instalada, os micros não conseguiram compartilhar o acesso à internet. Por isso, é aconselhável instalar sempre o software que acompanha o produto.

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Tecnologias wireless demandam cuidados extras

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Postado por Plinio Cruz em 20 de março de 2009 na categoria Editorial, Rede, Segurança | Seja o primeiro a comentar

Na área de tecnologia, os holofotes estão agora apontados para a mobilidade, aplicações e dispositivos que dispensam o uso de fios e cabos, com a formatação das chamadas redes wireless. Conceito já amplamente difundido nos Estados Unidos (exemplos como a rede de coffe shops Starbucks, que possui mais de 2000 hotspots em suas lojas, a um custo de 6 dólares a hora), em parte da Ãsia e em alguns países europeus, começamos a perceber seus passos aqui no Brasil. Recentemente, um provedor de Internet começou a fornecer conexão sem fio, e uma rede de restaurantes também começou a transformar suas unidades em hotspots, ou seja, pontos de conexão à Internet com uso de aplicativos wireless. Além disso, iniciativas semelhantes em aeroportos, hotéis, centros de eventos e convenções demonstram o interesse e usabilidade das redes sem fio em terras brasileiras. Apesar das barreiras de infra-estrutura, custos e dos baixos níveis de inclusão digital, percebemos uma demanda crescente no meio corporativo na adoção das chamadas wireless networks.

A tecnologia de comunicação wireless é composta de padrões estabelecidos pelo Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), uma associação sem fins lucrativos que reúne aproximadamente 380.000 membros, em 150 países. Composto de engenheiros das áreas de telecomunicações, computação, eletrônica e ciências aeroespaciais, entre outras, o IEEE definiu algo em torno de 900 padrões tecnológicos (standards) ativos e utilizados pela indústria, e conta com mais 700 em desenvolvimento.

Os standards que recebem mais atenção ultimamente correspondem à família de especificações batizada de 802.11. Estes padrões especificam a interconexão de computadores, impressoras, dispositivos de vídeo e demais aplicações através do conceito over-the air, ou seja, proporciona o estabelecimento de redes e comunicações entre um aparelho cliente e uma estação ou ponto de acesso, com o uso de microondas de frequência de rádio. Estas redes são conhecidas como Wireless Local Area Network (WLAN), e atualmente são estabelecidas quatro especificações na família 802.11: 802.11, 802.11 a, 802.11 b, 802.11 g. Estes standards utilizam-se do protocolo conhecido como Ethernet, comum em computadores pessoais e portáteis. Outro termo bastante utilizado é o Wi-Fi, acrômio de Wireless Fidelity, correspondendo ao padrão 802.11 b.

Redes de computadores são, por sua própria natureza, passíveis de ataques e invasões, como temos observado em intensa prática do chamado hackerismo, nas variantes de conotação maléfica da palavra. Em recente pesquisa divulgada pela consultoria mi2g Intelligence Unit, o Brasil abrange sete dos dez mais ativos grupos responsáveis por invasão de sites no mês de outubro último. Mesmo passível de questionamentos, tais números indicam ser o Brasil território fértil de mentes brilhantes capazes de causar prejuízos a redes de computadores. Tais atitudes podem ser ampliadas e facilitadas com o uso de redes wireless, pois é sabido que o quesito segurança nestas aplicações ainda deixa muito a desejar. Temos, assim, práticas típicas concernentes a redes sem fio, sejam estas comerciais ou não, conhecidas como wardriving e warchalking.

Wardriving

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Como fazer um Mac velho virar um servidor web com Linux

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Postado por Plinio Cruz em 19 de março de 2009 na categoria Hardware, Rede | Seja o primeiro a comentar

Você tem um velho Macintosh PowerPC meio ocioso? Instale nele o Linux e dê vida nova a esse micro aposentado, transformando-o numa máquina de internet – um servidor web, servidor de e-mail ou um firewall. Por que Linux? A resposta é fácil: simplesmente porque esse sistema operacional já traz como padrão tudo que é necessário para integrar a máquina à grande rede – coisa que o sistema do Mac não oferece. Depois, o Linux é muito estável, flexível e de graça, ou muito barato. O tutorial a seguir mostra como fazer essa transformação. Trata-se de uma tarefa longa e cheia de pequenos truques, mas vale a pena para tirar o velho Mac do limbo e colocá-lo de novo na ativa.

Em nossa instalação, vamos usar o Linux 7.0 PowerPC Edition, da empresa alemã SuSE. O produto está disponível no mercado brasileiro (custa 119 reais) e também pode ser baixado gratuitamente no site da empresa (ftp. suse.com/pub/suse/ppc/7.0/). No hardware, usamos um micro PowerMac 9500 com 128 MB de memória e disco rígido de 4 GB. O SuSE Linux é instalável em qualquer Mac PowerPC com o Mac OS 8.0 ou 9.0 e o mínimo de 32 MB de memória (o recomendado é 128 MB). Os modelos PowerMac 6100, 7100 e 8100 não são suportados.

 instalação do Linux no Mac tem algumas características particulares. No PC, pode-se instalar o Linux sozinho, que passa a ser o dono absoluto do micro. No Mac, o sistema original deve ser mantido e inclusive servirá como porta de entrada para o Linux. Para começar, você precisa ter em mãos o CD do Mac OS 8.0 ou 9.0 e os CDs do SuSE Linux. Em nossa experiência no INFOLAB, usamos o Mac OS 9.0. Com ele, a instalação se torna mais intuitiva do que com o 8.0.

Na instalação, a primeira providência é fazer um backup dos arquivos importantes que você tem no disco. Aqui, não se trata de um procedimento ditado apenas pela prudência. Como você vai ver, o disco rígido será reparticionado e, obrigatoriamente, todos os dados se perderão. Coloque o CD do Mac OS no drive e desligue a máquina. Ligue-a de novo, mantendo a tecla C pressionada. Isso força o sistema a fazer a inicialização pelo CD, e não pelo disco rígido. Isso é obrigatório, porque as operações seguintes não são possíveis quando a máquina dá partida pelo disco rígido.

No CD, abra a pasta Utilities e execute o programa Drive Setup. Na primeira tela, esse utilitário relaciona todos os dispositivos de armazenamento disponíveis na máquina. Na lista, selecione o disco rígido no qual o sistema vai ser instalado e clique no botão Initialize. Surge nova tela. Clique no botão Custom Setup. Aqui começa uma das partes mais importantes da instalação. Na tela Custom Setup, você vai criar três partições no disco rígido. A primeira abrigará o sistema do Mac. Em nossa instalação, ela foi dimensionada para ter 900 MB. A segunda partição será usada como swap – memória virtual em disco. Para esta, a SuSE recomenda entre 64 e 128 MB. Usamos 128. Por fim, na terceira partição, ficará o Linux. Uma instalação normal do sistema requer de 1,5 a 3 GB. Naturalmente, os números variam com o tamanho do disco.

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