Caneta digital pode substituir teclado e mouse nos PCs

 Os computadores têm transformado a maneira como os negócios são feitos em muitas indústrias, desde comunicação à exploração de energia. O setor de alta tecnologia tem lutado por anos para criar algo de fácil uso para o acesso aos dados dentro das máquinas. O fiel mouse, um mero aliado do teclado, é a maior inovação até hoje.

Agora, uma empresa israelense de apenas quatro anos ganhou o apoio das principais fabricantes de PCs e de telefones celulares para uma caneta digital que poderia oferecer uma alternativa ao teclado e mouse em novos eletrônicos.

O potencial produto da OTM Technologies permite que usuários de celulares e micros de mão escrevam e editem textos, joguem games e façam desenhos, além de navegar na tela do aparelho com movimentos ao estilo mouse: “indique e clique”.

A OTM Technologies tem chamado a atenção de empresas como Motorola, Siemens e Microsoft e outras fabricantes asiáticas, que planejam trabalhar no desenvolvimento da nova tecnologia.

As companhias pretendem usar a caneta, atualmente com um laser óptico, em produtos futuros.

“A caneta virtual permite que você faça tudo o que você faz com o mouse e com o teclado, e até mais”, disse o co-fundador e presidente-executivo da OTM, Gilad Lederer.

As canetas baseadas em laser começaram a ser projetadas nos anos 1960. Mas eram caras, ficando disponíveis apenas para designers gráficos. O que a tecnologia da OTM promete é um instrumento de escrita digital de baixo custo para atingir o mercado de massa.

A Virtual Pen da OTM, conhecida como “VPen”, funciona com uma variedade de superfícies, de telas de computador ao papel, e até sob a pele humana. O produto oferece liberdade e movimento das mãos, diferentemente de uma caneta rival que exige uma combinação com um papel eletrônico especial para o reconhecimento da caneta.

Porém, não espere que as canetas ópticas da OTM estejam à venda como um produto de consumo neste Natal. A empresa israelense tem tido uma paciente estratégia de seduzir grandes fabricantes de eletrônicos antes de lançar comercialmente o produto. Assim, a OTM poderia tornar sua caneta um padrão para usuários, já que estaria presente nos aparelhos oferecidos por diversas companhias.

No mês passado, a norte-americana Motorola demonstrou, na Alemanha, uma linha de telefones móveis que funciona com canetas sem fio da OTM — o primeiro instrumento de escrita para celulares a operar com a tecnologia Bluetooh, que permite a conexão de aparelhos distintos em uma curta distância sem a necessidade de cabos.

A Microsoft vê a caneta digital da OTM como um meio mais intuitivo de inserir dados em micros de mão e celulares com o uso de seus softwares. Na feira de tecnologia CeBIT, na Alemanha, a Microsoft mostrou o handheld iPAQ, da Compaq, ligado ao produto da OTM.

Termo – Ultra 320 SCSI

Este é o mais novo padrão de interface SCSI, finalizado em 2001. O primeiro padrão SCSI, o SCSI transmitia a apenas 5 MB/s, numa época em que os HDs IDE ainda sequer existiam.

O seguinte foi o SCSI-2, que atingiu 10 MB/s, seguido pelos padrões SCSI-3, Ultra SCSI e Ultra 160 SCSI, que atingiram respectivamente 20, 40, 80 e 160 MB/s.

O Ultra 320 SCSI veio para manter o SCSI à frente do barramento IDE em velocidade, já que o ATA 133, com seus 133 MB/s já havia chegado muito perto do padrão anterior.

Por questões de mercado o barramento SCSI precisa ser sempre bem mais rápido que o barramento IDE, já que que é muito mais caro. O Ultra 320 SCSI é destinado apenas a servidores, pois as placas utilizam obrigatoriamente slots PCI de 64 bits e 66 MHz (que transmitem a 533 MB/s), que não são encontrados em placas destinadas a PCs domésticos.

Tecnicamente nada impede que fosse desenvolvida uma placa Ultra 320 que utilizasse um slot PCI de 32 bits comum, mas não seria viável, pois a velocidade da placa ficaria limitada a menos de 133 MB/s.

Os requisitos de cabeamento são os mesmos do Ultra 160 SCSI, o que permite a substituição direta de uma placa pela outra, mas o Ultra 320 trouxe novos recursos, como a transmissão de dados por pacotes e controle de fluxo, além de um novo componente, o Adjustable Active Filter (AAF), que reduz a atenuação de sinal causada pela alta frequência de operação. Apesar de recomendável, o uso do AAF é opcional.

Wagner S. Vasconcellos – Analista de Suporte / HelpDesk

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