FCKeditor com PHP

Postado por Plinio Cruz em 14 de abril de 2010 na categoria PHP, Programação, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

FCKeditor é um editor de texto HTML, que traz para a web funcionalidades e interface muito próximas do MS Word. É leve e não requer nenhum tipo de instalação no computador do cliente. O editor pode ser usado de muitas maneiras diferentes. Ele pode ser totalmente ajustada às necessidades desenvolvedores. FCKeditor suporta: JavaScript, AFP, ASP, ASP.NET, ColdFusion, Java, PHP, Python e outras línguas do lado do servidor. Você também deve observar que FCKeditor é totalmente compatível com os seguintes navegadores:

Internet Explorer 5.5 +
Firefox 1.5 +
Safari 3.0 +
Opera 9.5 +
Netscape 7.1 +
Camino 1.0 +

Para fazer o download, utilize nosso link ou acesse http://ckeditor.com/download

Integração com PHP

 A primeira coisa a fazer é incluir o “PHP Integration Module” do arquivo na parte superior da página, como no exemplo abaixo:

<? Php
include_once("fckeditor/fckeditor.php") ;
?>

É claro que o caminho de inclusão se refere ao local onde você instalou o seu FCKeditor.

Agora, o FCKeditor está disponível e pronto para uso. Assim, basta inserir o seguinte código na sua página para criar uma instância do editor dentro de uma das tags do form utilizado:

<?php
$oFCKeditor = new FCKeditor('FCKeditor1') ;
$oFCKeditor->BasePath = '/fckeditor/' ;
$oFCKeditor->Value = '<p>Aqui está <strong>um texto simples</strong>. Você está utilizando o <a href="http://www.fckeditor.net/">FCKeditor</a>.</p>' ;
$oFCKeditor->Create() ;
?>

O editor agora está pronto para ser usado. Just open the page in your browser to see it at work. Basta abrir a página no seu navegador para vê-lo em funcionamento.
Veja um exemplo completo:

<?php
include_once("fckeditor/fckeditor.php") ;
?>
<html>
<head>
  <title>FCKeditor - Exemplo</title>
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8">
</head>
<body>
  <form action="sampleposteddata.php" method="post" target="_blank">
<?php
$oFCKeditor = new FCKeditor('FCKeditor1') ;
$oFCKeditor->BasePath = '/fckeditor/' ;
$oFCKeditor->Value = '<p>Veja aqui <strong>um texto de exemplo</strong>. Você está utilizando o <a href="http://www.fckeditor.net/">FCKeditor</a>.</p>' ;
$oFCKeditor->Create() ;
?>
    <br>
    <input type="submit" value="Submit">
  </form>
</body>
</html>

“FCKeditor1″ é o nome usado para enviar os dados do editor em formulários.
Em um próximo artigo poderemos falar sobre as inúmeras configurações possíveis, pode-se desde escolher quais réguas devem aparecer, como cor de fundo do painel e estilo de fontes. Quem se interessar ou qualquer dúvida, deixe aqui que terei imenso prazer em responder.
Abraço e até a próxima.

CODECs o Tutorial – Parte Final

Postado por Plinio Cruz em 26 de junho de 2009 na categoria Aplicativos, Multimídia, Tutorial | 6 Comments to Read

INSTALANDO NOVOS CODECs MANUALMENTE (continuação):

A instalação de um CODEC de vi­deo não é diferente da instalação de outros tipos de softwares. Os CODECs são normalmente fornecidos em um arquivo executável. Ao ser executado, é feita a sua instalação, baseada na cópia de arquivos para o diretório do Windows e suas devidas alterações no registro. A seguir, mostraremos como exemplo a instalação de um “coquetel” bem preparado de CODECs gratuitos:

NOTA: O primeiro passo essencial é DESINSTALAR TODOS OS CODECS (isso porque alguns deles podem gerar conflitos entre si).

1 – Instalando corretamente o K-Lite:

Se houver algum aplicativo remanescente que possa causar conflitos com esta instalação, o próprio Assistente de Instalação do K-Lite sugere a referida desinstalação do mesmo (neste caso, sugiro reiniciar o Sistema antes de prosseguir). Esta é a primeira tela de instalação do K-Lite. Para prosseguir basta clicar em Next (Próximo):

Na tela Select Components (Conteúdo Selecionado), escolha a opção Custom Selection (Seleção Personalizada):

Clique no menu DirectShow vi­deo filters, para manter as principais opções selecionadas:

Clique no menu VFW vi­deo codecs, para manter as principais opções selecionadas:

Clique no menu DirectShow audio filters, para manter as principais opções selecionadas:

Clique no menu ACM audio codecs, para manter as principais opções selecionadas:

No sub-menu MPEG Demuxer (do menu DirectShow source filters), selecione a opção Gabest:

Clique no menu AUDIO encoding tools, para manter as principais opções selecionadas:

Por fim, clique no menu Tools, para manter as principais opções selecionadas:

Ao término da seleção descrita acima, a instalação pode ser concluí­da. Clique em NEXT (Próximo) para prossegui e posteriormente em Install (Instalar) para concluir. A última versão do K-Lite Mega disponí­vel no site FreeCodecs até o fechamento deste tutorial é a que está acima linkada.

2 – Instalando o Codec Pack AIO:

Reinicie o Sistema antes da instalação do Codec Pack AIO. Depois siga as instruções normais de instalação, clicando em Next (Seguinte). Na última tela, inclua na instalação a opção MPEG2 Filter e conclua clicando em Install (Instalar):

3 – Instalando o XP Codec Pack:

Reinicie o Sistema antes da instalação do XP Codec Pack. Depois siga as instruções abaixo:

Clique no sub-menu FFDShow (do menu Video Filters):

No sub-menu AC3 Filter (do menu Audio Filters), deixe desmarcado apenas a opção PCM:

Logo abaixo (no mesmo menu Audio Filters), desmarque também a opção TTA:

No mesmo menu Tools, desmarque a opção Optimize MPC:

Pronto! Agora basta concluir a instalação:

DICA: Depois de instalar um destes coquetéis de CODECs, principalmente se você é um usuário que gosta de processar Authoring e Transcoding, sugiro que instale também estes utilitários para aplicativos de audio:

Bom… é isso!

Espere que tenham adquirido novos conhecimentos a respeito do tema e tenham tido um bom aproveitamento!

Autor: Edrich

CODECs o Tutorial – Parte 2

Postado por Plinio Cruz em 24 de junho de 2009 na categoria Aplicativos, Multimídia, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

CODECs FORNECIDOS JUNTO COM ARQUIVOS DE VIDEO:

É realmente um incômodo ter todo esse trabalho para identificar um CODEC desconhecido, obter este CODEC e instalá-lo no Sistema. Felizmente, na maioria dos casos não é necessário ter todo esse trabalho. A maioria dos arquivos de vi­deo distribuí­dos pela Internet, em CD-ROMs, jogos e programas de multimi­dia em geral, utilizam os CODECs nativos do Windows. Nos raros casos em que são utilizados outros CODECs, os mesmos são fornecidos juntamente com os arquivos de vi­deo. Por exemplo, um programa de multimi­dia que instala arquivos de vi­deo, instalará também o CODEC necessário à sua visualização.

Se você comprar um CD na banca de revistas, com vários arquivos de vídeo, existirá também neste CD um software de instalação que permitirá a visualização, através da instalação do CODEC apropriado. Atualmente a maioria dos CDs com filmes (exceto DVD) vendidos em bancas de revistas usam os CODECs MPEG-2 ou MPEG-4. Arquivos de vi­deo obtidos via Internet normalmente são acompanhados do programa instalador do CODEC necessário. O link para download deste programa fica normalmente na mesma página onde estão os links para download dos filmes.

NOVOS CODECs INSTALADOS AUTOMATICAMENTE:

Ao tentarmos exibir um arquivo de vi­deo codificado com MPEG-4 através do Windows Media Player, este programa é capaz de fazer o download e a instalação automática deste CODEC, caso o computador esteja conectado à Internet. Esta atualização automática faz parte de um esforço da Microsoft para a difusão do padrão MPEG-4. Note, entretanto, que apesar do método de compressão e descompressão ser o mesmo, podemos encontrar mais de uma versão deste mesmo CODEC. Filmes codificados com o DivX, por exemplo, são podem ser exibidos caso o DivX esteja instalado. O CODEC MPEG-4 da Microsoft não serve para assistir filmes em DivX, e vice-versa.

INSTALANDO NOVOS CODECs MANUALMENTE:

A instalação de um CODEC de vi­deo não é diferente da instalação de outros tipos de softwares. Os CODECs são normalmente fornecidos em um arquivo executável. Ao ser executado, é feita a sua instalação, baseada na cópia de arquivos para o diretório do Windows e suas devidas alterações no registro. A seguir, mostraremos como exemplo a instalação de um “coquetel” bem preparado de CODECs gratuitos:

NOTA: O primeiro passo essencial é DESINSTALAR TODOS OS CODECS (isso porque alguns deles podem gerar conflitos entre si).

1 – Instalando corretamente o NIMO:

Depois de clicar no botão Next (Próximo), altere o campo Select the type of install (Selecione o tipo de instalação) de FULL (Completa) para CUSTOM (Personalizada) e expanda os sub-menus para DESMARCAR os arquivos conflitantes do pacote.

Clique no menu expansivo Ví­deo Codecs, e DESMARQUE a opção XviD, para evitar conflitos com o FFDShow e eventuais misturas de cores na exibição de vi­deos.

Clique no menu expansivo DirectShow Filters, e DESMARQUE a opção Ffdshow DirectShow, para evitar conflitos desnecessários com o XviD pelo mesmo motivo acima descrito.

No mesmo menu, DESMARQUE também a opção TFM Audio Filter, pois ela é a principal responsável de conflitos com a decodificação de audio MORGAN Multimi­dia Stream Switcher (que permite selecionar um 2º audio quando o filme é gravado em 2 idiomas diferentes).

Neste mesmo menu, DESMARQUE ainda a opção VobSub/DirectVobSub, relacionada pelo conflito com o DivX G400 Filter para a exibição de legendas. Neste caso, se preferir deixar esta opção ao invés do DivX G400 (onde as legendas são colocadas sobre a tarja preta do WideScreen), é necessário desmarcar a opção DivX G400 Filter que aparece logo adiante no mesmo menu.

Por fim, DESMARQUE também a opção Bicubic Resizer, responsável pelo ajuste automático de PAN/SCAN que some com o WideScreen da tela, e em compensação deixa a imagem horrí­vel, totalmente distorcida e com os atores/personagens com “cabeça de ovo”. Esta opção é boa para quem não gosta de WideScreen e/ou tem monitores muito pequenos.

Feito estes ajustes, basta clicar em Next e finalizar a instalação clicando em Install:

Durante a instalação surgirá uma pergunta: Do you want to use DivX 4.0 decoder to play all DivX 3.x content? (ou seja, “Você deseja usar a decodificação DivX 4.0 para reproduzir todo conteúdo DivX 3.x ?”). Basta clicar em NÃO, caso contrário tais arquivos poderão ter problemas no carregamento.

Durante a instalação, poderá também surgir telas de advertência, basta clicar em Ignorar, pois se trata apenas de uma indicação de que um referido CODEC já se encontra instalado, e que será feito somente os ajustes de configuração. Para finalizar, clique em Close (Fechar):

Como podemos ver, durante a instalação acima havia a opção FFDshow DirectShow no menu expansivo DirectShow Filters, que deixamos DESMARCADO para evitar conflitos desnecessários com o XviD e possí­veis misturas de cores na exibição de vi­deos. Agora vamos instalar o FFDShow correto para substituir a versão que era conflitante, mas, antes precisamos instalar o CODEC XviD correto para eliminar possí­veis conflitos com o novo FFDShow. A última versão do Nimo disponí­vel no site FreeCodecs até o fechamento deste tutorial é o que está acima linkado.

2 – Instalando o XviD:

A instalação do XviD não requer nenhum segredo, basta seguir as instruções normais de instalação, pois o objetivo único era substituir a versão conflitante que estava dentro do NIMO Codec Pack.

3 – Instalando o FFD Show:

A instalação do FFDShow também não é nenhum segredo, basta seguir as instruções normais de instalação e certificar-se de marcar todos os itens das janelas subsequentes para concluir uma instalação completa. A última versão oficial disponí­vel no site FreeCodecs até o fechamento deste tutorial é a que está acima linkada.

Pronto! Agora você poderá desfrutar de seus vi­deos como qualidade e customização de fazer inveja a qualquer profissional. Ao carregar seus arquivos de vi­deo, um leque de opções será aberto para que o usuário possa fazer (se desejar) as devidas alterações e mixagem de audio e efeitos diversos.

O FFDShow É um filtro de decodificação do DirectShow que serve para descomprimir arquivos no formato DivX, XviD, WMV, MPEG-1 e MPEG-2. Ele usa o libavcodec do projeto FFMpeg para descompressão de vídeo, com pós-processamento codificado do Player para aumentar a qualidade visual de filmes com baixos BitRates. Ele é baseado no filtro DirectShow original do XviD, que é uma instrução de codificação GPL (General Public License) e implementada para o MPEG-4.

PRINCIPAIS CARACTERISTICAS DO FFDShow:

  • Descompressão rápida de ví­deo, que usa aperfeiçoamento MMX, SSE e 3DNow!Code.
  • Suporte a diferentes CODECs: XviD, DivX (todas as versões), MS WMV, MPEG-1 e MPEG-2.
  • Pós-processamento de imagem para qualidade optimizada de Playback.
  • Controle de qualidade automático que reduz o pós-processamento nivelando-o quando a carga de CPU for alta.
  • Correção de cor, saturação e luminosidade.
  • Filtro de afinamento experimental.
  • Sistema Noising (diminuição de ruí­dos).
  • Prefixação.
  • Software completamente gratuito: o FFDShow é distribui­do sob o sistema GPL.
  • Suporta vários formatos de subtí­tulos (legendas).

Em primeiro lugar, o FFDShow consome menos espaço na CPU do que os CODECs da DivX originais, até mesmo com o pós-processamento máximo. Ao mesmo tempo o pós-processamento parece oferecer como resultado uma excelente qualidade e permite maiores configurações do que o DivX-5 CODEC. Além disso, ele pode nivelar automaticamente seu processamento reduzindo a sobrecarga da sua CPU. O filtro de ruí­dos adiciona um tipo de um efeito de rasterising aos quadros – o que pode ser muito útil em alguns casos, pois filtra o processamento da imagem através da varredura das linhas horizontais de pixels. A versão “alfa” também inclui um filtro de afinamento experimental para os formatos MPEG-1 e MPEG-2 (como VCD e filmes SVCD) que trabalham com alta resolução. O único problema é que o formato MPEG-2 não pode ser carregado como SVCD diretamente do CD: ele exige a extração do ví­deo para o HD usando primeiramente o VCDGear.

Logo que carregamos um arquivo de ví­deo, podemos verificar minimizado no ecrã (ao lado do relógio na barra de ferramentas do sistema), atalhos de customização onde podemos ativar e ajustar caracterí­sticas do vi­deo como desejar. Isso permite incorporar legendas a filmes, mesmo que o Player utilizado para ver o filme não suporte legendas. Além disso, possui outros ajustes como Brilho, Contraste, Zoom, Crop, Sharpen, Blur, Resize, Flip, etc.

Na opção Audio Decoder Configuration (Configurações de Decodificação de Audio), podemos optar em usar o FFDShow tal como vem pré-configurado, ou regular os mais variados efeitos de audio para determinar na execução de um ví­deo especí­fico (a última alteração é a que ficará como padrão). As modificações mais relevantes são as da janela Codecs, onde podemos alterar a opção LPCM (Linear Pulse Code Modulation, ou “Modulação Linear de Pulsos Codificados”), para Enable (Habilitado) e alterar as demais opções que estão como Disable (Desabilitadas) para libavcodec (Library AV Codec, ou “Biblioteca de Codecs de Audio/Vi­deo”). Na opção Video Decoder Configuration (Configurações de Decodificação de Vi­deo), as mais importantes modificações são as da janela Postprocessing (pós-processamento): uma sugestão é marcar os campos Process whole image (Processamento de imagem inteira), Automatic quality control (Controle automático de qualidade), Luminance (Luminosidade) e Full luma image (Imagem de luminosidade total).

Continua..

Autor: Edrich

CODECs o Tutorial – Parte 1

Postado por Plinio Cruz em 22 de junho de 2009 na categoria Aplicativos, Multimídia, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

O Windows vem sempre acompanhado de vários CODECs instalados, portanto a maioria dos arquivos de áudio/vídeo disponíveis em programas multimídia e na Web podem ser perfeitamente carregados. Contudo, ainda assim podemos encontrar determinados arquivos para os quais não exista um CODEC apropriado instalado. Quando ocorre este tipo de problema, o carregamento do arquivo através de alguns Players podem ter áudio, mas não apresenta imagem ou vice-versa.

O que se deve ter em mente quando manipulamos arquivos multimídia (sobretudo audio/vídeo), é que para os mesmos serem adequadamente desfrutados em nosso computador, requerem que o Sistema tenha os CODECs necessários para executá-los de forma íntegra. Certamente todo mundo informatizado já deve ter ouvido falar dos termos codificação e decodificação, não é mesmo? Mas muitos desconhecem sua importância e para que servem realmente.

O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM:

Quando um arquivo de audio ou vídeo é comprimido, é aplicada automaticamente uma tecnologia que resultará em arquivos com novas características (diferentes dos arquivos originais). Esse novo formato pode ser alterado e manipulado por softwares específicos especialmente desenvolvidos para essa finalidade. Já na reprodução de um arquivo, ocorre a operação inversa: há um processo de descompressão, que permite reproduzir o conteúdo mediante a decodificação dos dados. Essa tradução é o que torna tão importante o papel dos CODECs. Esses algoritmos também podem ser implementados nas áreas de Hardware, Software ou em uma combinação de ambos.

O funcionamento de um CODEC do tipo software é bastante parecido com o de um Plug-in: são pequenos programas que complementam um software maior. Em geral, temos notícias desses pequenos notáveis somente quando precisamos adquirir um deles para fazer com que outro software funcione. Isso acontece porque grande parte dos CODECs já acompanham os aplicativos com que trabalham. Dessa forma, muitas vezes nem tomamos conhecimento de sua existência. Por sua vez, os programas maiores não podem ser descartados do processo, afinal é por intermédio deles que o usuário consegue ter acesso a um CODEC. Os principais softwares que usam CODECs são os Encoders, responsáveis por converter formatos de arquivo, e os Players, que fazem a descompressão para tornar possível a visualização ou reprodução de dados.

O termo CODEC pode significar COder/DECoder (COdificador/DECodificador), como também COmpression/DECompression (COmpressão/DECompressão). Um CODEC é basicamente um algoritmo cuja função é comprimir dados (quando estamos ripando/gravando/criando arquivos de audio ou video) e descomprimir dados (quando estamos executando/reproduzindo os mesmos). O intuito de todo esse processo é justamente reduzir o tamanho do arquivo sem que haja, teoricamente, perda de qualidade perceptível. Além disso, o CODEC também tem a função de fazer a codificação/decodificação de dados, ou seja, a conversão de sinais analógicos em digitais, que serão compreendidos por sistemas de computadores.

Assim, arquivos de áudio e de imagens, que são inicialmente sinais analógicos, precisam ser codificados para um formato digital que os permita trafegar por computadores e outros equipamentos similares. Depois disso, os sinais digitais serão decodificados novamente em sinais analógicos, ou seja, em arquivos de som e imagem propriamente ditos.

Em resumo, CODECs são dispositivos que atuam no campo de compressão e descompressão, e a maioria também efetua as codificações. Justamente por este motivo, quando se fala em CODEC, geralmente estamos nos referindo a ambos os processos, pois nesse âmbito eles são praticamente dependentes um do outro.

Agora que já sabemos o que é um CODEC e conhecemos o seu funcionamento, vamos ver um pouco mais sobre alguns dos diferentes tipos disponíveis:

CODECs DE AUDIO:

AC3 (Audio Coding 3) – também conhecido como Dolby Digital, este CODEC possui tecnologia avançada de compressão de audio que permite codificar dados em até 6 canais separadamente (ótimo para que deseja reproduzir o arquivo em um Home Theater).

Ogg Vorbis – Um CODEC que disputa a popularidade com o MP3. Vem ganhando adeptos por causa de sua alta taxa de compactação aliada ao fato de ser um formato Open Source, ou seja, livre de patentes e pagamentos de royalties.

LAME (Lame Ain’t an MP3 Encoder) – Tido como um dos melhores CODECs para a criação de MP3. Por ter licença GPL, sua tecnologia possui código aberto, permitindo que melhorias possam ser efetuadas.

MP3 (MPEG-1 Audio Layer 3) – Esta sigla dispensa apresentações… Trata-se do CODEC oficial do grupo MPEG e representa o MPEG-1 com 3 camadas de áudio. Oferece excelente qualidade de som em um arquivo relativamente pequeno. Existem também os MP3 de nova geração, com suporte a 6 canais.

CODECs DE VIDEO:

DivX – Com formato AVI, este CODEC permite altas taxas de compactação com qualidade próxima a de um DVD. A última versão deste CODEC é comercial, mas pode ser usada gratuitamente para uso particular. Além da facilidade de uso, trata-se de um dos melhores CODECs do mercado.

XviD – Um CODEC compatí­vel com o padrão MPEG-4, sua compactação e qualidade são parecidas com o DivX, mas com a vantagens de ser uma tecnologia de código aberto e sem a necessidade de instalar Gator ou Spywares para que funcione adequadamente.

Cinepak – Um CODEC desenvolvido para ser executado na plataforma Windows e compatí­vel com o software multimí­dia WMP (Windows Media Player). Possui qualidade média e compressão relativamente baixa. Em geral, costuma ser empregado em vi­deos de 16 ou 24 bits para distribuição em CD-Rom.

Quando clicamos, por exemplo, no í­cone de um arquivo de vi­deo com o botão direito do mouse e escolhemos no menu a opção Propriedades, será apresentado um quadro com diversas informações. Em alguns casos será indicado, entre outras informaçõe, o CODEC de vi­deo utilizado pelo arquivo. Em outros casos será indicado como desconhecido. Este quadro de propriedades varia muito, dependendo da versão do sistema operacional. No Windows ME, por exemplo, o quadro tem uma guia Visualizar que pode ser usada para reproduzir o filme. Quando o Windows não tem o CODEC apropriado, o quadro pode assumir o aspecto de não-visualização (por não ter o CODEC necessário instalado), ao contrário no caso de sua identificação positiva, por exemplo, como sendo o DivX (um CODEC bastante popular para ví­deos em MPEG-4).

No Windows XP este quadro assume um aspecto diferente. A guia Detalhes traz diversas informações, como a resolução do vi­deo, a taxa de FPS (número de quadros, ou Frames Per Second), a duração, as caracterí­sticas do audio e o respectivo CODEC (existem CODECs de audio e de vi­deo), e ainda o CODEC de vi­deo. Este CODEC de vi­deo pode ser indicado como “desconhecido”, ou simplesmente não ter indicação alguma, caso não esteja presente no sistema.

Podemos verificar através do Painel de Controle, quais são os CODECs de vi­deo instalados no Sistema. No Windows 95, 98 e ME, usamos o comando Sons e multimi­dia no Painel de Controle. Selecionamos então a guia Dispositivos e aplicamos um clique duplo sobre o item Codecs de compactação de ví­deo. No Windows XP, a obtenção da lista de CODECs é um pouco diferente. Usamos o comando Sons e dispositivos de audio no Painel de Controle, depois clicamos na guia Hardware e em Codecs de vi­deo. No quadro apresentado, selecionamos a guia Propriedades.

O Windows é sempre acompanhado de um conjunto básico de CODECs mais comuns para os diversos arquivos de vi­deo encontrados nos programas de multimi­dia e na Internet. À medida que instalamos novos softwares de multimi­dia, novos CODECs são adicionados automaticamente ao Sistema. Como regra geral, sempre que um programa usa um arquivo de ví­deo que necessite de um CODEC não incluí­do no Windows, este programa deve ser acompanhado do CODEC apropriado.

A instalação do programa deve resultar na instalação automática do CODEC, sem a intervenção do usuário. Por exemplo, ao comprar em uma banca de revistas, um CD-ROM com filmes codificados em MPEG-4, esses filmes não poderão ser visualizados diretamente. Será preciso antes instalar o CD, o que provocará na instalação do CODEC. A partir daí­ os filmes poderão ser vistos normalmente.

Em alguns casos, o quadro de propriedades de um arquivo de ví­deo pode indicar o CODEC necessário que está sendo usado, mesmo que não esteja instalado no Sistema. Em outros casos será dada a indicação “Codec desconhecido”. O fato de anunciar como “unknown” (desconhecido), não significa que ele não exista… Por exemplo, todos os arquivos de extensão .AVI possuem um código de 4 caracteres (FourCC – Four Character Code) que identificam o seu CODEC. Este código é sempre alfanumérico, ou seja, usa apenas letras e números. Existem, entretanto, métodos para identificarmos facilmente um CODEC desconhecido: dentro do arquivo de codificação dos arquivos .AVI, o código de 4 caracteres que identificam seu CODEC é sempre precedido pela sequência VIDS.

Podemos utilizar um editor de textos capaz de abrir arquivos de vi­deo usando o Word Pad ou o Bloco de Notas que acompanha o Windows, e rastrear a busca pela sequência VIDS. Os 4 caracteres seguintes será a identificação do CODEC.

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Outra forma bem fácil de descobrir o CODEC de Vi­deo (e também o de audio) é através de programas do tipo CODEC IDENTIFIERS, tal como o AVIcodec. Este programa é um freeware que pode ser obtido clicando sobre o nome. O programa AVIcodec identifica os CODECs de vi­deo e audio usados por um arquivo de vi­deo. Clique em Sel. Arquivo para indicar o arquivo desejado, ou Sel. Diretório para analisar todos os arquivos de uma mesma pasta.

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Além de serem indicados os CODECs de audio e vi­deo, podemos descobrir várias outras informações. Basta clicar no arquivo desejado e o rodapé da interface do AVIcodec apresentará várias informações adicionais. Também interessantes são as listas de CODECs de audio e vi­deo que podem ser apresentadas por este programa. Basta selecionar as guias VFW video codecs e VFW audio codecs. É mais rápido que usar o método tradicional, através do Painel de Controle.

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continua..

Autor: Edrich

Ligue um notebook e um micro de mesa numa rede padrão USB

Postado por Plinio Cruz em 14 de maio de 2009 na categoria Rede, Tutorial | Seja o primeiro a comentar

A conexão de dois micros para a troca de dados é uma tarefa que faz parte do dia-a-dia de quem usa máquinas móveis. Neste Faça Você Mesmo, vamos mostrar como instalar um adaptador USB para ligar dois micros em rede. Para usar essa solução, os dois micros devem rodar o Windows 98 e ter entradas USB. O adaptador utilizado é o USB Direct Connect, da Belkin. Esse dispositivo consiste numa caixa, que faz a função de hub, e dois cabos USB.

A instalação é simples. Conecte os dois cabos à caixa do adaptador. Depois, ligue um cabo ao primeiro micro e o outro ao segundo. Falta, agora, instalar o driver e configurar a rede. Ao ligar o cabo USB ao micro, o sistema detecta o novo hardware e abre um assistente. Coloque no drive o disquete do Direct Connect e indique a unidade A. Isso agrega um driver de rede ao sistema. Abra as Propriedades do Ambiente de Rede, e veja lá os seguintes componentes: Belkin USB Adapter, Cliente para redes Microsoft e TCP/IP (ou TCP/IP -> Belkin USB Adapter).

Agora, na mesma tela, clique no botão Adicionar e escolha Serviço/Adicionar/Compartilhamento de Arquivos e Impressoras. Depois, no Explorer, clique com o botão direito no drive C, e escolha Compartilhar. Isso garante que o outro micro verá o conteúdo do disco neste computador. De volta às Propriedades de Rede, selecione a linha TCP/IP (ou TCP/IP -> Belkin USB Adapter) e clique no botão Propriedades. Clique na opção Especificar um endereço IP e escreva: na caixa Endereço IP, 192.168.1.1; e em Máscara de Sub-rede, 255.255.255.0. No outro micro, o IP deve ser o mesmo, com o último algarismo diferente — por exemplo, 2. A máscara de sub-rede permanece igual. Para concluir, o item Grupo de Trabalho, em Propriedades de Rede/Identificação, deve ser o mesmo nos dois micros.

Dica do site Infoexame

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