F-Secure lança aplicativo de segurança para o Facebook

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Postado por Plinio Cruz em 21 de setembro de 2011 na categoria Internet, Segurança | Seja o primeiro a comentar

A F-Secure anuncia o lançamento do ShareSafehttp://on.fb.me/ShareSafeInfo, um aplicativo beta gratuito para o Facebook que tem como objetivo manter o usuário livre de spams e falsos links no mural ou feed de notícias da rede social. Com o ShareSafe é possível fazer uma varredura nos links antes de publicá-los no mural, garantindo que possam ser acessados com segurança.

A crescente popularidade do Facebook tornou esta rede social o alvo preferido dos criminosos cibernéticos, que postam links falsos a fim de atrair os visitantes para sites que espalham vírus, scams e spams. Até agora não havia nenhum meio de saber se um link postado no Facebook levaria quem o acessasse a um site legítimo – ou a algo criado por criminosos.

O ShareSafe utiliza uma tecnologia avançada (aprovação de patente em curso) para a detecção de postagens falsas ou ligadas a spams no Facebook. O aplicativo foi criado para impedir que pessoas mal-intencionadas continuem espalhando links que remetam a sites maliciosos, já que os usuários poderão reconhecer se o link foi enviado e checado pelo ShareSafe.

“O Facebook é um fenômeno global e seu fantástico crescimento nos últimos anos mudou significativamente a maneira como as pessoas compartilham informações com os amigos e com a família. As pessoas hoje compartilham suas vidas muito mais nas mídias sociais do que de qualquer outra maneira. E os criminosos cibernéticos se aproveitam disso para lucrar com diversos tipos de invasões, como spams, malwares e scams. O ShareSafe é um aplicativo de simples manuseio e que fornece um serviço muito útil para amigos e família, ajudando a fazer do Facebook um lugar mais seguro para todosâ€, explica Sean Sullivan, Consultor de Segurança da F-Secure.

A ferramenta é ainda uma ótima maneira de descobrir novos e interessantes links da comunidade ShareSafe por meio da funcionalidade Top Links. O ShareSafe incorpora ideias dos principais games sociais do Facebook a fim de transformar o compartilhamento em uma atividade divertida, recompensando os usuários por utilizarem conteúdos seguros e de alta qualidade.

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A política do bloqueia tudo funciona?

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Postado por Plinio Cruz em 22 de fevereiro de 2011 na categoria Editorial, Segurança | Seja o primeiro a comentar

A ideia de escrever este artigo nasceu de uma conversa com a minha esposa, durante as últimas férias de verão, onde nossos filhos aproveitaram parte do tempo livre para uma visita ao nosso escritório. O tema “segurança da informação†surgiu quando a minha esposa fez uma observação curiosa a respeito do conteúdo que o meu filho de apenas 8 anos estava tentando acessar na internet: pornografia.

“Vamos bloquear tudo nos computadores para que ele não tenha acesso a este tipo de conteúdoâ€, disse a minha esposa. Na hora lembrei dos executivos que levam quase tudo na emoção. Por exemplo, a organização identifica que um colaborador, funcionário ou prestador de serviços, está burlando a política de segurança da informação ou as normas internas. Vamos imaginar que este colaborador realiza acessos, constantemente, a sites não relacionados aos negócios da empresa – fotos das musas do carnaval, receitas de culinária, sites de relacionamento etc. O executivo resolve aplicar uma medida disciplinar para que todos na organização saibam que este tipo de comportamento não será tolerado. Porém, o executivo esqueceu que antes de tudo isso é necessário a implantação de campanhas de conscientização sobre segurança da informação e o código de conduta.

Expliquei para a minha esposa que essa estratégia do “bloqueia tudo†não funciona. “Pelas condições atuais, onde as crianças acessam com mais facilidade qualquer tipo de conteúdo na internet, como você pretende resolver este problema?â€, perguntava ela. Fazendo uma analogia, expliquei que não adianta colocar um controle sem um processo definido. Traduzindo para uma linguagem mais simples:

Campanha de conscientização

A primeira etapa era explicar para o nosso filho que é proibido acessar conteúdo pornográfico antes dos 18 anos (tenho certeza que você está rindo agora mas é exatamente isso que está descrito nos sites com conteúdo adulto).

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Empresas ainda têm dificuldades com senhas de funcionários

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Postado por Plinio Cruz em 3 de dezembro de 2010 na categoria Editorial, Segurança, Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

É enorme o alvoroço dos funcionários quando recebem a política ou norma de segurança da informação, que diz, por exemplo, que todos devem alterar suas senhas a cada 45 dias.

Nesse momento, os funcionários não pensam duas vezes antes de guerrearem contra os gestores. Em outras palavras, a resistência a mudanças é tão grande que os colaboradores travam um verdadeiro duelo contra a política de segurança da informação.

É lógico que as empresas não falam sobre isso na campanha de conscientização ou na divulgação da política e norma de segurança da informação, mas a companhia cria a regra sobre alteração de senha para atender aos requisitos de uma auditoria externa. São raríssimos os casos em que a organização define este tipo regra para melhorar a segurança.

Mas esse não é o único problema. Hoje temos a senha do internet banking, e-mail pessoal, corporativo, da rede, da intranet, da rede social, do programa de mensagens instantâneas, cartão do banco, blog etc.

Para ajudar ainda mais, a organização solicita que você crie uma nova senha complexa. Ou seja, deve contar letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais.

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Aprenda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e outros

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Postado por Plinio Cruz em 30 de novembro de 2010 na categoria Segurança | Seja o primeiro a comentar

Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.

Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.

Malware

Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programas maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.

Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.

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A empresa bloqueou as redes sociais, e gerou uma rebelião entre os funcionários

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Postado por Plinio Cruz em 22 de outubro de 2010 na categoria Editorial, Segurança | Seja o primeiro a comentar

Poucas horas após a implantação de um novo mecanismo de segurança da informação, funcionários buscam desesperadamente idéias para driblar o novo controle interno, desvalorizando as políticas e normas que devem ser seguida por todos.

Funcionária burlou proibição e atualizou Orkut com ajuda de amiga, que recebeu pelo e-mail corporativo login e senha do site

Essa é a realidade na maioria das empresas. Mas vamos entender melhor os fatores que motivam essa guerra interna.

“Bloquearam o meu acesso às redes sociaisâ€
Diante de novas ameaças na internet e a baixa produtividade de alguns colaboradores, a diretoria de uma organização começou a agir. A ordem foi para bloquear todo e qualquer acesso as redes sociais. O caso aconteceu no ano passado.

O diretor de segurança da informação deixou claro para a equipe de consultores, da qual eu fazia parte, que não pretendia abrir exceções e que era necessário o monitoramento constante para identificarmos quais eram os colaboradores que tentariam burlar a nova regra.

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