Qual é a font que você usou?

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Postado por Plinio Cruz em 21 de abril de 2009 - Soluções, Tutorial, Utilitários | Seja o primeiro a comentar

Essa é a pergunta que muitas pessoas fazem, ou por curiosidade, ou para ter acesso a um material gráfico no seu computador e sempre é seguida de outra mais curiosa ainda: Aonde você pegou essa font? A Internet tem a solução para tudo, ou quase tudo, quando se trata de informática.

O site My Fonts tem um serviço gratuito que é, para dizer o mínimo, interessante. Ele possibilita que você envie um imagem GIF, JPEG, TIFF, BMP com formato de máximo de 360 x 275 pixels para que o site identifique a font utilizada na sua ilustração, o serviço chama-se: “What the font ?!

O Clube da Informática fez um teste e mostra os passos comentados com as telas e os pontos fortes e fracos do serviço, que no geral é muito bom e no final das contas, de um modo ou de outro, acaba cumprindo com sua proposta.

Enviamos uma imagem com média resolução e não muito nítida para testar o serviço, pois a metodologia é a seguinte, o sistema do site separa o que seria as letras da imagem e pede que você digite a letra correspondente, depois faz uma busca em seu banco de dados e retorna as possíveis fonts, se estiver bem nítido e for uma fonte com traços bem característicos você terá a resposta quase que imediata.

Na nossa imagem o sistema separou as imagens das letras, só derrapou nas letras “i” e “r”, pela baixa resolução pegou só o “r”, dando o reconhecimento da palavra “Parceros” e não “Parceiros”, mesmo assim foi um bom desempenho.

Depois de darmos as letras correspondentes, o sistema listou mais de 20 fonts parecidas, o ponto positivo desse passo é a possibilidade de você comparar sua font com as outras, uma a uma. Basta você ativar a opção “Keep image in window as you scroll” que sua imagem corre a tela junto com o cursor, assim você pode identificar facilmente em uma listagem que ultrapasse o tamanho da tela.

Após encontrada a font, você pode clicar no link correspondente ao nome e ir para a página de detalhes da font (Font Style Details). Você encontrará os tamanhos, o idioma, poderá digitar um exemplo e se a fonte for paga poderá ser direcionado para a compra da mesma.

Um serviço simples e de grande ajuda. Foi eficiente, pois mesmo não reconhecendo todas as letras e nos retornando uma lista imensa de possibilidades, trouxe um recurso que facilitou o reconhecimento e conseguiu alcançar o objetivo que era me dar o nome da minha font.

Site testa a configuração do seu PC para rodar games

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Postado por Plinio Cruz em 11 de janeiro de 2009 - Soluções, Tecnologia, Utilitários | Seja o primeiro a comentar

Com uma listagem de centenas de games, o site está sempre sofrendo atualizações , o que garante que você encontrará o game desejado para o teste. O Can You RUN it? é uma sacada da System Requeriments Lab. Este site fornece uma solução que verifica o seu computador tanto hardware como software para determinar se o seu sistema pode executar o produto escolhido. Ele mostra um relatório completo, inclusive dando soluções de atualização de drivers ou até mesmo de hardware. Para rodar o teste é preciso instalar um applet, aqui no Clube instalamos e correu tudo bem. Vale a pena colocar nos favoritos!

O que é Desfragmentador de disco?

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Postado por Plinio Cruz em 5 de abril de 2008 - Utilitários, Windows, Xbox | Seja o primeiro a comentar

O “Desfragmentador de disco” é um utilitário do sistema para analisar volumes locais ( exemplo: “Disco_local(C:)” ), além de localizar e “consolidar arquivos e pastas fragmentados”, de modo que cada um ocupe um espaço único e contíguo no volume.

Como resultado, o sistema pode acessar e salvar arquivos e pastas de maneira mais eficiente. Ao consolidar seus arquivos e pastas, o “Desfragmentador de disco” também consolida o espaço livre do volume, tornando menos provável a fragmentação de novos arquivos. O processo de consolidação de arquivos e pastas fragmentados é chamado de desfragmentação.

A duração da desfragmentação depende de vários fatores, inclusive do tamanho do volume, do número de arquivos contidos nele, do nível de fragmentação e dos recursos disponíveis no sistema local. Você pode localizar todos os arquivos e pastas fragmentados antes de desfragmentá-los, analisando o volume primeiro. Depois, você pode observar a fragmentação do volume e decidir se vale a pena desfragmentá-lo.

Os volumes ficam fragmentados à medida que os usuários criam e excluem arquivos e pastas, instalam novos softwares ou fazem o download de arquivos da Internet. Normalmente, os computadores salvam os arquivos no primeiro espaço livre contíguo que seja grande o suficiente para comportá-lo. Se não houver espaço livre suficiente, o computador salva o máximo possível do arquivo no maior espaço disponível, deixando os dados restantes para o próximo espaço, e assim por diante.

Após grande parte de um volume ter sido usada para o armazenamento de arquivos e pastas, a maioria dos arquivos novos será salva em partes separadas no volume. Quando você exclui arquivos, os espaços vazios restantes são preenchidos aleatoriamente à medida que novos arquivos e pastas são armazenados. Logo, quanto mais o volume estiver fragmentado, menor será o desempenho de entrada/saída de arquivos do computador.

Abaixo, podemos ver um exemplo do uso do “Desfragmentador de disco”.

Desfragmentador de disco

Para executar o “Desfragmentador de disco”, clique em “Iniciar\Programas\Acessórios\Ferramentas do Sistema\Desfragmentador de disco”. Ao chegar na janela da figura 126, selecione o “Volume” a ser “desfragmentado” e clique em “Desfragmentar” (se preferir, clique em “Analisar” antes de “Desfragmentar”).

No exemplo acima, o “Volume” escolhido para desfragmentação foi o “drive C (Win98(C:))”. Note que existem duas “pequenas janelas com barras coloridas” representando o “antes da desfragmentação” e o “após a desfragmentação”.

Para entender o significado das cores, consulte a legenda logo abaixo. Repare a diferença de “antes da desfragementação” e “após a desfragmentação”, do “Volume” escolhido, analisando a disposição das “cores vermelhas”. Ou seja, conforme mencionado acima, o “Desfragmentador de disco” torna os arquivos e pastas (representados pelas cores) “consolidados e contíguos”, aumentando, assim, a eficiência no processo de leitura e gravação desses arquivos e pastas no HD (disco rígido).

Richard de Oliveira

Conheça o TinkerTool

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Postado por Plinio Cruz em 21 de janeiro de 2008 - Mac OS, Utilitários | Seja o primeiro a comentar

Usuários de Mac familiarizados com o Mac OS sabem que a Apple esconde diversos ajustes finos e recursos no sistema operacional, garantindo uma experiência personalizada. Graças a certas ferramentas como o TinkerTool, usuários novatos também podem usufruir desses recursos.

Algumas características do TinkerTool (que é gratuito) tornam a interface mais atraente e personalizável, enquanto outras melhoram a performance do sistema ao mudar elementos gráficos, desligando animações. Se você quer mais controle sobre seu Mac, TinkerTool é a solução.

A sua versão do Mac OS determina as opções que o TinkerTool pode abrir para você. O aplicativo funciona com OS 10.2 até 10.4, e o desenvolvedor acredita que terá uma versão pronta para o Leopard 10.5, que sai no dia 26 de outubro.

Entre os melhores ajustes do TinkerTool estão as opções para desligar a animação do Dock e do Finder, que ocorrem quando você abre um arquivo, aplicativo, seleciona um item nos menus, e assim por diante. Desligar essas opções podem acelerar o Mac, principalmente se ele for um modelo antigo, ou com pouca memória RAM.

Se você é um usuário Mac que trabalha com redes ou drives compartilhados com Windows, provavelmente se lembrará do infame arquivo .DS_Store que o Mac OS cria nos volumes que montar. Com o TinkerTool, você pode evitar a criação destes arquivos. Adicionalmente, TinkerTool oferece outras opções para personalizar seu Dock; você pode colocá-lo no topo da tela (uma função escondida no Mac OS X por padrão), fazer os ícones ficarem transparentes e muito mais. E o TinkerTool oferece um mundo de opções para modificar o Safari, a forma que o Finder lida com arquivos de rede, ícones e avisos na tela, e mais.

Se você gosta do TinkerTool, você pode mantê-lo instalado por quanto tempo desejar. Caso resolva apagá-lo, é possível reverter todas as suas mudanças de acordo com os padrões do OS X, ou da maneira que elas estavam quando você começou a usar o programa.

Não pense que o TinkerTool executará tarefas de manutenção automaticamente – essa não é a sua função. O aplicativo auxilia na hora de personalizar o sistema operacional, e ele permite mudar diversas funções que usuários Mac costumam reclamar, como abrir arquivos PDF dentro do Safari ao invés do Preview, além de mudar a ordem dos itens de login. TinkerTool conserta ambos problemas, e muito mais.

Fonte: Por Alan Henry, PC Magazine

 

Linux: 10 dicas para se dar bem

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Postado por Plinio Cruz em 30 de novembro de 2004 - Linux, Reviews, Utilitários | Seja o primeiro a comentar

Não tem jeito: por mais que você esteja acostumado com o Windows, na hora de usar o Linux é tudo completamente diferente. Às vezes, o teclado não funciona direito, arquivos MP3 não são reproduzidos corretamente… Enfim, os mais inexplicáveis problemas podem ocorrer. Para ajudar você a escapar das armadilhas mais comuns, selecionamos dez dicas úteis para dominar o sistema operacional. Assim, você não passa nervoso e pode gastar seu tempo conhecendo os novos recursos do sistema.

KDE, Gnome ou Window Maker?

Enquanto o Windows oferece apenas um ambiente gráfico, no Linux as coisas são bem diferentes. Você pode escolher entre diversas opções ­ e isso independentemente da distribuição que está sendo utilizada. Os três ambientes gráficos mais utilizados são o KDE, o Gnome e o Window Maker.

Cada um deles tem suas particularidades. O KDE, por exemplo, é o mais parecido com o Windows, exibindo um K que faz o papel do menu Iniciar. Já o Gnome é mais recomendado para quem já tem um pouco de prática com Linux, uma vez que suas opções são um pouco mais escondidas. O Window Maker, por sua vez, é totalmente diferente dos demais. Em vez de um menu fixo, oferece um ícone flutuante que serve para carregar aplicativos. Só experimentando para entender.

Se quiser saber mais sobre os ambientes gráficos, não deixe de visitar os sites oficiais. Os endereços são: www.kde.orgwww.gnome.org e www.windowmaker.org.

Windows dentro do Linux

Mesmo com o auxílio de aplicativos como o CrossOver Office e o Wine, a compatibilidade do Windows com o Linux ainda é bem ruim. Mas há uma salvação. Usando uma ferramenta chamada VMware, você pode rodar o Windows inteiro dentro da sua distribuição favorita.

Depois, só é preciso instalar os outros programas normalmente, de forma que você possa usar os dois sistemas operacionais sem sequer reiniciar o computador. Outra vantagem é que o VMware também cria “pontes” entre as portas do seu computador. Se você tem um dispositivo de hardware que ainda não tem drivers para Linux, é só usar o VMware para resolver o problema. O endereço oficial do VMware é www.vmware.com.

Nunca use o Linux como root

Em todas as distribuições do Linux, há um superusuário chamado root, com permissões especiais. Se um cracker invade seu micro e rouba a senha do root, todo o sistema fica comprometido. Portanto, é melhor colocar uma boa senha para o root e guardar essa conta apenas para ocasiões especiais. Outra boa dica é usar o comando su para aumentar suas permissões na hora de realizar alguma tarefa importante.

É só abrir um terminal, digitar su e entrar com a senha do usuário root. Depois, para voltar ao usuário anterior, digite exit ou pressione as teclas Ctrl e D.

Adicionando comandos no boot

Da mesma forma que os vários sistemas Windows possuem o autoexec.bat para rodar programas direto na iniciação, as distribuições do Linux também oferecem esse recurso. Basta abrir o arquivo /etc/rc.d/rc.local e adicionar o comando desejado no final.

Tenha sempre um disco de boot

Quando você está instalando o Linux, surge uma mensagem perguntando se você quer criar um disco de boot. Não deixe de criá-lo. Esse disco de boot contém toda a configuração de iniciação do seu Linux. Se, futuramente, algum problema ocorrer com o MBR do disco rígido, basta usar esse disquete para iniciar o Linux.

Mate um programa

Cada aplicativo em execução no Linux é conhecido como processo. Caso você não consiga fechar um processo que travou usando o próprio ambiente gráfico, a solução é matá-lo (este é o termo usado pelos usuários do Linux).

O primeiro passo é identificar o processo que não está respondendo. Abra um terminal e digite: ps -A

Uma listagem com os processos em execução aparecerá. Ao lado de cada aplicativo, há um PID (número de identificação). Para fechar o processo que não está respondendo, digite: kill 2851

Neste caso, altere o valor 2851 pelo PID do processo que você quer fechar. Vale lembrar, porém, que alguns programas abrem mais de um processo de uma única vez. Se você quiser fechar todas as instâncias do XMMS simultaneamente, por exemplo, digite o seguinte comando: killall xmms

Ouça MP3 no Fedora Linux

Por motivos legais, a Red Hat foi obrigada a remover o suporte a arquivos MP3 de todas as suas distribuições. Mas isso não chega a ser um problema, uma vez que é possível instalar o suporte manualmente. A instalação é bem simples. Para começar, entre no site http://shrike.freshrpms.net/rpm.html?id=1547 e baixe o pacote xmms-mp3 em formato RPM.

Em seguida, abra um terminal, mude para o usuário root (use o comando su), vá para a pasta na qual você baixou o programa e digite: rpm -ivvh xmms-mp3*.rpm

Entenda as portas do Linux

Ao contrário da maioria dos sistemas operacionais, o Linux não trabalha com as tradicionais portas COM e LPT. Em vez disso, utiliza uma nomenclatura um pouco diferente. Confira esta pequena tabela de equivalência:

/dev/ttyS0 = COM1
/dev/ttyS1 = COM2
/dev/ttyS2 = COM3
/dev/ttyS3 = COM4
/dev/lp0 = LPT1
/dev/lp1 = LPT2
 

Firewall sempre à mão

Muita gente fala que a principal vantagem do Linux é a segurança, mas se você não configurar um bom firewall, algum hacker pode invadir seu PC. Uma das melhores opções de proteção é o iptables, um firewall gratuito disponível na maioria das distribuições. É fácil configurá-lo. Digite os códigos abaixo:
iptables -I INPUT -j ACCEPT -i lo
iptables -I INPUT -j ACCEPT -m
state –state RELATED,ESTABLISHED
iptables -P INPUT DROP

Essa configuração permitirá que você navegue normalmente em todos os sites e serviços do Linux, mas irá bloquear qualquer tentativa de invasão a sua máquina. Mas não é uma boa idéia digitar esses códigos cada vez que você reinicia o Linux. Desta forma, use o seguinte comando: iptables-save > regras Agora é só abrir o arquivo /etc/rc.d/rc.local e adicionar esta linha no final:
iptables-restore < regras

Problemas com acentuação

Versões antigas do Linux tinham problemas de acentuação nos teclados ABNT2 (aqueles que têm a tecla cedilha). Para corrigir o erro, adicione as seguintes linhas no arquivo .bashrc do:
LANG = pt_BR
LC_ALL = pt_BR
LC_CTYPE = ISO-8859-1
LESSCHARSET = latin1
export LANG LC_ALL LC_CTYPE LESSCHARSET

Não se esqueça de efetuar um novo logon com o mesmo usuário.

Por:  Toni Cavalheiro, PC World