32 Curiosidades sobre Os Processadores Intel de 32 Nanômetros

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Postado por Plinio Cruz em 5 de março de 2010 - Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

  1. “Nanômetro” é uma unidade de medida usada para coisas muito, muito pequenas. Para entender o quão pequeno é um nanômetro: pegue uma régua e faça um traço de 1 centímetro. Agora divida o traço em um milhão de partes iguais. Cada parte terá um nanômetro de comprimento.
  2. Em outras palavras, um nanômetro é tão pequeno que é preciso um bilhão deles para formar um metro. Um bilhão é um número imenso. Uma pilha com um bilhão de folhas de papel teria 100 km de altura. Se você pudesse dar um bilhão de passos em linha reta, você daria a volta ao mundo 20 vezes.
  3. O transistor original fabricado pelo Bell Labs em 1947 era grande o bastante para ser montado à mão. Hoje, mais de 60 milhões de transistores de 32nm cabem na cabeça de um alfinete¹.
  4. O primeiro processador que a Intel lançou, em 1971, funcionava com uma freqüência de 108 KHz e possuía 2,300 transistores, sendo que cada transistor tinha dez micrometros (um milionésimo de um metro) de tamanho. Em comparação, o novo processador Intel® Core™ i5-661 funciona com freqüência de 3,33 GHz e possui 559 milhões de transistores de 32 nanômetros.
  5. Ou seja: os processadores hoje possuem mais de 243 mil vezes mais transistores, que por sua vez são mais de 312 vezes menores, e funcionam com uma freqüência mais de 30 mil vezes superior. Nada mal para menos de 40 anos de evolução, não?
  6. No fim das contas, levando em consideração todas as novas tecnologias desenvolvidas pela Intel, a família totalmente nova de processadores Intel® Core™ é 4,767 vezes mais rápida do que o primeiro processador da Intel, o Intel 4004.
  7. Isso significa que, se não fossem os esforços incansáveis dos cientistas da Intel para diminuir o tamanho dos transistores, um smartphone precisaria ter o tamanho de uma geladeira para realizar todas as suas funções.
  8. Mais de quatro milhões de transistores de 32nm caberiam no ponto ao final dessa sentença².
  9. O vírus da gripe mede cerca de 100nm. Seria possível colocar três transistores de 32 nanômetros dentro de um único vírus.
  10. Um transistor de 32nm contém portas tão pequenas, que caberiam Três mil delas ao longo da espessura de um fio de cabelo humano³.
  11. Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, publicou em 1965 um estudo onde previa um passo acelerado na evolução dos transistores. Segundo ele, o número de transistores em um circuito dobraria a cada dois anos. Esta previsão ficou conhecida como “Lei de Moore”, e continua válida até os dias de hoje.
  12. Se uma casa típica tivesse encolhido na mesma proporção que os transistores, você não poderia vê-la sem o auxílio de um microscópio. Para ver algo de 32nm a olho nu, seria preciso ampliar o chip até um tamanho superior ao de uma casa4.
  13. Os transistores do processador Intel® Core™ i5 agem como interruptores controlando o fluxo de elétrons dentro do microchip. Conjuntamente, eles são ligados e desligados mais de um trilhão de vezes por segundo.
  14. Um único transistor de 32nm pode ser ligado e desligado mais de 300 bilhões de vezes em um segundo. Você levaria cerca de quatro mil anos para ligar e desligar um interruptor o mesmo número de vezes manualmente5.
  15. A Intel já fabricou mais de 200 milhões de CPUs usando os transistores high-k/metal gate – o tipo usado nos processadores de 32nm – desde que a tecnologia entrou em produção em novembro de 2007. Isso significa o equivalente a 50,000,000,000,000,000 (50 quadrilhões) de transistores, ou mais de sete milhões de transistores para cada ser humano na terra.
  16. Se Usain Bolt, o “Homem Mais Rápido do Mundo”, corresse na prova dos 100 metros dando passadas de 32 nanômetros, ele precisaria dar 3,125,000,000 passos para completar a prova.
  17. Se o ritmo das inovações das viagens espaciais tivesse aumentado no mesmo ritmo da Lei de Moore desde 1971, você já poderia viajar na velocidade da luz, a mais de um bilhão de quilômetros por hora, e provavelmente estaria lendo isto de alguma colônia de férias em uma das luas de Saturno.
  18. O processo tecnológico da Intel usa uma porta com altura de 0,9nm. Um pedaço de papel normal tem cerca de um mm de espessura. Seria preciso empilhar 111,111 portas para igualar a espessura de uma única folha de papel.
  19. Comparada ao primeiro microprocessador da Intel, o 4004, lançado em 1971, cada transistor em uma CPU de 32nm usa quatro mil vezes menos energia. O preço por transistor diminuiu cerca de 100 mil vezes.
  20. O preço por transistor em um chip diminuiu dramaticamente desde que a Intel foi fundada em 1968. Algumas pessoas estimam que o preço de um transistor já custe praticamente o mesmo do que um caractere de um jornal impresso.
  21. Como resultado, os processadores Intel estão saindo dos computadores e passando a integrar todo o tipo de dispositivo conectado. Em breve, a sua TV, seu carro, seu celular e demais equipamentos com acesso a Internet, todos contarão com esta incrível tecnologia. Até 2015, serão mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo.
  22. Apesar de toda a sua enorme importância para a vida moderna, a matéria-prima básica da qual os processadores são construídos é um material semicondutor chamado silício. O silício é o oitavo elemento químico mais comum no universo e o segundo mais comum na superfície terrestre, logo após o oxigênio.
  23. O processo de fabricação envolve cristais ultra-puros de silício, que são gravados através de um processo fotoquímico. Com o uso de elementos químicos que reagem a luz e lentes supersensíveis, os cientistas da Intel são capazes de construir transistores cada vez menores e mais eficientes.
  24. Quando você fabrica alguma coisa em escala nanométrica, caso dos chips da Intel, um grão de poeira sobre o seu chip é o equivalente a jogar uma montanha em cima da construção de uma casa. Por conta disso, as salas onde a Intel fabrica seus chips estão entre os ambientes mais limpos do planeta.
  25. Um ambiente urbano “comum”, por exemplo, possui mais de 35 milhões de partículas – entre poeira, micróbios e vapores – para cada metro cúbico de ar. Um centro cirúrgico de um hospital possui cerca de 100 mil partículas estranhas por metro cúbico de ar. As “salas limpas” nas fábricas da Intel, no entanto, possuem apenas dez partículas estranhas por metro cúbico de ar!
  26. Ou seja, o ambiente onde os processadores são fabricados é dez mil vezes mais limpo do que uma sala de cirurgia e mais de três milhões de vezes mais limpo do que a sala de sua casa!
  27. Para manter o altíssimo grau de limpeza dentro de um dos laboratórios da Intel, todo o ar dentro das salas é filtrado cerca de dez vezes por minuto.
  28. Tudo dentro de uma sala limpa – maquinário, ferramentas, e até a roupa dos trabalhadores – é fabricado com processos especiais, de forma a liberar a menor quantidade possível de contaminantes no ar. São os materiais mais “anti-sujeira” já criados.
  29. Para você entrar em uma dessas salas limpas, você precisa usar uma roupa especial, a “bunny suit”. O procedimento para vestir uma “bunny suit” e entrar na sala limpa possui mais de 40 passos distintos que devem ser seguidos à risca.
  30. Se você tivesse que vestir uma “bunny suit”, levaria provavelmente de trinta a quarenta minutos para completar o processo. Os funcionários que trabalham diariamente nas fábricas da Intel conseguem finalizar a preparação em menos de dez minutos.
  31. Embora os transistores de 32nm sejam absurdamente pequenos e eficientes, a evolução continua. A Intel já apresentou transistores funcionais com 22nm de tamanho.
  32. Tudo isso é apenas o começo. Você pode embarcar com a Intel em nossa “máquina do tempo” e descobrir como será o futuro do entretenimento, das comunicações, da saúde, do transporte, da moradia e do meio ambiente visitando o site www.intel.com.br/futuro.

FONTE: Sala de Imprensa Intel

TIM Lança Penmodem com TV Digital

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Postado por Plinio Cruz em 2 de março de 2010 - Gadgets, Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

 A TIM traz para mercado brasileiro seu primeiro minimodem com recepção de TV Digital. O equipamento, fabricado pela Onda Communication, permite que o cliente TIM Web acesse a Internet móvel da TIM e assista aos canais digitais da TV aberta no seu computador usando um único equipamento. “O nosso objetivo é apresentar ofertas com solução completa para o cliente, aliando praticidade, entretenimento e mobilidade. Seguindo essa estratégia, optamos por trazer o penmodem com TV Digital, que chega para agregar valor aos nossos serviços e trazer mais um benefício aos nossos usuários de TIM Web. Agora, assistir TV e navegar na internet, hábitos constantes dos brasileiros, podem ser feitos simultaneamente”, afirma Rogerio Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil.

http://www.ondacommunication.com/ - Empresa italiana de sucesso no segmento de design e tecnologia para soluções como o Penmodem da TIM

“A convergência de mídias já é uma realidade e nossos esforços estão concentrados em possibilitar que o consumidor brasileiro entre nessa onda. À medida que eles já procuram cada vez mais celulares multifuncionais, acreditamos no mesmo caminho para dispositivos de acesso móvel à internet. Quem não quer poder conferir as últimas notícias online e ao mesmo tempo assistir à novela ou a um jogo de futebol, em seu próprio computador, enquanto espera seu vôo no aeroporto?”, diz Vincenzo Di Giorgio, presidente da Onda para a América Latina.

O modem é conectado ao computador por meio da entrada USB com instalação simples e rápida e os serviços embarcados no equipamento possuem auto-instalação. A solução permite que clientes da TIM assistam aos canais abertos de TV digital gratuitamente, sem precisar estar conectado a Internet para isso. Nesse novo modem, o Discador TIM foi customizado para ficar totalmente integrado com a TV de forma a permitir o usuário a manter duas telas lado a lado, uma com televisão digital e outra com a conexão de acesso à internet e aos demais serviços disponíveis no software, tais como agenda, envio e recebimento de SMS, além de consulta de saldo e ativação de créditos de recarga do TIM Web Pré.

O minimodem possui entrada para cartão de memória de até 8GB, permitindo armazenamento de arquivos e já está sendo comercializado nas lojas da TIM em São Paulo, ampliando o portifólio de equipamentos para acesso a Internet oferecido pela empresa. A expectativa é que esteja disponível em outros Estados até o fim do mês de fevereiro. O modelo será comercializado em localidades com cobertura 3G e sinal de TV Digital e sairá por R$ 489 no plano TIM Web Pós-Pago e por R$ 549 no TIM Web Pré-Pago.

Investidores negociam compra de empresas de segurança da informação

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Postado por Plinio Cruz em 5 de fevereiro de 2010 - Editorial, Segurança, Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

Se observarmos as principais empresas de segurança da informação, todas elas estão passando por uma reavaliação do modelo de negócios. Pode ser que já não faça tanto sentido oferecer apenas produtos “tudo em um”. Muitas empresas estão migrando determinados processos informatizados para ambientes de cloud computing, tendo como objetivo a redução de custos com energia, hardware, software, recursos humanos, móveis etc. Sendo assim, essas empresas não precisam mais comprar ou renovar tecnologias para proteção de um determinado processo da organização. O ambiente de cloud computing já oferece suporte a segurança da informação.

Independente do modelo de negócio (produto ou serviço), as empresas que desenvolvem soluções de segurança da informação têm um fluxo de dinheiro bastante previsível, de modo que se tornam alvos ideais para investidores que buscam diversificar seus investimentos. Alguns dos fatores que mantêm o mercado de segurança da informação aquecido são as novas regulamentações e a necessidade de assumir projetos de alto risco para viabilizar novos negócios. Essa combinação – bom fluxo de dinheiro e a necessidade dos clientes – tem atraído a atenção dos investidores.

Por outro lado, já se fala que o aquecimento do mercado poderia adiar a venda de uma consultoria ou fabricante de soluções de segurança da informação porque os novos contratos, assinados agora em janeiro, valorizam ainda mais o valor de venda da empresa. O crescimento da carteira de clientes e aumento da receita estava previsto para março. Porém, a retomada dos projetos pré-crise e o aumento do orçamento para segurança da informação contribuíram para que as previsões fossem antecipadas para fevereiro.

Um segundo fator está atrasando a concretização de venda das empresas de segurança da informação. A empresa ou investidor que faz a oferta de compra de uma empresa de segurança da informação tem dificuldades em calcular quanto vale o poder de inovação da organização. Por exemplo, avaliando a contabilidade e mais alguns dados de mercado, o possível comprador oferece R$ 10 milhões pela empresa. Porém, essa empresa está desenvolvendo uma idéia ou produto que, futuramente, ajudará no crescimento acelerado da receita e na expansão do negócio. O valor “real” da empresa pode chegar a R$ 17,5 milhões graças ao poder de inovação. Mas na prática, calcular tudo isso e justificar o valor relacionado ao poder de inovação têm sido um dos principais desafios durante a negociação da venda.

A compra de uma consultoria ou fabricante de soluções de segurança pode trazer ganhos financeiros mais rápidos, em comparação aos investimentos realizados em ações na bolsa de valores. Porém, o risco para o investidor ou comprador é muito maior. O aquecimento da economia, o surgimento de novas regulamentações, leis, normas internacionais, o aumento das ameaças na internet, a informatização dos processos de negócio etc, criaram o cenário ideal para quem busca uma boa oportunidade de negócio. Esta é uma potente combinação que tem atraído a atenção de investidores, mas como saber quais empresas de segurança da informação estão à venda?

Por Denny Roger

Denny Roger é diretor da EPSEC e presidente da Associação Brasileira de Segurança da Informação (Abrasinfo), membro do Comitê Brasileiro sobre as normas de gestão de segurança da informação (série 27000), membro do International Association of Emergency Managers (IAEM), especialista em análise de risco, projetos de redes seguras e perícia forense. E-mail: denny@epsec.com.br, Twitter: http://twitter.com/dennyroger, Blog: http://blog.dennyroger.com.br/.

Nelson Corrêa fala em entrevista sobre sua carreira e os desafios na área de segurança da informação

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Postado por Plinio Cruz em 3 de fevereiro de 2010 - Editorial, Segurança, Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

A CFSEC Security Architects, uma das principais empresas brasileiras que busca e desenvolve novos pontos de vista sobre Segurança da Informação, tem à sua frente, desde sua fundação em 2001, Nelson Corrêa. Desde 2005, o executivo tem conscientizado as empresas sobre como as inovações biométricas podem aumentar a segurança ou agregar valor aos softwares desenvolvidos. Ele também comenta, nesta entrevista exclusiva a EPSEC, suas experiências sobre a criação de uma escala de maturidade para a gestão da segurança, o crescimento do uso da biometria no Brasil e os desafios para estruturar uma área de segurança da informação. Conversamos com Nelson Corrêa sobre sua brilhante carreira e o perfil do profissional que atua na área de segurança da informação. Acompanhe a entrevista completa.

Tissot apresenta o primeiro relógio tátil para mergulho com alta performance

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Postado por Plinio Cruz em - Gadgets, Tecnologia | Seja o primeiro a comentar

Tecnologia até debaixo d’água! Essa é a proposta do novo modelo Tissot da linha Touch. Feito para mergulhadores, o Sea-Touch é um conjunto de inovação, leveza e resistência. O relógio conta com cronógrafo digital, contador regressivo, termômetro, dois despertadores, calendário perpétuo, bússola e azimute, dois fusos horários e função mergulho com registro onde pode-se gravar na memória até 180 históricos de mergulhos, com informações como profundidade e tempo utilizado.

Sea Touch - Todas as funções são ativadas ao toque do visor

Todas as funções são ativadas ao toque do visor. Ou seja, a Tissot, primeira marca no mundo a desenvolver a tecnologia tátil em vidro de safira, traz essa inovação para o seu mais novo produto. Com a novidade, o mergulhador – amador ou profissional – pode controlar funções como as de retro iluminação, bússola e termômetro com maior facilidade enquanto estiver submerso. A marca desenvolve uma tecnologia exclusiva para o relógio continuar tendo resistência à água mesmo acionando os botões debaixo dela.

Quando o mergulhador entra na água (profundidade mínima de 1,40 m), o ponteiro de horas vai diretamente para 9 horas, indica se o mergulhador está descendo ou subindo e neste caso a que velocidade (m/mns). O ponteiro dos minutos mostra a profundidade na escala marcada na catraca fixa do relógio em metros. O relógio oferece ainda uma excelente visibilidade, proporcionada pelo material fosforescente e por sua eficiente iluminação do mostrador digital.

O modelo chega ao Brasil em duas versões: com pulseira de aço ou borracha, nas cores laranja e preta. Ambas têm visor de cristal de safira, movimento a quartzo e são resistentes à água a até 200 metros de pressão. As peças podem ser encontradas nas principais joalherias do País, com preços sugeridos de R$ 5.140 (pulseira de aço) e R$ 4.890 (pulseira de borracha).